<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><lastBuildDate>Sun, 25 Oct 2026 07:35:23 +0000</lastBuildDate><title>iG Mais: qualidade de vida e curadoria de serviços e conteúdos</title><description>Serviços, fatos e produtos que fazem a diferença na sua vida com a credibilidade do iG e a atenção às demandas da vida moderna.</description><link>https://igmais.ig.com.br</link><atom:link href="https://igmais.ig.com.br/rss/v1/feed" rel="self" type="application/rss+xml" /><item><guid isPermaLink="false">6adbcb2865d934346a489f35</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 21:01:31 +0000</pubDate><title>Saiba tudo sobre o notebook mais vendido do Mercado Livre</title><description>Notebook Dell com Core i5, SSD de 512 GB e tela Full HD de 120 Hz lidera as vendas da plataforma e aparece em oferta antecipada de Black Friday</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7j/ds/5m/7jds5mm7040cl1m8q4iahcmsl.jpg"><figcaption>Notebook Dell DC15 é lançamento de 2026 para estudar ou trabalhar<span class="copyright">Gerada por IA a partir de imagem real do produto - ChatGPT </span></figcaption></figure><p>Escolher um <strong>notebook para estudar</strong>, <strong>trabalhar</strong> ou realizar as tarefas do dia a dia pode ser mais difícil do que parece. São várias configurações, diferenças de preço e especificações que nem sempre deixam claro o que realmente importa. Mas a popularidade de uma máquina no <strong>Mercado Livre</strong> tem despertado a curiosidade de quem pesquisa antes de comprar em 2026.</p><p>O Dell 15 DC15-i51334U-A50 aparece como o notebook mais vendido do site, com características voltadas principalmente à produtividade. O conjunto inclui processador Intel Core i5, armazenamento SSD de 512 GB e tela de 15,6 polegadas com resolução Full HD.</p><p>As especificações atendem estudantes que precisam preparar trabalhos, consultar materiais em PDF e acompanhar aulas on-line. Também serve para quem trabalha com documentos, e-mails, planilhas e sistemas acessados pelo navegador, além de usuários que procuram um computador para atividades domésticas.</p><h2>As especificações na prática</h2><p>Um dos principais componentes do <a href="https://meli.la/2AS8K8n" target="_blank" rel="noopener nofollow">notebook Dell DC15 en oferta no Mercado Livre</a>é o processador Intel Core i5-1334U, da 13ª geração. Ele foi desenvolvido para atender tarefas cotidianas e de produtividade. </p><p>O armazenamento é outro ponto importante. O notebook tem SSD de 512 GB, espaço que permite guardar documentos, fotos, programas e outros arquivos de uso pessoal. </p><p>Vale ressaltar que o SSD também deixa a inicialização e abertura de aplicativos mais ágil do que a de computadores equipados com discos rígidos tradicionais.</p><p>A tela de 15,6 polegadas tem resolução Full HD de 1920 x 1080 pixels e taxa de atualização de 120 Hz. Além de oferecer espaço para trabalhar com diferentes janelas, a frequência maior deixa os movimentos e rolagens mais suaves durante a navegação.</p><p>O modelo também conta com Wi-Fi e Bluetooth, além de teclado com pad numérico. O sistema operacional é o Windows 11 Home, que já vem instalado, e o áudio utiliza o modo Waves MaxxAudio Pro.</p><h2>Pontos de atenção: existem? </h2><p>Embora o processador e o SSD favoreçam as tarefas cotidianas, a memória RAM merece atenção antes da compra. O Dell 15 tem 8 GB, quantidade que pode ser suficiente para atividades comuns, mas que tende a limitar o desempenho quando muitos programas exigentes são usados ao mesmo tempo.</p><p>A placa gráfica integrada também define o tipo de tarefa para o qual o modelo é mais adequado. Jogos leves e antigos podem ser uma possibilidade, dependendo dos requisitos de cada título, mas lançamentos exigentes, renderização 3D e edição profissional de vídeo não são o foco com essa máquina.</p><h2>Quanto custa o notebook mais vendido?</h2><p>O <a href="https://meli.la/2AS8K8n" target="_blank" rel="noopener nofollow">Dell 15 DC15-i51334U-A50 aparece em oferta antecipada de Black Friday</a> no Mercado Livre nesta sexta-feira (23). O preço caiu de R$ 5.524 para R$ 4.320,63, uma diferença de R$ 1.203,37.</p><p><a href="https://meli.la/2AS8K8n" target="_blank" rel="noopener nofollow">No Mercado Livre, o notebook ultrapassou 5 mil vendas</a> recentes na plataforma e reúne 966 avaliações, com média de 4,9 estrelas. A promoção e as demais informações do anúncio podem ser vistos <a href="https://meli.la/2AS8K8n" target="_blank" rel="noopener nofollow">diretamente no site oficial clicando aqui. </a></p><div>

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<address>*A equipe do IG Mais produziu este conteúdo de forma independente. Compras realizadas através dos links da matéria podem gerar comissões e receitas ao IG, por meio de parcerias comerciais. O IG não se responsabiliza pela experiência de compra; qualquer dúvida ou reclamação deve ser direcionada ao lojista do produto.<br></address>
<div id="WhatsZapRooflab"><a target="blank" rel="noopener noreferrer" href="https://chat.whatsapp.com/F0s9EhP2cYALXnR8ntPkaz"><img loading="lazy" src="https://i0.statig.com.br/imgs/whatsappiconwhite.png" alt="WhatsZapRooflab">Fique por dentro de todas as promoções em nossa comunidade no WhatsApp.</a></div>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/2026-10-23/saiba-tudo-sobre-o-notebook-mais-vendido-do-mercado-livre.html</link><dc:creator>Rian Fernandes</dc:creator><media:credit>Gerada por IA a partir de imagem real do produto - ChatGPT </media:credit><author>Rian Fernandes</author><keywords>Sucesso em vendas, notebook, tecnologia, notebook para estudar, notebook para trabalhar, achadinhos, Dell DC15, novidade</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5e15b984cfdcdae9506cb721</section></item><item><guid isPermaLink="false">6adbc8d365d934346a489f32</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 20:51:31 +0000</pubDate><title>O custo invisível da folha de pagamento: onde as empresas perdem dinheiro</title><description>Pagamentos de bônus, comissões e premiações sem planejamento podem elevar despesas e gerar riscos trabalhistas. Especialistas explicam como reconhecer funcionários, melhorar resultados e evitar custos desnecessários</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/75/c0/v1/75c0v1eqdq19jwiftzcns2otb.jpg"><figcaption>O custo invisível da folha de pagamento: onde as empresas perdem dinheiro<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>Reduzir custos sem comprometer a produtividade é um dos grandes desafios dos empresários brasileiros. Mas, enquanto muitas empresas revisam contratos, fornecedores e despesas operacionais, uma oportunidade de economia pode estar passando despercebida: a forma como remuneram e premiam seus funcionários.</p><p>Comissões, bônus e gratificações fazem parte da realidade de muitos negócios. O problema surge quando esses pagamentos são realizados sem planejamento, critérios bem definidos ou conhecimento das regras trabalhistas. Dependendo da modalidade adotada, o que deveria ser um incentivo pode acabar aumentando os encargos da folha e gerando passivos jurídicos.</p><p>E o desafio vai além das despesas. Segundo um levantamento da FGV IBRE, divulgado em janeiro de 2026, 62,3% das empresas brasileiras consultadas enfrentavam dificuldades para contratar ou reter profissionais no fim de 2025.</p><p>Entre as estratégias adotadas pelas organizações com esse problema, estavam o investimento em capacitação interna (43,4%) e a oferta de mais benefícios ou incentivos (36,2%).</p><p>O cenário coloca os empresários diante de uma questão: como manter profissionais motivados, melhorar os resultados e controlar os custos ao mesmo tempo?</p><p><strong>O risco de pagar mais e gastar ainda mais</strong></p><p>Uma prática comum nas empresas é oferecer bonificações financeiras para incentivar metas e recompensar resultados. Entretanto, nem todo pagamento adicional possui o mesmo tratamento na legislação.</p><p>Comissões, por exemplo, integram o salário e estão sujeitas aos respectivos encargos. Já os prêmios, quando atendem às condições estabelecidas no artigo 457 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), podem ser concedidos sem integrar a remuneração do empregado ou a base de cálculo dos encargos trabalhistas e previdenciários.</p><p>A possibilidade foi expressamente prevista pela Reforma Trabalhista de 2017, por meio da Lei nº 13.467. O texto considera como prêmios as liberalidades concedidas pelo empregador, em bens, serviços ou dinheiro, em razão de desempenho superior ao ordinariamente esperado.</p><p>Na prática, a legislação abre espaço para reconhecer resultados excepcionais sem necessariamente aumentar os custos da folha. Porém, o enquadramento depende da natureza do pagamento e do cumprimento das exigências legais.</p><p>Para Viviane Guimarães, diretora da Incentive, empresa com mais de 40 anos de experiência em soluções de premiação corporativa, a falta de conhecimento sobre essas diferenças pode comprometer o planejamento financeiro dos negócios.