
Vale a pena? A resposta honesta é: depende de como se compra. A empresa média que contrata uma ferramenta de IA para vendas, outra para o suporte e outra para cobrar acaba com três assinaturas e nenhum número consolidado. A que trata a IA como camada de gestão consegue medir.
“ROI de IA não vem do modelo, vem do desenho. Empresa que compra dez licenças inteligentes para dez departamentos está pagando dez vezes pela mesma inteligência e recebendo dez respostas diferentes”, afirma Carlos Guerra Jr. , CEO da OmniAI .
Segundo dados da OmniAI, as operações que rodam no modelo de gestão por IA , com o dado circulando entre as áreas (o princípio de Möbius ) e um Núcleo de IA Central Personalizado coordenando agentes autônomos especializados, registram retorno médio de 3,5 vezes, 87% de ganho de velocidade de resposta e 94% de automação.
“O 3,5x aparece quando a IA deixa de ser ferramenta e vira camada de gestão: um núcleo que enxerga vendas, suporte, finanças e operações ao mesmo tempo. A conta fecha porque o dado trabalha para o negócio inteiro, não para uma área”, diz o executivo.
A cobrança é o exemplo mais concreto: orientada pelo uso real do cliente, ela devolve R$ 2,3 milhões por trimestre às operações da plataforma, segundo a empresa. Para a média empresa, o teste antes de contratar é um só: o dado que entra vai chegar em todas as áreas, ou vai parar na primeira?
