
Se sua empresa está no Grupo B, aquela faixa de negócio que consiste em pequenas e médias operações com contas de eletricidade acima de R$400 mensais, você provavelmente conhece aquela sensação frustante: ver as grandes corporações negociarem preços menores de energia enquanto sua empresa paga tarifa cheia à distribuidora local. Por anos, esse foi a realidade de um segmento inteiro que ficou de fora das soluções de economia disponíveis no mercado.
"Historicamente, pequenas e médias empresas foram esquecidas no mercado de energia. Enquanto multinacionais e grandes grupos conseguiam negociar tarifas, PMEs continuavam presas ao mercado cativo pagando preço cheio, muitas vezes 20, a 30% acima do que deveriam," explica Carol Fantinati, fundadora da Nexvie Energia, empresa especializada em consultoria de transição energética para negócios de médio e pequeno porte.
A Nexvie Energia trabalha justamente nesse nicho: ajudar empresas Grupo B a acessarem soluções de Geração Distribuída e, em breve, o Mercado Livre de Energia, com economia comprovada de até 30% nas contas de eletricidade, tudo sem burocracia e com energia 100% renovável. A empresa já auxilia mais de 2 mil negócios nessa transição.
Mas esse cenário de exclusão está mudando. E rápido.
A abertura gradual do Mercado Livre de Energia para segmentos menores, com previsão de inclusão de toda a baixa tensão comercial em setembro de 2026 e expansão total em janeiro de 2027, abre uma janela de oportunidade que empresas Grupo B não podem ignorar. Enquanto isso, soluções alternativas como a Geração Distribuída já começam a funcionar para quem quer entrar nessa economia agora.
O grande diferencial: energia renovável não é mais cara
Existe um mito persistente no mercado brasileiro: energia limpa sai mais cara. Consultores especializados em transição energética confirmam que essa percepção está completamente desatualizada.
Empresas que migraram para fornecedores de energia 100% renovável nos últimos anos relatam economias que variam entre 20% e 30% em relação às tarifas convencionais. A mudança aconteceu porque o custo das fontes limpas, solar, hídrica, eólica e biomassa, caiu drasticamente nos últimos cinco anos, tornando-as competitivas até em relação à energia tradicional.
Isso significa que sua empresa pode:
- Reduzir custos operacionais significativamente
- Melhorar sua postura ESG com energia certificada de fontes renováveis
- Aumentar a previsibilidade dos gastos com energia
A Nexvie Energia, por exemplo, oferece uma ferramenta de simulação para quem tem dúvidas e não sabe como começar.
O obstáculo burocrático desapareceu
Historicamente, a maior barreira para pequenas e médias empresas aderirem a esquemas de economia de energia era a complexidade administrativa. Migrar para o Mercado Livre exigia navegação por regulações da ANEEL, negociação com distribuidoras, estruturação de contratos, um processo que afastava PMEs.
Atualmente, empresas especializadas em consultoria energética, como a Nexvie cuidam de toda a burocracia. A transição acontece sem interrupção do fornecimento (a distribuição continua pela concessionária local) e sem dores de cabeça para o gestor da empresa. Análises de viabilidade são feitas gratuitamente, e o processo é acompanhado do início ao fim por profissionais que entendem do mercado.
Geração Distribuída: a ponte para quem não quer esperar
Para empresas do Grupo B que não querem esperar setembro de 2026 para começar a economizar, a Geração Distribuída oferece uma alternativa viável desde agora. Essa modalidade permite que empresas gerem sua própria energia (através de painéis solares, por exemplo) ou se associem a geradores locais, consumindo energia renovável a preços negociados.
Empresas com contas acima de R$400 mensais já podem acessar essa solução, formalizando contratos em CPF ou CNPJ. A economia é imediata, e o impacto ambiental é fácil e simples de medir já que é tudo documentado através de Certificados de Energia Renovável (I-REC), que comprovam a origem limpa da eletricidade consumida.
Mais de 2.000 empresas já fizeram a transição
A migração para economia de energia deixou de ser tendência e virou realidade. Mais de 2 mil empresas já adotaram soluções de Mercado Livre ou Geração Distribuída, incluindo cases de sucesso como a Megacast (que economizou mais de 25%) e a Motherson (que bateu 30% de redução na conta).
Os feedbacks são consistentes: além da economia, gestores relatam ganho em previsibilidade de custos, fundamental para orçamentos anuais, e alinhamento com políticas de sustentabilidade corporativa que consumidores e investidores cada vez mais exigem.

Como começar: três passos simples
O processo é mais acessível do que parece. Primeiro, uma análise de viabilidade gratuita verifica se sua empresa já pode migrar (Grupo B com conta acima de R$400) e qual é o potencial de economia específico do seu negócio. Segundo, o consultor negocia contratos e resolve questões regulatórias. Terceiro, a transição acontece de forma suave, com suporte técnico durante o período de adaptação.
Muitos gestores de PMEs, ao receberem uma projeção de economia mostrando números concretos (não promessas vagas), decidem em dias. Alguns até simulam o impacto financeiro e ambiental anual ,saber que sua empresa economizará, digamos, R$50 mil por ano e ainda consumirá energia limpa é um argumento poderoso para o board.
A urgência está no tempo
Antes de setembro de 2026, Grupo B ainda depende de soluções como Geração Distribuída. A partir de lá, o acesso ao Mercado Livre se amplia. Mas a decisão que importa é tomar ação antes do fim deste ano, quando as condições contratuais são melhores.
Empresas que esperam podem perder essa janela regulatória favorável. Aquelas que consultam agora colocam a economia de energia em movimento, reduzindo custos imediatos e preparando a estrutura energética para um futuro que exige eficiência e sustentabilidade.
