Quando desembarcou de vez no Brasil há três anos, a Xiaomi tinha um objetivo muito claro: superar a Apple. Para tanto, estabeleceu uma estratégia agressiva de preços e profusão de modelos de forma a tornar a saturação do mercado um ponto a seu favor.

Xiaomi 12, 12 Pro e 12X com recarga de até 120 W ganham edição global
Bruno Gall De Blasi
Xiaomi 12, 12 Pro e 12X com recarga de até 120 W ganham edição global

Dois indícios de que essa política de negócio deu certo podem ser vistos muio claramente. O primeiro deles é de que, tendo sido a marca que mais cresceu em 2021, ela ultrapassou a Apple em fevereiro deste ano com participação em 11,45% do mercado brasileiro ante 9,36% da americana. Os dados são da StatCounter, que monitora o mercado global de tendências em tecnologia.

Outro indício de que a Xiaomi penetrou o status quo do mercado de smartphones brasileiro é que a gigante chinesa monopoliza o ranking dos dez smatphones mais desejados da loja virtual da Amazon, o que tamém manifesta que ainda há boa margem de crescimento à frente. O primeiro aparelho que não é da empresa a figurar entre os 50 mais desejados é o Moto One da Motorola, em 32º lugar. 

É possível conferir o ranking aqui .

A Motorola ainda ostenta uma considerável vantagem na 2º colocação com 26,87% do mercado, mas é imperioro registrar que a Xiaomi conquistou a 3ª posição em apenas 3 anos. A Samsung ainda lidera com ampla margem o setor com 40,54% de participação.

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