</p><p>"Muitos empresários já entendem a importância de incentivar suas equipes, mas ainda fazem isso de maneira informal. Quando a premiação não é estruturada corretamente, a empresa pode acabar gastando mais do que deveria e assumindo riscos que poderiam ser evitados."</p><p><strong>Como evitar que a premiação se transforme em uma ação trabalhista?</strong></p><p>O principal atrativo da premiação está na possibilidade de reconhecer desempenhos superiores sem acrescentar encargos trabalhistas e previdenciários à folha, desde que a verba esteja corretamente caracterizada.</p><p>Mas há cuidados importantes. A empresa precisa definir e documentar o desempenho normalmente esperado, demonstrar quais resultados justificaram a premiação e preservar as condições legais que diferenciam o prêmio de uma parcela salarial.</p><p>"A ausência de critérios claros e objetivos, associada à ausência de publicidade e a forma de se realizar o pagamento, incide em um risco emergencial à empresa, podendo ser descaracterizada a verba destinada à premiação e benefícios para verbas de natureza salarial, trazendo riscos jurídicos e consequências financeiras para a empresa", afirma Carla Azevedo Ortiz, advogada da Incentive.</p><p>A especialista destaca que a legislação admite prêmios habituais, mas exige que estejam vinculados a desempenho superior ao esperado. Além disso, as empresas devem manter registros capazes de demonstrar a origem, a justificativa e as condições de cada pagamento.</p><p>"A adoção de políticas bem estruturadas e a escolha na empresa de marketing de incentivo são essenciais para evitar problemas e reforça o papel estratégico do pagamento de prêmios ou benefícios como um instrumento de valorização dos colaboradores", complementa Carla.</p><p><strong>Reconhecer funcionários também pode melhorar a produtividade</strong></p><p>Além da preocupação com os encargos, existe outro custo que nem sempre aparece de forma clara nos relatórios financeiros: o impacto de equipes desmotivadas e da perda de bons profissionais.</p><p>Um estudo da Gallup em parceria com a Workhuman, que acompanhou mais de 3,4 mil trabalhadores entre 2022 e 2024, identificou que funcionários que recebiam reconhecimento de alta qualidade apresentaram probabilidade 45% menor de deixar a organização ao longo de dois anos, em comparação com aqueles que não recebiam o mesmo nível de reconhecimento.</p><p>O dado reforça a importância de tratar a valorização profissional como parte da estratégia de negócios, e não apenas como uma despesa adicional. Mas reconhecer não significa necessariamente aumentar o salário.</p><p>Campanhas de incentivo, ações de valorização e programas de recompensas podem complementar a remuneração tradicional e contribuir para o engajamento das equipes.</p><p>Ana Piacente, coordenadora de marketing da Incentive, afirma que campanhas de endomarketing que oferecem flexibilidade, como cartões pré-pagos e plataformas de pontos, são excelentes para engajar colaboradores. "Quanto mais flexíveis são os prêmios, mais satisfeitos ficam os colaboradores. Enquanto alguns preferem usar o valor para complementar a renda mensal, outros preferem destiná-lo a compras, viagens, jantares e experiências pessoais", afirma a coordenadora.</p><p><strong>Menos encargos, mais economia: quanto custa realmente premiar um funcionário?</strong></p><p>Um bônus de R$ 1.000 pago na folha salarial pode custar consideravelmente mais para a empresa. Isso porque, além do valor destinado ao colaborador, podem incidir contribuições previdenciárias, FGTS e outros encargos trabalhistas. Em uma empresa sujeita à contribuição previdenciária patronal de 20% e ao recolhimento de 8% de FGTS, um bônus salarial de R$ 1.000 pode representar, inicialmente, um desembolso de R$ 1.280, sem considerar outras contribuições e reflexos trabalhistas.</p><p>Já quando o pagamento se caracteriza legalmente como prêmio por desempenho superior ao esperado, o artigo 457 da CLT prevê que o valor não integra a remuneração nem constitui base de incidência de encargos trabalhistas e previdenciários.</p><p>Nesse exemplo, a diferença inicial pode chegar a R$ 280 a cada R$ 1.000 concedidos. Em uma campanha de R$ 100 mil, são R$ 28 mil em encargos que deixam de incidir, considerando as mesmas alíquotas da simulação.</p><p>Mas a eficiência financeira pode ir além da folha de pagamento.</p><p>Empresas que contratam serviços especializados de marketing de incentivo, como os oferecidos pela Incentive, contam com a emissão de nota fiscal referente à prestação dos serviços. Para negócios tributados pelo Lucro Real, essas despesas podem ser dedutíveis na apuração do IRPJ e da CSLL.</p><p>A dedução pode reduzir a base de cálculo dos tributos, gerando uma economia adicional sobre os gastos elegíveis.</p><p>Para Viviane Guimarães, diretora da Incentive, compreender essas diferenças é fundamental para o planejamento financeiro das empresas.</p><p>Mais do que incentivar resultados, estruturar corretamente as campanhas e seus pagamentos permite ao empresário melhorar o controle das despesas, avaliar oportunidades de eficiência tributária e evitar custos desnecessários.</p><p>Afinal, economizar não significa necessariamente premiar menos, mas reconhecer resultados com planejamento, documentação e segurança.</p><p><strong>O desafio não é apenas gastar menos, mas investir melhor</strong></p><p>Com a necessidade constante de controlar despesas e manter equipes produtivas, empresários precisam olhar com mais atenção para a forma como distribuem incentivos e reconhecem resultados.</p><p>A diferença entre um pagamento informal e uma premiação estruturada pode estar não apenas nos custos, mas também na segurança jurídica, no engajamento e na capacidade de acompanhar o retorno das ações.</p><p>Nesse cenário, oportunidades de economia não estão necessariamente em reduzir investimentos nas pessoas, mas em encontrar formas mais eficientes e seguras de valorizá-las.</p><p>Afinal, para uma empresa crescer de maneira sustentável, tão importante quanto aumentar o faturamento é saber onde está gastando, quais riscos está assumindo e como transformar cada investimento em resultado.</p><p>(11) 97859-1378</p><p><a target="_blank" rel="noopener" href="mailto:contato@incentive.com.br">contato@incentive.com.br</a></p><p><a target="_blank" rel="noopener" href="http://www.incentive.com.br">www.incentive.com.br</a></p><p><a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.instagram.com/incentive.premiacao/">https://www.instagram.com/incentive.premiacao/</a></p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-23/o-custo-invisivel-da-folha-de-pagamento--onde-as-empresas-perdem-dinheiro.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6adbc4a583ff03c93b5d2257</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 20:33:41 +0000</pubDate><title>Agro investe em tecnologia, mas problema dentro da porteira ameaça resultados</title><description>Com dificuldade para contratar e reter profissionais, produtores rurais buscam novas formas de motivar equipes, aumentar a produtividade e reconhecer quem faz o campo acontecer</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/12/bf/ot/12bfote623tr8firzt3x1uh91.jpg"><figcaption>Agro investe em tecnologia, mas problema dentro da porteira ameaça resultados<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>O agronegócio brasileiro nunca esteve tão tecnológico. Máquinas modernas, genética avançada e ferramentas de gestão transformaram a produtividade no campo. Mas, enquanto os investimentos em inovação crescem, um desafio continua preocupando os produtores: encontrar, motivar e manter bons profissionais.</p><p>A dificuldade de contratar mão de obra qualificada, a rotatividade e a falta de engajamento têm levado empresários rurais a repensar a maneira como administram suas equipes.</p><p>Para Lucas Siqueira, produtor agrícola em Guaíra (SP) e influenciador digital, a tecnologia sozinha não garante resultados.</p><p>"Você pode estar na melhor região, pode ter a melhor tecnologia e a melhor genética, mas se não tiver pessoas comprometidas à frente do seu negócio, você não vai atingir os seus objetivos."</p><p>O problema também passa por uma mudança no perfil dos trabalhadores. Salário e estabilidade continuam importantes, mas reconhecimento, capacitação e oportunidades de crescimento ganharam espaço nas relações de trabalho.</p><p>"Hoje você tem uma geração que adora reconhecimento. Então você precisa reconhecer, treinar e capacitar seu time para você ter o direito de cobrar dele", afirma Lucas.</p><p>Premiar a equipe pode ser uma solução. Mas como fazer isso sem aumentar os custos?</p><p>Diante desse cenário, programas de incentivo e premiação por desempenho surgem como alternativas para estimular a produtividade e valorizar profissionais que superam metas.</p><p>O desafio está na forma de pagamento.</p><p>Ainda é comum que produtores concedam bonificações em dinheiro sem regras formalizadas ou critérios objetivos. Dependendo das características do pagamento, essa prática pode gerar encargos adicionais e riscos trabalhistas.