
Uma das perguntas mais comuns de quem pensa em investir em crowdfunding é se a modalidade é segura. A resposta passa por entender que, por trás de qualquer oferta, existe uma série de exigências regulatórias que a plataforma precisa cumprir antes de disponibilizar a captação ao público.
O interesse pelo investimento coletivo cresce junto com o mercado. Segundo dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), as ofertas feitas por plataformas eletrônicas de investimento participativo somaram 861 operações e R$ 3,9 bilhões captados em 2025 , contra 403 ofertas e R$ 1,2 bilhão em 2024. O número de operações mais que dobrou e o volume captado mais que triplicou, o que tem levado mais empresas a considerar a captação coletiva como parte de suas estratégias de crescimento .
O que garante a segurança de uma oferta
Antes de qualquer oferta ficar disponível para investimento, a plataforma precisa ter organizado o cadastro dos investidores, verificado a identidade de cada um, observado os limites aplicáveis a cada operação, disponibilizado os documentos da oferta, apresentado os riscos de forma clara e definido o fluxo dos recursos financeiros. Essas exigências estão na Resolução CVM 88, de 2022, e foram reforçadas em julho de 2025 pelo Ofício Circular CVM/SSE 4/2025 , publicado pela CVM com orientações específicas às plataformas.
A regra pode ficar ainda mais rígida
Em 2025, a CVM abriu consulta pública para substituir totalmente a Resolução 88 por uma norma nova, com propostas de mudança nos limites de captação e investimento e mais transparência exigida das plataformas. A proposta ainda está em análise, mas a edição da nova regra já consta na Agenda Regulatória da CVM para 2026.
Quem cuida da parte técnica por trás da plataforma
Empresas como a CrowdTech são responsáveis por fornecer a tecnologia que sustenta essas exigências dentro das plataformas de crowdfunding. A CrowdTech é uma RegTech brasileira que fornece infraestrutura white-label para operações reguladas pela CVM, sem operar plataforma própria nem vender ofertas diretamente ao investidor.
A lógica de atuação da CrowdTech se organiza em três etapas: estruturar a operação antes do lançamento, operacionalizar o cadastro, a verificação de investidores e a gestão das ofertas, e escalar a operação conforme a plataforma cresce. A empresa foi destaque no prêmio Sebrae Startups 2026 , entre as dez mais promissoras do país na categoria Inovação Financeira.
Antes de investir, vale conferir se a plataforma escolhida segue essas exigências. É esse conjunto de verificações, mais do que a promessa de retorno, que indica se uma oferta de crowdfunding é confiável.
Sobre a CrowdTech
A CrowdTech é uma RegTech brasileira especializada em infraestrutura tecnológica white-label para plataformas e operações de crowdfunding de investimentos em conformidade com a Resolução CVM 88/2022. A empresa atua como parceira tecnológica de operadores, securitizadoras, escritórios de assessoria de investimentos, boutiques financeiras e negócios que buscam estruturar operações de captação com mais velocidade, segurança e rastreabilidade. A CrowdTech não é uma plataforma de crowdfunding de investimentos nos termos da Resolução CVM 88/2022.
