
Um departamento assina uma ferramenta de inteligência artificial. Outro contrata uma parecida. Um terceiro paga por mais uma, que faz praticamente o mesmo. A cena é comum nas empresas brasileiras e tem um custo que pouca gente percebe: assinaturas paralelas de ferramentas com funções idênticas em departamentos distintos, que inflam os gastos sem que alguém tenha a visão do total.
Como os gastos se multiplicam
Isso acontece porque a procura por IA cresceu rápido. Com a cobrança por inovação, colaboradores de várias áreas pedem todos os dias a contratação de ferramentas e assinaturas avulsas. Cada setor resolve do seu jeito, muitas vezes com o cartão corporativo, e as faturas chegam separadas.
O resultado é um conjunto de licenças que ninguém enxerga por inteiro, situação que a Quintus chama de ponto cego estratégico das empresas. Sem um inventário centralizado, fica difícil saber se duas equipes estão pagando pela mesma coisa ou se alguma ferramenta já caiu em desuso.
Cortar tudo não é a solução
Cancelar assinaturas às pressas também não resolve. As equipes usam essas ferramentas porque elas já fazem parte da rotina de trabalho. A questão é manter esse acesso sem multiplicar contratos, fornecedores e faturas.
Um contrato, vários modelos
Uma alternativa é reunir o acesso a vários modelos de inteligência artificial em um único contrato corporativo. Em vez de pagar uma assinatura para cada ferramenta, a empresa concentra tudo em um só lugar, com um fornecedor e uma fatura, e as equipes passam a trabalhar a partir da mesma base.
É o caso da Quintus , que se posiciona como a infraestrutura de IA corporativa do Brasil. A plataforma centraliza mais de 30 modelos de IA, como GPT, Gemini e Claude, em um único contrato com custo previsível, o que elimina as compras avulsas feitas com cartões corporativos.
Para quem usa, a mudança é simples: em vez de várias contas espalhadas, o colaborador entra em um único ambiente e encontra ali os modelos liberados para o seu departamento. Para a empresa, a vantagem é o custo previsível, já que um único contrato facilita o planejamento do gasto com IA e acaba com as faturas espalhadas por vários setores.
Mais controle sobre quem usa o quê
Juntar tudo num só acesso também ajuda a área de tecnologia a saber quem está usando cada ferramenta. Quando cada setor compra por conta própria, a TI perde a visão do que está em uso, cenário que a Quintus descreve no artigo Seu TI já perdeu o controle? . Com a centralização, o acesso pode ser liberado por departamento e acompanhado em trilhas de auditoria, com recursos de segurança de nível empresarial, como criptografia e autenticação avançada por 2FA (autenticação em dois fatores) e SSO (Single Sign-On).
Outra vantagem é a proteção das informações. Na plataforma, os dados da empresa não são usados para treinar modelos de terceiros, e o uso segue a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). Essa organização também ajuda a responder uma dúvida comum nas empresas, sobre quem é responsável pela segurança da IA .
Para saber onde a empresa está
Além de reunir os modelos, a Quintus oferece um painel de produtividade em tempo real, que mostra as horas economizadas e ajuda a distribuir melhor as licenças entre as equipes. Com esses números em mãos, fica mais fácil perceber quais ferramentas fazem diferença no dia a dia e quais podem sair da lista. Para quem quer começar, a plataforma também permite descobrir em que estágio de maturidade de IA a empresa se encontra e quais são os próximos passos.