</p><p>A legislação, porém, prevê uma alternativa.</p><p>Com a Reforma Trabalhista, a Lei nº 13.467/2017 passou a prever que prêmios concedidos por liberalidade do empregador, em razão de desempenho superior ao ordinariamente esperado, não integram a remuneração nem a base de encargos trabalhistas e previdenciários, desde que atendidos os requisitos legais.</p><p>Isso permite estruturar programas de reconhecimento sem necessariamente elevar os custos da folha de pagamento. Mas a segurança depende do enquadramento correto da premiação, e não apenas da forma como ela é paga.</p><p>Segundo Viviane Guimarães, diretora da Incentive, empresa com mais de 40 anos de atuação em soluções para premiações corporativas, a informalidade é um dos principais problemas.</p><p>"Muitos produtores e empresários já entenderam que precisam incentivar suas equipes, mas ainda fazem isso de maneira informal. Quando não há estrutura, o que era para ser um incentivo pode se transformar em risco."</p><p>Para a especialista, estabelecer regras claras, metas mensuráveis e critérios de pagamento é fundamental para que o reconhecimento funcione como ferramenta de gestão.</p><p>"Quando existe um modelo bem definido e uma empresa contratada especializada, é possível reconhecer mais, com economia e segurança", explica.</p><p><strong>Reconhecer também é uma estratégia para reter talentos</strong></p><p>Mais do que uma recompensa financeira, o reconhecimento pode contribuir para criar vínculos entre os profissionais e o negócio. No campo, onde a experiência e o conhecimento das operações fazem diferença na produtividade, perder um bom colaborador pode significar custos com novas contratações, treinamento e adaptação.</p><p>Por isso, investir em capacitação, estabelecer metas claras e valorizar resultados são práticas que podem ajudar produtores a construir equipes mais comprometidas.</p><p>"Se as pessoas se sentirem felizes trabalhando na sua empresa e perceberem que também estão alcançando os sonhos delas, elas não vão querer ir embora", destaca Lucas.</p><p>"Para você ter um time sólido, que produz e que te entrega os resultados que você quer alcançar dentro do seu negócio, você precisa reconhecer as pessoas que caminham com você", comenta Lucas Siqueira, produtor rural e influenciador digital.</p><p><strong>Premiação estruturada também pode trazer vantagens fiscais ao produtor</strong></p><p>Além de estimular a produtividade e ajudar na retenção de profissionais, a premiação estruturada pode oferecer benefícios financeiros e tributários ao negócio rural.</p><p>Uma das vantagens de contar com empresas especializadas, como a Incentive, é a formalização dos pagamentos e a emissão de nota fiscal, permitindo maior controle e comprovação das despesas.</p><p>Para empresas tributadas pelo Lucro Real, despesas com programas de incentivo podem ser dedutíveis na apuração do Imposto de Renda e da CSLL, desde que atendam aos requisitos legais. Produtores rurais pessoas físicas também podem ter a possibilidade de considerar esses gastos na apuração do resultado da atividade rural, quando caracterizados como despesas de custeio necessárias e devidamente comprovadas.</p><p>Outro benefício está na economia de encargos trabalhistas e previdenciários. Quando a premiação atende às condições previstas na legislação, os valores podem não integrar a remuneração do trabalhador, evitando encargos adicionais sobre esses pagamentos.</p><p>Na prática, isso significa que o produtor pode reconhecer melhor sua equipe, controlar custos e ainda aproveitar oportunidades de eficiência tributária.</p><p>Por isso, mais do que escolher como pagar uma premiação, é importante contar com uma estrutura que ofereça documentação, controle e segurança jurídica.</p><p><strong>O futuro do agro também depende de quem trabalha nele</strong></p><p>A modernização do agronegócio continuará exigindo investimentos em tecnologia, infraestrutura e eficiência. Mas os resultados dessas iniciativas dependem diretamente das pessoas responsáveis por colocá-las em prática.</p><p>Nesse contexto, a gestão de pessoas deixa de ser apenas uma questão administrativa e passa a fazer parte da estratégia de produtividade das propriedades rurais.</p><p>Reconhecer profissionais, incentivar resultados e fazer isso com planejamento financeiro e segurança tributária pode ser um diferencial competitivo para o produtor.</p><p>Afinal, por trás de toda safra bem-sucedida, existe uma equipe que faz o trabalho acontecer.</p><p>Contatos:</p><p>(11) 97859-1378</p><p><a target="_blank" rel="noopener" href="mailto:contato@incentive.com.br">contato@incentive.com.br</a></p><p><a target="_blank" rel="noopener" href="http://www.incentive.com.br">www.incentive.com.br</a></p><p><a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.instagram.com/incentive.premiacao/">https://www.instagram.com/incentive.premiacao/</a></p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-23/agro-investe-em-tecnologia--mas-problema-dentro-da-porteira-ameaca-resultados.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6adbc17783ff03c93b5d2253</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 20:20:07 +0000</pubDate><title>Semana da Transformação em Saúde coloca futuro da medicina em debate</title><description>De 27 a 30 de outubro, encontro reúne TechWeek, Fórum de Ortopedia e Traumatologia e Congresso Nacional OPMED, com temas de prática clínica, gestão, pesquisa e mercado</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5c/ln/fk/5clnfk0nvq13ojlmos812d0fy.jpg"><figcaption>Semana da Transformação em Saúde coloca futuro da medicina em debate<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>Inteligência artificial, medicina baseada em valor, auditoria em ortopedia, segurança, incorporação de tecnologias e novas regras de fiscalização da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estão entre os temas da Semana da Transformação em Saúde, de 27 a 30 de outubro, no Multiplan Hall, em Ribeirão Preto.</p><p>Promovido pela Unimed Federação Nordeste Paulista, o encontro reúne a 6ª TechWeek, o 9º Fórum de Ortopedia e Traumatologia da Unimed Ribeirão Preto e o 7º Congresso Nacional OPMED. A agenda aborda assistência ao paciente, avaliação científica, regulação, sustentabilidade dos sistemas, gestão hospitalar e das operadoras, segurança jurídica e incorporação de novos recursos. A programação é voltada a médicos, pesquisadores, residentes, gestores, profissionais da saúde suplementar, empresas de tecnologia, hospitais, fornecedores e integrantes da cadeia de órteses, próteses e materiais especiais (OPME).</p><p>Para Daniel Martiniano Haber, diretor-presidente da Unimed Federação Nordeste Paulista, o encontro favorece uma análise das mudanças em curso na área. "O setor da saúde passa por mudanças que exigem das instituições uma visão de longo prazo. Cabe também à Federação criar espaços que ajudem cooperativas e profissionais a antecipar cenários, compreender tendências e tomar decisões com mais informação. A programação foi concebida com esse olhar: trazer para o presente um debate que terá impacto sobre a saúde nos próximos anos", afirma.</p><p><strong>Tecnologia além da área de TI</strong></p><p>A 6ª TechWeek, nos dias 27 e 28, aborda transformações digitais na gestão das operadoras e na rotina hospitalar, tendências tecnológicas, inteligência artificial, novos modelos de atendimento e gestão de equipes.</p><p>A futurista e engenheira Martha Gabriel, PhD em Artes, apresentará a palestra "Visão de futuro e o próximo nível da saúde". Piero Franceschi, CEO da StartSe Consulting, tratará de "A Nova Saúde: tendências, disrupções e o futuro da saúde suplementar". O médico Emerson Gasparetto, fundador e CEO da MD Educação, discutirá gestão de pessoas na saúde digital e ecossistemas de saúde.</p><p>A TechWeek terá ainda o Unimed AI Racer, hackathon voltado à inovação e à inteligência artificial. A atividade propõe a equipes multidisciplinares o desenvolvimento de protótipos para desafios da saúde suplementar, com aplicações direcionadas a cooperados, colaboradores e beneficiários.</p><p><strong>Ortopedia: auditoria, judicialização e protocolos</strong></p><p>No dia 28, das 14h às 18h, o Fórum de Ortopedia e Traumatologia conecta agentes do setor, com foco na redução de atritos que predispõem à judicialização.</p><p>O médico Marcio de Castro Ferreira, pós-doutor e integrante do Grupo de Cirurgia de Joelho da Unifesp, apresentará "Auditoria em ortopedia: conflito ou construção conjunta?". O advogado Ricardo Sordi Marchi, sócio responsável pela área de consumidor e direito da saúde do Brasil Salomão e Matthes Advocacia, abordará a judicialização.</p><p>Valério Ribeiro, assessor jurídico da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e de outras entidades médicas, discutirá segurança jurídica e proteção profissional do ortopedista. Renato Faria, coordenador da Auditoria Médica da Unimed Ribeirão Preto, tratará de protocolos assistenciais e redução de conflitos entre médicos e operadoras.