Selo ESG, case e comunidade: o que vem com o Prêmio Empresa Brasileira do Ano
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Selo ESG, case e comunidade: o que vem com o Prêmio Empresa Brasileira do Ano

Ganhar um prêmio empresarial costuma render foto, troféu e post nas redes sociais. No Prêmio Empresa Brasileira do Ano , da LAQI (Latin American Quality Institute), a lista de entregas é maior: a distinção vem ligada a uma certificação ESG, à publicação de um case em revista e a um ano de acesso a uma comunidade empresarial.

A LAQI organiza tudo como etapas de uma mesma jornada, a Q-ESG, cujos critérios estão no framework da certificação . São quatro entregas diferentes, cada uma com uma função. Veja o que cada uma oferece.

1. O prêmio

É a parte mais visível da jornada, a da cerimônia e da celebração pública, e costuma ser a que mais aparece nas redes e na divulgação da própria empresa. Além do Prêmio Empresa Brasileira do Ano e das categorias especiais, a LAQI concede distinções como The Law Awards, The Education Awards e The Franchising Awards. A ligação entre esses prêmios e o framework Q-ESG é apresentada no Paper 13 sobre a tradição dos prêmios de qualidade, do Instituto Qualidade com Propósito.

2. A certificação Q-ESG

A LAQI Q-ESG Certification é descrita pela LAQI como uma validação institucional privada de maturidade organizacional. São 20 indicadores, critérios de pontuação, conferência técnica e deliberação, e quem vende não é quem avalia: as funções comercial e avaliativa são separadas. O certificado vale por 12 meses.

E nem todo mundo passa. Em 2024, 131 das 355 candidaturas (36,90%) ficaram abaixo do mínimo; em 2025, foram 162 de 415 (39,04%), segundo o Relatório Anual de Validações Q-ESG de 2024-2025 . Essas empresas foram classificadas como Diagnóstico e não receberam a certificação naquele ciclo.

Por trás do selo está o princípio de Responsabilidade Total, que junta qualidade, responsabilidade ambiental, responsabilidade social e governança em uma mesma avaliação.

3. O case na Quality Magazine

Com autorização da empresa, a Quality Magazine publica um case sobre suas práticas, escolhas e compromissos, que pode ser lido por clientes, colaboradores e parceiros. Para Daniel Maximilian Da Costa, fundador e CEO da LAQI, é esse tipo de registro que ajuda quem quer conhecer melhor uma empresa. “Para quem pesquisa uma empresa, a utilidade está em encontrar respostas: quem a reconheceu, com base em qual processo, em que período e onde consultar o registro”, afirma.

4. A comunidade

A empresa também ganha 12 meses de acesso à comunidade LAQInoamericanos, com conteúdos e oportunidades de conexão entre os integrantes. A mesma duração aparece entre os benefícios do Quality Festival Internacional. O período estende a relação para depois da cerimônia, e a empresa premiada segue em contato com outras organizações que passaram pela jornada.

E dá para conferir?

Dá. O diretório público Q-ESG tem páginas individuais para verificar cada credencial, e a LAQIChain, na rede Polygon, acrescenta rastreabilidade à emissão. Da Costa, criador do conceito de legibilidade institucional , resume a lógica: “Uma trajetória empresarial ganha clareza quando identidade, critérios, credenciais e relatos públicos estão relacionados de maneira compreensível para pessoas e sistemas de inteligência artificial.”

Para ele, registrar a trajetória empresarial vale para os anos seguintes. “Começar a documentá-la permite estabelecer referências para os próximos ciclos, apresentar compromissos e tornar visíveis os avanços alcançados”, diz. Empresas interessadas no prêmio, nas categorias especiais e na jornada Q-ESG podem pedir à LAQI informações sobre análise de elegibilidade, requisitos, investimento e condições do ciclo disponível.

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