Cartão de crédito: Trigg lista 10 vantagens para parcelar a fatura em vez atrasar
prnewswire.com
Cartão de crédito: Trigg lista 10 vantagens para parcelar a fatura em vez atrasar

SÃO PAULO, 7 de dezembro de 2021 /PRNewswire/ -- Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que o cartão de crédito já é utilizado por 77% da população. No entanto, a maioria desconhece informações básicas sobre este poderoso meio de pagamento. O estudo revela, por exemplo, que 72% dos consumidores não sabem quanto pagam pelos juros, quando deixam de quitar o valor integral da fatura do cartão, pagando o mínimo da fatura ou até mesmo atrasando.

Uma das dúvidas mais comuns é sobre parcelar, atrasar ou pagar o mínimo da fatura do cartão de crédito. Na impossibilidade de pagar a fatura, existe sim, uma melhor opção.  "Ao escolher o pagamento mínimo você entra no chamado  crédito rotativo , no qual são cobrados juros sobre o valor restante da fatura, isto é, o que você deixou de pagar nesse mês será cobrado no próximo, com juros, mais as compras do mês seguinte, esse é o modelo da grande maioria de bancos tradicionais e digitais. Além disso, o limite do cartão fica comprometido, pois o crédito só é liberado referente à parte paga. Na Trigg oferecemos o parcelamento para ajudar o cliente a equilibrar as contas e não impossibilitar o uso do cartão", explica Wellington Alves, CEO da Trigg.

Mesmo que o pagamento do mínimo evite que o nome seja enviado a órgãos de proteção ao crédito e que o cartão seja bloqueado, o parcelamento das faturas é uma opção mais vantajosa. Essa saída reduz bastante os gastos com multas e juros com o cartão em atraso, além disso, dá um prazo mais longo para quitar a dívida. "A Trigg, inclusive, nem apresenta a opção de pagamento do mínimo da fatura, já que não considera vantajoso para o cliente. O parcelamento tem mais benefícios. Como sempre dizemos aqui: 'Parcelar é melhor que atrasar'", explica Alves.

De acordo com o CEO há um déficit grande sobre Educação Financeira em nosso país, neste sentido, a prioridade é sempre o da transparência nas relações e sempre que há um aperto financeiro com algum cliente, a opção é sempre a de parcelamento da fatura. "A Trigg tem uma das menores taxas de juros para parcelar a fatura entre os bancos digitais, quando analisamos o ranking do Banco Central, com juros a partir de 0,90% ao mês. Nossas taxas mínimas chegam à metade das taxas cobradas pelos bancos digitais. É nosso propósito fazer com que o cliente viva seu melhor lado e saia do vermelho mantendo seu cartão ativo e aproveitando todos os benefícios do nosso cartão, incluindo o cashback", comenta Alves.

Confira 10 motivos listados pela Trigg pelos quais o parcelamento pode ser a melhor opção:

  1. Você ganha tempo para pagar sem se enrolar com mais juros e encargos;
  2. Você continua com o cartão liberado para compras;
  3. É de fácil contratação;
  4. Você escolhe parcelas que cabem no seu bolso dentre as opções;
  5. Se cair uma graninha extra, você pode antecipar o pagamento das parcelas;
  6. Seu cartão continua ativo e acumulando cashback;
  7. Não sofre queda do seu SCORE por atrasos no pagamento do cartão;
  8. Evita o incômodo de receber ligações de cobrança;
  9. O limite do cartão de crédito é restabelecido proporcionalmente à medida que as parcelas são pagas;
  10. No caso da Trigg, o cliente permanece sendo avaliado pela inteligência da empresa para possíveis aumentos do limite.

"Somos uma fintech que busca facilitar a vida dos nossos clientes, sobretudo nesses tempos de instabilidade financeira. Sabemos que o ideal é fugir das dívidas, mas às vezes elas acontecem. Por isso, estamos a todo momento apresentando soluções que possam ajudá-los a se organizar financeiramente, e muitas vezes elas começam pelo básico: informação, além de diversos canais onde o cliente pode negociar as faturas que estão em atraso", finaliza Alves.

Leia Também

CONTATO: 0800 727 0885

Foto - https://mma.prnewswire.com/media/1704484/WhatsApp_Image_2021_11_18_at_14_22_22.jpg

FONTE Trigg

    Veja Também

    Mais Recentes

      Comentários