</p><p><strong>OPMED: assistência e incorporação tecnológica</strong></p><p>Nos dias 29 e 30, o 7º Congresso Nacional OPMED leva o debate para especialidades, procedimentos e tecnologias relacionados a órteses, próteses e materiais especiais, reunindo temas clínicos, regulatórios, econômicos e jurídicos.</p><p>Participa o cirurgião Sidney Klajner, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein desde 2016, instituição que ocupa a 16ª posição no ranking The World's Best Hospitals 2026 (Newsweek/Statista), mantendo-se como o hospital mais bem colocado da América Latina. Membro do conselho do Institute for Healthcare Improvement (IHI), Klajner é autor de "A Revolução Digital da Saúde", porta-voz do ODS 3 pelo Pacto Global da ONU no Brasil e apontado pela FGV entre as dez lideranças de maior presença no LinkedIn no país.</p><p>A agenda inclui o médico Filipe Costa, especialista em cirurgia robótica e com atuação em Value-Based Health Care (VBHC), modelo que relaciona resultados para o paciente e recursos empregados na assistência. O jornalista Carlos Andreazza, âncora da CBN e colunista de O Globo, analisará as perspectivas do cenário nacional.</p><p>Também participam o neurocirurgião Luciano Furlanetti (Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto); Ismael Lombardi, com "Tecnologia em Neurocirurgia"; José Mario Alves Junior, doutor em Ciências Médicas e coordenador de Gestão e Valor em Saúde da Unimed Campinas; e Mário Francisco Real Gabrielli, com "Bucomaxilofacial de Alta Complexidade: Cirurgia Ortognática, Reconstrução Mandibular e Inovação em OPME", entre outros palestrantes.</p><p>Serão mais de 15 horas de conteúdo sobre evidências científicas, avaliação regulatória, definição de indicação, capacitação, infraestrutura, negociação, auditoria e acompanhamento de resultados. A Semana terá espaços para expositores e para a aproximação entre operadoras, hospitais, fabricantes, distribuidores, empresas de tecnologia e prestadores especializados.</p><p><strong>Conhecimento científico e decisão assistencial</strong></p><p>A relação entre evidências, protocolos e decisões na assistência e na gestão também integra a agenda, com conteúdos sobre tratamentos, dispositivos, procedimentos, planejamento, custos, segurança e avaliação de resultados.</p><p>Segundo Paulo G. S. Cruz Filho, diretor de OPME e vice-presidente da Federação, a programação conecta profissionais de diferentes etapas dessas decisões. "Na prática, as decisões em saúde envolvem agentes diversos. Uma indicação médica pode repercutir na gestão, na regulação e na cadeia de fornecimento, assim como uma mudança tecnológica ou normativa pode alterar a rotina assistencial. Reunir profissionais de referência no mercado durante a Semana de Transformação em Saúde permite confrontar experiências e compreender melhor os efeitos de cada decisão ao longo desse percurso", afirma.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-23/semana-da-transformacao-em-saude-coloca-futuro-da-medicina-em-debate.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6adbb85283ff03c93b5d2249</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 19:41:09 +0000</pubDate><title>A rival da JBL que faz sucesso no Mercado Livre por R$ 167</title><description>Soundcore Select 4 Go tem bateria anunciada de até 20 horas, proteção IP67 e mais de 5 mil avaliações no Mercado Livre</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ao/bs/ia/aobsia9jl78yjve5lhm2qb44e.jpg"><figcaption>Anker Select 4 Go é opção ultraportátil da categoria que faz sucesso no Mercado Livre<span class="copyright">Reprodução/Mercado Livre </span></figcaption></figure><p>A <strong>Soundcore Select 4 Go</strong>, da <strong>Anker</strong>, é uma <strong>caixa de som</strong> Bluetooth compacta, pensada para quem gosta de levar música para diferentes lugares. Com resistência à água e à poeira, bateria de longa duração e um formato portátil, o modelo disputa espaço no <strong>Mercado Livre</strong> com opções conhecidas da categoria, como a JBL Clip 5.</p><p>A Anker Select 4 Go reúne recursos que são úteis para passeios, viagens e momentos de lazer, inclusive em uso perto da piscina. Além da proteção IP67, a caixinha flutua e tem autonomia anunciada de até 20 horas de reprodução. Para quem ouve bastante música fora de casa e longe da tomada, o achadinho virou uma 'mão na roda'. </p><p>No Mercado Livre, a <a href="https://meli.la/2rgTG4t" target="_blank" rel="noopener nofollow">Soundcore Select 4 Go aparece em oferta relâmpago nesta sexta-feira (23): de R$ 379 por R$ 167</a>. Mas além do desconto, a caixinha de som também chama a atenção pela popularidade na plataforma. Ela ocupa o 9º lugar entre as caixas de som e subwoofers mais vendidos, acumula mais de 5 mil avaliações e tem nota média de 4,9 estrelas.</p><h2>O que a caixinha da Anker oferece?</h2><p class="    ">O tamanho compacto é um dos principais pontos positivos da <a href="https://meli.la/2rgTG4t" target="_blank" rel="noopener nofollow">caixinha Anker. Por ser portátil, a Soundcore Select 4 Go</a> pode acompanhar diferentes situações do dia a dia. A conexão Bluetooth permite reproduzir músicas sem depender de uma conexão física com o celular.</p><p>Outro destaque é a bateria. No entanto, apesar da autonomia ser de até 20 horas, o tempo real de funcionamento pode variar conforme as condições de uso. </p><p>A resistência também faz parte do conjunto. A caixa conta com <a href="https://igmais.ig.com.br/2025-01-20/ip67--ip68-e-ip69--saiba-o-que-significam-nos-eletronicos.html">certificação IP67</a>, que oferece proteção contra poeira e permite imersão temporária em água dentro das condições previstas para essa classificação. Além disso, a Anker Select 4 Go flutua, o que pode fazer a diferença em atividades próximas à piscina e em passeios aquáticos.</p><p>Com isso, a pequena caixinha de som é fácil de transportar e está preparada para acompanhar o usuário em ambientes internos e externos. Para quem quer ouvir música durante atividades de lazer, a combinação de portabilidade, autonomia e resistência é o que pesa na escolha.</p><h2>Anker Select 4 Go ou JBL Clip 5?</h2><p>A <a href="https://meli.la/2rgTG4t" target="_blank" rel="noopener nofollow">Soundcore Select 4 Go</a> concorre com a linha JBL Clip, especialmente com a Clip 5. As duas são caixas Bluetooth compactas, voltadas ao transporte e com proteção IP67. No entanto, há diferenças que merecem atenção antes da compra.</p><p>A primeira está na bateria. A Anker anuncia até 20 horas de reprodução para a Select 4 Go, enquanto a autonomia da JBL Clip 5 fica em torno de 12 horas. Para quem prioriza passar mais tempo ouvindo música sem recarregar o aparelho, esse pode ser um argumento favorável ao modelo da Soundcore.</p><p>Já a JBL Clip 5 tende a oferecer som mais potente e graves mais presentes. Ela também conta com um mosquetão integrado, que facilita prender a caixa à mochila, ao cinto, ao chuveiro ou a outros pontos de apoio. Na Select 4 Go, o transporte é feito por uma alça ou presilha. </p><p>O preço é outra diferença importante. Enquanto a Soundcore Select 4 Go aparece por R$ 167, a <a href="https://meli.la/2CNxauq" target="_blank" rel="noopener nofollow">JBL Clip 5 tem preço informado de R$ 342,11, abaixo do valor original de R$ 419</a>. A oferta da caixinha da JBL também está disponível no Mercado Livre e <a href="https://meli.la/2CNxauq" target="_blank" rel="noopener nofollow">pode ser vista clicando aqui</a>. </p><p>Assim, a Anker chama a atenção pelo preço menor e pela autonomia, enquanto a <a href="https://meli.la/2CNxauq" target="_blank" rel="noopener nofollow">JBL Clip 5</a> pode interessar a quem prioriza potência sonora e praticidade para prender a caixa em bolsas e mochilas.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5z/bf/dv/5zbfdvvpco67udybwflkpdxay.jpg"><figcaption>JBL Clip 5 é uma das caixinhas ultraportáteis mais vendidas da categoria<span class="copyright">Reprodução/JBL (https://www.jbl.com.br/) </span></figcaption></figure><h2 class="  ">Avaliações ajudam a entender o sucesso</h2><p>A <a href="https://meli.la/2rgTG4t" target="_blank" rel="noopener nofollow">Soundcore Select 4 Go tem mais de 5 mil avaliações no Mercado Livre</a> e média de 4,9 estrelas. Esses números indicam uma recepção positiva entre os compradores que avaliaram o produto na plataforma. </p><p>Em um dos comentários publicados por quem comprou o modelo, a relação entre preço e recursos aparece como um dos motivos para a satisfação. </p><p><em>“É uma compra excelente tanto pelo preço quanto pelo que oferece, a soundcore é uma marca bastante equilibrada em relação à relação qualidade-preço e, falando sério, quando se trata de qualidade-preço, a soundcore nunca decepciona”, </em>comentou o usuário.</p><h2>Oportunidade no Mercado Livre</h2><p>A Soundcore Select 4 Go pode entrar na lista de opções de quem procura uma caixa Bluetooth compacta, com bateria robusta e preço menor que uma JBL. A proteção IP67 e a capacidade de flutuar também chamam a atenção dos fãs de música. </p><p>Por outro lado, quem considera indispensáveis graves mais fortes ou um mosquetão integrado deve levar em conta as diferenças para uma JBL, como a Clip 5. </p><p>No entanto, aqui vai um alerta: para quem teve interesse pela Anker Select 4 Go, vale destacar que o preço atual é de uma oferta relâmpago. Assim, o valor e as condições podem mudar a qualquer momento. <a href="https://meli.la/2rgTG4t" target="_blank" rel="noopener nofollow">Clique aqui e confira!</a></p><div>

