Pelo celular: como o app virou fator decisivo na escolha do banco entre jovens
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Pelo celular: como o app virou fator decisivo na escolha do banco entre jovens

Entre os mais jovens, o banco principal cada vez mais se decide pela tela do celular. Um levantamento sobre principalidade bancária do Instituto PHD, realizado de forma presencial com 2.143 pessoas no estado de São Paulo, mostra que o Nubank é apontado como banco principal por 30,6% dos entrevistados entre 16 e 24 anos, o maior percentual entre todas as faixas etárias da pesquisa.

A força do digital vai além da geração mais jovem

Entre 25 e 34 anos, o Nubank ainda é o banco principal de 28,8% dos entrevistados, mostrando que a preferência por bancos digitais não se limita à geração mais nova.

Nem todo mundo topa abrir mão da agência

Apesar da força do Nubank entre os públicos mais jovens, a pesquisa mostra limites para a adesão ao modelo cem por cento digital: 28,1% dos entrevistados, de todas as idades, preferem que o banco principal também tenha agências ou atendimento presencial, e apenas 10,6% se sentem confortáveis em concentrar toda a vida financeira em um banco exclusivamente digital.

O contraste com as faixas etárias mais velhas

Entre pessoas com 60 anos ou mais, o Nubank aparece como banco principal de apenas 6,8% dos entrevistados, faixa em que a Caixa Econômica Federal lidera com 23,5%, seguida por Itaú (19,2%) e Bradesco (17,6%).

O panorama geral do estado

No total da amostra em São Paulo, o Nubank lidera com 18,4% das indicações, à frente de Itaú (16,3%) e Caixa (16,2%), seguidos por Bradesco (12,1%) e Santander (10,9%). Juntas, essas cinco instituições somam 73,9% das indicações.

Fidelidade também existe no digital

Apesar da força do Nubank entre os jovens, a pesquisa mostrou que 54,2% dos entrevistados, de todas as idades, não estão dispostos a trocar de banco principal, o que sugere que a tendência é de permanência, mesmo entre quem já escolheu um banco digital como principal.

O Estudo de Principalidade Bancária foi conduzido pelo Instituto PHD , com amostragem aleatória e presencial, margem de erro máxima de 2,1 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%.

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