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<div id="WhatsZapRooflab"><a target="blank" rel="noopener noreferrer" href="https://chat.whatsapp.com/F0s9EhP2cYALXnR8ntPkaz"><img loading="lazy" src="https://i0.statig.com.br/imgs/whatsappiconwhite.png" alt="WhatsZapRooflab">Fique por dentro de todas as promoções em nossa comunidade no WhatsApp.</a></div>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/2026-10-23/a-rival-da-jbl-que-faz-sucesso-no-mercado-livre-por-menos-de-r--170.html</link><dc:creator>Rian Fernandes</dc:creator><media:credit>Reprodução/Mercado Livre </media:credit><author>Rian Fernandes</author><keywords>Compacta e robusta, caixinha de som, Soundcore Select 4 Go, JBL Clip 5, Anker, eletroportáteis, achadinhos, novidade, Mercado Livre, caixa de som</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5e15b984cfdcdae9506cb721</section></item><item><guid isPermaLink="false">6adbb7ef83ff03c93b5d2247</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 19:39:27 +0000</pubDate><title>Sob gestão de três mulheres, FM&amp;V Advocacia aposta em expansão internacional</title><description>À frente do escritório, Paula Melo, Patricia Melo e Káthya Sena aliam experiência jurídica e visão empresarial para desenvolver um modelo de atuação conectado às demandas dos negócios</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/13/kj/74/13kj74nk4q0u4ow7gxjawc8br.jpg"><figcaption>Sob gestão de três mulheres, FM<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>Como preparar um escritório de advocacia para atender empresas cujas demandas ultrapassam processos judiciais e fronteiras geográficas? No Amazonas, essa pergunta orienta os planos de Paula Melo, Patricia Melo e Káthya Sena. À frente do <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.instagram.com/fmv.advocacia/">FM&V Advocacia</a>, as três advogadas conduzem uma estratégia que aproxima conhecimento jurídico, tecnologia e gestão, com perspectivas de expansão nacional e presença no exterior.</p><p>Com mais de 15 anos de atuação na advocacia consultiva e contenciosa, o escritório atende pessoas físicas, empresas nacionais e multinacionais. A experiência acumulada sustenta uma proposta de crescimento que busca combinar atendimento personalizado, prevenção de riscos e compreensão dos desafios empresariais.</p><p>Nesse modelo, o trabalho jurídico acompanha decisões que começam antes de uma disputa chegar à Justiça. A análise de contratos, a identificação de riscos e o suporte às operações passam a integrar uma atuação voltada também à continuidade e ao desenvolvimento dos negócios.</p><p><strong>Tecnologia com atendimento individualizado</strong></p><p>Entre os eixos apresentados pelas gestoras estão tecnologia, inteligência artificial, desenvolvimento de sistemas, automação e aprimoramento da gestão. A proposta é ampliar a capacidade de atendimento e organizar demandas em escala, preservando a análise individual de cada caso.</p><p>O desafio está em transformar essas ferramentas em benefícios concretos para os clientes: agilidade, organização das informações e maior disponibilidade da equipe para questões que exigem interpretação jurídica e decisões estratégicas.</p><p>A estrutura do <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.instagram.com/fmv.advocacia/">FM&V</a> reúne profissionais especializados e uma rede de escritórios correspondentes, que oferece suporte em diferentes regiões. O fortalecimento dessa atuação integra a visão de crescimento nacional das três gestoras.</p><p><strong>Do Amazonas ao mercado internacional</strong></p><p>No horizonte do escritório está o projeto de estabelecer parcerias no exterior para apoiar empresas estrangeiras interessadas em investir e operar no Brasil. A iniciativa pretende aproximar esses negócios do suporte jurídico necessário para compreender o ambiente brasileiro e estruturar suas operações.</p><p>A perspectiva internacional parte de uma trajetória construída na Amazônia e amplia o alcance pretendido pelas gestoras. Para o <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.instagram.com/fmv.advocacia/">FM&V Advocacia</a>, crescer envolve desenvolver uma estrutura capaz de acompanhar clientes com necessidades que atravessam diferentes mercados.</p><p><strong>Três gestoras, uma estratégia de futuro</strong></p><p>A condução do escritório por Paula Melo, Patricia Melo e Káthya Sena acrescenta à pauta uma dimensão de liderança feminina na gestão de negócios jurídicos.</p><p>A entrevista com as sócias pode revelar como elas dividem responsabilidades, conciliam diferentes experiências e transformam decisões de gestão em mudanças no atendimento.</p><p>É nessa prática que a proposta de reinventar a advocacia ganha consistência: na combinação entre domínio técnico, organização empresarial e capacidade de acompanhar novas demandas, mantendo a ética, a transparência e a confiança como fundamentos da relação com os clientes.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-23/sob-gestao-de-tres-mulheres--fm-v-advocacia-aposta-em-expansao-internacional.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6adbb52083ff03c93b5d2244</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 19:27:29 +0000</pubDate><title>Axis Communications destaca integração de tecnologias no SEG Summit</title><description>Patrocinadora master do evento, empresa participou de painéis com CommScope e Milestone e apresentou ao mercado soluções que vão além do videomonitoramento, ampliando as possibilidades de uma segurança mais inteligente e conectada</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/41/5r/4g/415r4go4k7au2snmd4zeg2anz.jpg"><figcaption>Axis Communications destaca integração de tecnologias no SEG Summit<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>A <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.axis.com/pt-br">Axis Communications</a>, líder em soluções de vídeo em rede, participou do SEG Summit 2026, realizado nesta quarta-feira (21), no Distrito Anhembi, em São Paulo. Como patrocinadora master do encontro, a companhia reforçou seu compromisso com a inovação, a integração de tecnologias e o desenvolvimento do ecossistema de segurança eletrônica no Brasil.</p><p>Durante o evento, a Axis promoveu encontros com clientes, parceiros e profissionais do setor, destacando as possibilidades de integração entre videomonitoramento, análise inteligente de imagens, áudio em rede e controle de acesso. A proposta foi demonstrar como essas tecnologias podem contribuir para operações mais eficientes, decisões mais assertivas e ambientes mais seguros.</p><p>A participação também contou com dois painéis no SEG Summit Sessions, realizados em parceria com empresas do ecossistema de segurança. O primeiro painel reuniu Sergio Fukushima, da Axis Communications, e Carlos Eduardo Melo, da CommScope, para abordar o tema "Infraestrutura simplificada". A apresentação destacou como a integração entre as soluções das duas empresas pode trazer benefícios econômicos, facilitar as instalações e contribuir para a eficiência dos projetos.</p><p>Já Alex Fernandes, da Axis Communications, e Eduardo Menk, da Milestone, participaram do painel "Muito além do videomonitoramento". A conversa abordou como a integração entre diferentes soluções tecnológicas permite unificar a gestão de segurança e ampliar as possibilidades de aplicação das informações captadas pelos sistemas de vídeo.</p><p>Além da programação de conteúdo, a Axis marcou presença em diferentes espaços do evento, incluindo os ambientes de seus parceiros Milestone e Genetec, o camarote WDC e a área de relacionamento. A atuação da equipe brasileira teve como objetivo ampliar o diálogo com o mercado, fortalecer parcerias e aproximar as tecnologias das necessidades dos clientes e integradores.</p><p>"Foi incrível estar no SEG Summit 2026. O evento nos ajudou a criar ainda mais conexões, falar de negócios e mostrar tudo o que estamos trazendo para o nosso mercado. Muito obrigado a todos que vieram conversar conosco e estiveram em nosso estande", afirmou <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.linkedin.com/in/lu%C3%ADs-ceciliato-40165a53/">Luis Ceciliato</a>, gerente nacional da Axis Communications.</p><p>A companhia também participou de momentos de relacionamento com os palestrantes, por meio das entregas de troféus na sala VIP, reforçando sua presença na programação do encontro. Antes do show de encerramento, estava prevista ainda a exibição de um vídeo institucional da Axis no telão principal, destacando a marca e sua atuação no mercado.</p><p>Com sua participação no SEG Summit 2026, a Axis reforçou a importância da colaboração entre fabricantes, integradores e parceiros para impulsionar a evolução da segurança eletrônica. A companhia segue apostando em soluções conectadas e em um ecossistema aberto de tecnologias para atender às novas demandas de segurança e eficiência das organizações.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-23/axis-communications-destaca-integracao-de-tecnologias-no-seg-summit.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6adbb0c883ff03c93b5d223a</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 19:08:59 +0000</pubDate><title>Mercado Livre derruba preços de geladeiras Frost Free hoje</title><description>Ofertas incluem modelos Brastemp, Electrolux, Midea e LG, com capacidades de 380 a 451 litros</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9t/n2/rm/9tn2rmyuh3k67ekuttl98exgr.jpg"><figcaption>Geladeira Frost Free Midea está em oferta no Mercado Livre<span class="copyright">Reprodução/Mercado Livre </span></figcaption></figure><p>Trocar de <strong>geladeira</strong> pode pesar no orçamento, mas comparar preços e características ajuda a encontrar um modelo que combine com a rotina da casa. No <strong>Mercado Livre</strong>, cinco <strong>ofertas</strong> de marcas conhecidas chamam a atenção por descontos que chegam a quase R$ 2 mil em relação ao preço normal. </p><p>A lista inclui modelos Brastemp, Electrolux, Midea e LG, com valores que começam em R$ 2.375,63 e chegam a R$ 4.923,71. A maior diferença aparece na Electrolux Frost Free de 431 litros, anunciada por R$ 4.923,71, abaixo do preço de R$ 6.879 anunciado anteriormente.</p><p>Mas não é só o desconto que deve entrar na conta. Capacidade interna, organização do freezer, sistema de degelo e eficiência energética também influenciam a escolha. Afinal, uma geladeira precisa atender às compras da casa e caber no espaço disponível. </p><p>Abaixo, você confere a lista e informações sobre as<a href="https://meli.la/2jAZGVc" target="_blank" rel="noopener nofollow"> geladeiras em oferta</a> selecionadas na lista preparada pelo <a href="https://igmais.ig.com.br/" target="_blank" rel="noopener nofollow">iG Mais</a>.</p><h2>1. Brastemp Frost Free Duplex 385 litros</h2><p>A <a href="https://meli.la/2avEJ22" target="_blank" rel="noopener nofollow">Brastemp BRM46MB aparece de R$ 3.049 por R$ 2.375,63</a>. Com capacidade total de 385 litros, o modelo duplex tem espaço para organizar alimentos em diferentes compartimentos e pode atender famílias de médio porte, conforme a rotina de armazenamento.</p><p>Um dos destaques é a tecnologia Xpert Inverter, que, segundo a descrição do produto, pode reduzir o consumo de energia em até 33%. O modelo também conta com Safe Power, que mantém o congelamento dos alimentos por até 12 horas em caso de interrupção de energia.</p><p>Outro recurso é o Turbo Freezer, que permite acelerar o resfriamento de bebidas e alimentos por meio do controle manual de temperatura. As prateleiras de vidro temperado, a gaveta multiuso e o compartimento para vegetais completam a organização interna.</p><p>O desconto é de R$ 673,37. Para quem procura uma geladeira duplex de 385 litros, vale comparar os recursos oferecidos com as necessidades da casa. <a href="https://meli.la/2avEJ22" target="_blank" rel="noopener nofollow">Clique aqui e veja a oferta!</a></p><h2>2. Electrolux Frost Free AutoSense 380 litros</h2><p>A <a href="https://meli.la/2vh6Ap3" target="_blank" rel="noopener nofollow">Electrolux IF41 também tem preço em oferta nesta sexta-feira (23): de R$ 3399 por R$ 2.564,05</a>. A diferença é de R$ 834,95.</p><p>Com 380 litros de capacidade, o modelo reúne sistema Frost Free e tecnologia AutoSense, que ajusta automaticamente a temperatura para manter os alimentos frescos por mais tempo. O sistema Frost Free elimina a necessidade de descongelamento manual.</p><p>A geladeira também tem compressor Inverter, com economia de energia anunciada de até 42%, além de classificação energética A e iluminação interna em LED.</p><p>Esses recursos podem interessar a quem busca uma geladeira para o uso diário e valoriza a praticidade na manutenção. Antes de comprar, vale considerar se os 380 litros atendem ao volume de alimentos armazenado pela família e se as dimensões são adequadas ao espaço disponível. <a href="https://meli.la/2vh6Ap3" target="_blank" rel="noopener nofollow">Veja a oferta no Mercado Livre clicando aqui.</a></p><h2>3. Midea Frost Free Duplex Inox 425 litros</h2><p>A <a href="https://meli.la/1qdgQLb" target="_blank" rel="noopener nofollow">geladeira Midea MD-RT572EVD46 aparece por R$ 2.599</a>, abaixo do valor de R$ 3.699. O desconto, conforme o anúncio, é de R$ 1.100. Ainda há possibilidade de parcelamento em até 10x sem juros. </p><p>O modelo tem capacidade total de 425 litros, distribuída entre um refrigerador de 305 litros e um freezer de 120 litros. O acabamento em inox e a configuração duplex são outros pontos para considerar na comparação.</p><p>O sistema de degelo é No Frost, que dispensa o descongelamento manual. Há, porém, uma diferença importante em relação a alguns dos outros modelos da seleção: essa geladeira não tem tecnologia Inverter.</p><p>Para quem precisa de mais espaço interno, os 425 litros podem ser um diferencial, desde que o aparelho caiba na cozinha. <a href="https://meli.la/1qdgQLb" target="_blank" rel="noopener nofollow">Confira a disponibilidade no Mercado Livre clicando aqui.</a></p><h2>4. LG Smart Frost Free Inverter Inverse 451 litros</h2><p>A <a href="https://meli.la/2HiVLVV" target="_blank" rel="noopener nofollow">LG Smart Frost Free Inverter de 451 litros aparece por R$ 3.919</a>, um desconto de R$ 1.107,17 em comparação com o valor original de R$ 5.026,17. </p><p>Um destaque dessa geladeira é a configuração Inverse, com o freezer na parte inferior e o refrigerador na parte superior. Essa disposição pode ser interessante para quem abre a parte destinada aos alimentos frescos com mais frequência e prefere deixá-la em uma posição mais acessível.</p><p>A capacidade total de 451 litros está dividida em 329 litros no refrigerador e 122 litros no freezer. O compartimento de congelados tem três gavetas transparentes, enquanto as prateleiras de vidro temperado podem ser ajustadas em altura para acomodar recipientes de diferentes tamanhos.</p><p>O compressor Smart Inverter é descrito como um recurso que mantém a temperatura interna constante e reduz o nível de ruído durante o funcionamento. O sistema Frost Free também dispensa o degelo manual.</p><p>É uma opção para quem procura mais espaço e prefere a configuração com freezer embaixo. A diferença de preço em relação aos modelos mais baratos deve ser avaliada junto com a capacidade e a disposição dos compartimentos. <a href="https://meli.la/2HiVLVV" target="_blank" rel="noopener nofollow">Clique aqui e confira!</a></p><h2>5. Electrolux Frost Free 431 litros Inox</h2><p>A Electrolux ES40S tem o maior desconto em reais entre as cinco ofertas: o <a href="https://meli.la/2XRudEw" target="_blank" rel="noopener nofollow">preço caiu de R$ 6.879 para R$ 4.923,71</a>. A diferença é de R$ 1.955,29, quase R$ 2 mil, conforme já informado. </p><p>O modelo tem capacidade de 431 litros, acabamento em inox e alimentação bivolt, com especificação de 127/220 V. Entre os recursos estão o sistema Frost Free, o painel de controle digital e a tecnologia Inverter.</p><p>A geladeira também conta com classificação energética A e freezer side by side de 164 litros, com duas gavetas para organizar os alimentos congelados.</p><p>O painel digital permite ajustar as temperaturas sem precisar abrir as portas. Já a configuração side by side oferece uma disposição diferente dos compartimentos, que pode agradar a quem procura uma organização específica para o freezer.</p><p>O preço, no entansto, é o maior da lista. A compra faz mais sentido para quem procura os recursos e a capacidade desse modelo. A <a href="https://meli.la/2XRudEw" target="_blank" rel="noopener nofollow">Electrolux com freezer side by side está disponível no Mercado Livre clicando aqui. </a></p><h2>Dicas para escolher uma geladeira sem errar</h2><p>Antes de decidir, o primeiro passo é medir o espaço onde o eletrodoméstico será instalado. Confira largura, altura e profundidade, além da área necessária para abrir as portas. Também é importante verificar o caminho até a cozinha, incluindo portas de entrada, corredores, escadas e elevadores, para evitar problemas na entrega.</p><p>A capacidade deve acompanhar o tamanho da família e os hábitos de compra. Uma geladeira de 380 a 385 litros pode atender a muitas casas, enquanto modelos de 425 a 451 litros oferecem mais espaço para quem guarda mais alimentos. O volume necessário depende, porém, da quantidade armazenada e do espaço destinado ao freezer.</p><p>O tipo de abertura também merece atenção. Nos modelos duplex tradicionais, o freezer fica na parte superior. Nas versões Inverse, ele fica embaixo, deixando o refrigerador na parte superior. Já a configuração side by side divide os compartimentos em áreas lado a lado.</p><p>Outro critério é a eficiência energética. Recursos como <a href="https://igmais.ig.com.br/2026-08-10/inverter-faz-diferenca-na-conta-de-luz--veja-quando-vale.html">compressor Inverter</a> e classificação energética devem ser considerados na comparação.</p><p>Por fim, observe se o sistema Frost Free, as gavetas, as prateleiras e os controles atendem às suas necessidades. Recursos extras são mais úteis quando combinam com a rotina da casa, mas não devem ser prioridade se não houver a pretensão de usar com frequência.</p><div>

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<div id="WhatsZapRooflab"><a target="blank" rel="noopener noreferrer" href="https://chat.whatsapp.com/F0s9EhP2cYALXnR8ntPkaz"><img loading="lazy" src="https://i0.statig.com.br/imgs/whatsappiconwhite.png" alt="WhatsZapRooflab">Fique por dentro de todas as promoções em nossa comunidade no WhatsApp.</a></div>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/2026-10-23/mercado-livre-derruba-precos-de-geladeiras-frost-free.html</link><dc:creator>Rian Fernandes</dc:creator><media:credit>Reprodução/Mercado Livre </media:credit><author>Rian Fernandes</author><keywords>Sonho na cozinha, cozinha  mercado, Mercado Livre, achadinhos, Electrolux, Midea, LG, Brastemp, geladeira Frost Free, ofertas, novidade</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5e15b984cfdcdae9506cb721</section></item><item><guid isPermaLink="false">6adbab4d83ff03c93b5d222d</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:45:33 +0000</pubDate><title>Daniel Lancaster exibe cockpit antes da etapa de Brasília no Endurance</title><description>Piloto da Autlog Racing mostra o Ligier P320 #22 e detalhes da corrida</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2v/tc/d3/2vtcd33l26z5rpvyk7ezjsi2h.jpg"><figcaption>Daniel Lancaster exibe cockpit antes da etapa de Brasília no Endurance<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>A poucos dias de mais uma etapa do Endurance Brasil, em Brasília, o piloto Daniel Lancaster decidiu mostrar ao público uma perspectiva que costuma ficar restrita aos competidores: a visão de dentro de um protótipo em movimento. Em um vídeo gravado a bordo do Ligier P320 #22, ele apresenta o ambiente do cockpit e convida os fãs a acompanhar, de perto, parte da experiência de quem disputa corridas de longa duração.</p><p>O registro destaca um aspecto fundamental do automobilismo: a velocidade percebida pelo piloto é diferente daquela observada das arquibancadas ou pela televisão. No espaço compacto do carro, cada movimento exige atenção. A leitura do traçado, a escolha do ponto de frenagem e a resposta aos comandos fazem parte de uma sequência de decisões tomadas em frações de segundo.</p><p>Integrante da Autlog Racing, Daniel Lancaster divide a condução do Ligier P320 #22 com Flávio Abrunhosa e André Moraes Jr. O trio se prepara para a etapa de Brasília com um desafio que vai além de completar voltas rápidas. Nas provas de endurance, a regularidade, a comunicação com os boxes e o cuidado com o equipamento têm peso decisivo ao longo da disputa.</p><p>A troca de pilotos também impõe uma dinâmica particular. Cada integrante precisa compreender o comportamento do carro, adaptar a condução às condições da pista e transmitir informações relevantes aos companheiros. Para a equipe, o trabalho envolve acompanhar o desempenho do protótipo e planejar intervenções que preservem sua competitividade durante a corrida.</p><p>O vídeo divulgado por Lancaster ajuda a traduzir essa rotina para quem acompanha o esporte à distância. Ao colocar a câmera no ponto de vista do cockpit, o piloto evidencia a proximidade do volante, dos instrumentos e da pista. O conteúdo permite observar como a concentração se mantém mesmo diante da sucessão de curvas, acelerações e frenagens.</p><p>A participação em Brasília também representa uma novidade visual para a Autlog Racing. O Ligier P320 #22 passa a exibir a marca ELF, anunciada como parceira para fortalecer a trajetória da equipe na competição. A presença da nova marca no protótipo integra a preparação para a etapa e acompanha o trio neste momento da temporada.</p><p>Para Daniel Lancaster, o fim de semana tem ainda um significado pessoal. O piloto retomou oficialmente sua trajetória nas pistas em 2025, depois de 18 anos afastado das competições. Desde então, vem compartilhando registros dos bastidores dessa nova fase, aproximando o público não apenas dos resultados, mas também da preparação e das exigências do automobilismo.</p><p>A volta às corridas envolve recuperar referências, construir entrosamento e acompanhar a evolução de um ambiente esportivo em que tecnologia e estratégia caminham juntas. Em uma categoria de resistência, a experiência do piloto precisa dialogar com as informações fornecidas pela equipe e com as condições que se apresentam ao longo de cada prova.</p><p>Ao mostrar o interior do Ligier, Lancaster também chama atenção para o preparo físico e mental exigido na modalidade. A permanência no cockpit, o esforço para manter a precisão e a necessidade de tomar decisões contínuas tornam a resistência parte do desempenho. Mesmo quando a velocidade chama mais atenção, é a capacidade de sustentar a concentração que ajuda a definir uma atuação consistente.</p><p>A divulgação do vídeo antes da etapa de Brasília reforça a conexão entre pilotos e torcedores. Em vez de apresentar apenas imagens externas do carro, Daniel Lancaster oferece uma experiência mais próxima da realidade de quem está ao volante. O material funciona como uma prévia do que será vivido na pista e amplia o interesse pelos detalhes técnicos de uma corrida de endurance.</p><p>Com Flávio Abrunhosa e André Moraes Jr., Lancaster chega ao compromisso na capital federal concentrado em mais uma oportunidade de evolução coletiva. O desempenho dependerá da combinação entre ritmo, estratégia e execução ao longo da prova, fatores que tornam cada etapa um novo teste para pilotos e equipe.</p><p>Enquanto os preparativos avançam, o registro a bordo do Ligier P320 #22 transforma a expectativa da corrida em uma experiência compartilhada. Para o público, é a chance de enxergar o automobilismo por outro ângulo. Para Daniel Lancaster, é mais uma maneira de contar a história de seu retorno às pistas, agora diretamente do lugar onde cada decisão acontece: o cockpit. O conteúdo também destaca o trabalho coletivo por trás de cada volta, do ajuste da estratégia à comunicação constante com seus boxes.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-23/daniel-lancaster-exibe-cockpit-antes-da-etapa-de-brasilia-no-endurance.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6adbaa9683ff03c93b5d222c</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:42:30 +0000</pubDate><title>Camerata Caipira leva espetáculo sobre fauna do Cerrado a escolas de Pirenópolis</title><description>Com canções autorais, bonecos e ritmos brasileiros, o espetáculo &quot;É o Bicho!&quot; terá quatro sessões gratuitas para escolas públicas nos dias 27 de outubro e 9 de novembro</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5e/8u/po/5e8upo6tcookkhcgf3nx7r070.jpg"><figcaption>Camerata Caipira leva espetáculo sobre fauna do Cerrado a escolas de Pirenópolis<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>Música, brincadeiras e educação ambiental se encontram no espetáculo cênico-musical infantil "É o Bicho!", da Camerata Caipira, que será apresentado em duas instituições da rede pública de educação infantil de Pirenópolis. A programação prevê duas sessões no Complexo Municipal de Educação, no dia 27 de outubro, e outras duas na Creche Criança Cidadã, em 9 de novembro, sempre às 8h e às 14h. Gratuitas e exclusivas para estudantes das instituições participantes, as apresentações devem alcançar aproximadamente 600 crianças de dois a seis anos. A montagem nasceu da pesquisa musical do grupo sobre os animais do Cerrado, que deu origem à coletânea "Cadê o Bicho que Tava Aqui?", lançada em 2019. O trabalho ganhou outras canções e videoclipes animados até chegar ao formato cênico-musical, com direção de Andréa Jabor.</p><p>A Camerata Caipira é formada por Edson Arcanjo (violão), Isabella Rovo (voz), Nelson Latif (violão de sete cordas e cavaquinho), Sandro Alves (percussão) e Victor Batista (voz e viola caipira). Nascidos em diferentes cidades brasileiras, os integrantes desenvolvem uma sonoridade que combina cordas, vozes e percussão em arranjos contemporâneos ligados à cultura popular. "A proposta do espetáculo nasceu de um trabalho musical dedicado aos animais do Cerrado. Percebemos que, apesar de muitas pessoas viverem nesse bioma, ainda existe pouco material infantil voltado à fauna da nossa região. Queremos contribuir para mudar esse cenário, apresentando essa riqueza às crianças de uma maneira lúdica, musical e divertida", explica Isabella Rovo, cantora, educadora e produtora cultural da Camerata Caipira.</p><p><strong>Música e brincadeiras para descobrir o Cerrado</strong></p><p>Em "É o Bicho!", os animais se tornam personagens por meio de fantoches, máscaras, bonecos e bichos de pelúcia. Entre as cenas estão um sapo representado por fantoche, um tucano com máscara e uma coreografia de samba-rock associada ao lobo-guará. Uma anta de pelúcia também circula pela plateia, permitindo que as crianças interajam com o personagem.</p><p>A música é o fio condutor da apresentação. Maracatu, frevo, coco, rap e samba de roda estão entre as referências do repertório, formado por canções autorais. Palmas, trava-línguas, movimentos e brincadeiras com a plateia convidam os pequenos a participar. "Além de conhecer os animais, as crianças fazem um passeio pelos ritmos da música brasileira. A música permite trabalhar a curiosidade, a percepção sonora e o movimento, ao mesmo tempo em que apresenta a diversidade cultural do país. É uma experiência artística que também abre espaço para conversar sobre o cuidado com a natureza", afirma a artista.</p><p><strong>Adaptação e acessibilidade</strong></p><p>Embora a montagem tenha sido concebida principalmente para crianças de quatro a seis anos, as sessões na Creche Criança Cidadã serão adaptadas para atender também aos pequenos a partir dos dois anos. O projeto prevê interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras), disponibilização de fones abafadores de ruído para crianças com sensibilidade auditiva, incluindo crianças autistas, e acompanhamento de um profissional de acolhimento para auxiliar quem precisar de atenção específica durante a atividade. "É importante pensar a experiência para as crianças que vão participar, considerando suas idades e suas diferentes necessidades. Por isso, a adaptação da montagem e os recursos de acessibilidade fazem parte desse cuidado. Queremos que elas tenham a oportunidade de vivenciar a música e o teatro de uma maneira acolhedora, respeitosa e significativa", ressalta Isabella.</p><p><strong>Circulação nas escolas</strong></p><p>As apresentações integram um projeto contemplado pelo Edital de Infância e Juventude na Cultura - PNAB 2026, da Secretaria de Estado da Cultura de Goiás, na Categoria A - Apresentações Culturais para a Primeira Infância - Experiências.</p><p>Isabella Rovo explica que o financiamento público permite ampliar a circulação do espetáculo e levar o trabalho diretamente às instituições de ensino. "Quando as políticas públicas apoiam projetos culturais, elas ajudam a tornar possíveis a criação e a circulação de trabalhos autorais. Neste caso, conseguimos levar uma experiência artística para dentro das instituições de ensino e proporcionar às crianças um contato com a música, o teatro e a riqueza da fauna do Cerrado. É uma oportunidade de contribuir para a formação de público e despertar, desde cedo, o interesse pela cultura e pela preservação ambiental", conclui a artista.</p><p><strong>Serviço</strong></p><p>Espetáculo: "É o Bicho!", da Camerata Caipira | Apresentações gratuitas em escolas públicas de Pirenópolis (GO)</p><p>Público: estudantes das instituições participantes, de dois a seis anos</p><p>Entrada: gratuita, com apresentações exclusivas para os estudantes; não haverá acesso para a comunidade em geral.</p><p><strong>Agenda</strong></p><p>Complexo Municipal de Educação</p><p>Data: 27 de outubro de 2026, terça-feira</p><p>Horários: 8h e 14h</p><p>Endereço: Rua 1, esquina com Rua A, bairro São Francisco, Pirenópolis (GO).</p><p>Creche Criança Cidadã</p><p>Data: 9 de novembro de 2026, segunda-feira</p><p>Horários: 8h e 14h</p><p>Endereço: Rua Araújo, quadra 11, lote 05, Residencial Estrela Dalva I, Pirenópolis (GO).</p><p><strong>Realização: Camerata Caipira</strong></p><p>Apoio: Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) 2026 - Secretaria de Estado da Cultura de Goiás</p><p>Edital: Edital de Infância e Juventude na Cultura - PNAB 2026, Categoria A - Apresentações Culturais para a Primeira Infância - Experiências.</p><p><strong>Sobre a Camerata Caipira</strong></p><p>Com trabalho autoral ligado à cultura popular e à valorização dos bens naturais, a Camerata Caipira lançou seu primeiro álbum, homônimo, em 2014, com repertório que percorre diferentes tradições musicais brasileiras. Em 2019, lançou "Cadê o Bicho que Tava Aqui?", dedicado à fauna do Cerrado e ao público infantil. A pesquisa também deu origem a videoclipes e animações.</p><p>Site: <a target="_blank" rel="noopener" href="http://www.cameratacaipira.com">www.cameratacaipira.com</a>.</p><p><strong>CANAIS DO GRUPO</strong></p><p>Instagram: <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.instagram.com/cameratacaipira/">@cameratacaipira</a></p><p>Facebook: <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.facebook.com/cameratacaipiraoficial/">@cameratacaipiraoficial</a></p><p>YouTube: <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.youtube.com/@CamerataCaipira">www.youtube.com/@CamerataCaipira</a></p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-23/camerata-caipira-leva-espetaculo-sobre-fauna-do-cerrado-a-escolas-de-pirenopolis.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6adba7fe83ff03c93b5d222a</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:31:27 +0000</pubDate><title>Daniel Lancaster revela cockpit e estratégia para etapa em Brasília já</title><description>Autlog Racing une tecnologia, gestão de equipe e nova parceria com ELF</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bh/v6/kp/bhv6kprlreuf1029fk3jvr0lg.jpg"><figcaption>Daniel Lancaster revela cockpit e estratégia para etapa em Brasília já<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>A preparação para a etapa de Brasília do Endurance Brasil ganhou uma nova perspectiva com um vídeo divulgado por Daniel Lancaster. O piloto da Autlog Racing mostrou imagens captadas de dentro do Ligier P320 #22, protótipo que divide com Flávio Abrunhosa e André Moraes Jr. O registro apresenta ao público a visão do cockpit e evidencia como tecnologia, coordenação e decisões rápidas fazem parte da rotina de uma equipe de automobilismo de resistência.</p><p>A iniciativa aproxima os espectadores de um ambiente que normalmente aparece apenas em imagens externas ou em trechos das transmissões. No interior do carro, o piloto precisa interpretar informações, observar a pista e executar comandos com precisão. A experiência permite compreender por que a velocidade, isoladamente, não explica o desempenho de uma equipe em provas de longa duração.</p><p>Em uma corrida de endurance, a estratégia começa antes da largada. A preparação envolve o alinhamento entre os três pilotos, a avaliação das condições do equipamento e a definição de procedimentos para diferentes situações. A comunicação com os boxes é essencial para transformar as informações obtidas na pista em decisões que contribuam para a continuidade e a competitividade do carro.</p><p>Daniel Lancaster, Flávio Abrunhosa e André Moraes Jr. chegam à etapa de Brasília com a responsabilidade de administrar o ritmo do Ligier P320 #22 ao longo da disputa. A alternância de pilotos exige uma leitura compartilhada do comportamento do protótipo. Cada integrante precisa compreender as condições encontradas pelo companheiro e adaptar sua condução sem perder de vista o objetivo coletivo.</p><p>Essa dinâmica aproxima o automobilismo de resistência de temas frequentes no ambiente empresarial, como gestão de recursos, planejamento operacional e integração de equipes. Uma decisão tomada durante a corrida pode afetar o trabalho dos demais integrantes. Por isso, consistência e comunicação são tão relevantes quanto a capacidade de alcançar altas velocidades.</p><p>A etapa de Brasília também será marcada por uma novidade na apresentação do carro. O Ligier P320 #22 passa a exibir a marca ELF, anunciada como parceira da equipe. A presença da marca no protótipo representa uma nova fase de visibilidade para a Autlog Racing, em um esporte no qual a associação entre equipes e empresas integra o ambiente competitivo.</p><p>No automobilismo, parcerias comerciais podem contribuir para a projeção de marcas e para a aproximação com públicos interessados em inovação, desempenho e tecnologia. No caso da Autlog Racing, o anúncio da ELF acompanha a preparação para Brasília.</p><p>O vídeo compartilhado por Lancaster também se insere em uma mudança na maneira como atletas e equipes se relacionam com seus públicos. Ao revelar o ponto de vista do piloto, o conteúdo oferece uma experiência que vai além do resultado esportivo. O espectador passa a observar detalhes do trabalho realizado dentro do carro e ganha elementos para compreender a complexidade da modalidade.</p><p>Para Daniel Lancaster, a iniciativa tem ainda um componente de trajetória pessoal. O piloto retornou oficialmente às competições em 2025, após um intervalo de 18 anos longe das pistas. Desde então, tem compartilhado registros de sua nova fase, mostrando bastidores e momentos de preparação que ajudam a contextualizar seu reencontro com o automobilismo.</p><p>O retorno exige adaptação a uma rotina na qual desempenho individual e execução coletiva estão diretamente relacionados.</p><p>A perspectiva do cockpit reforça também a importância do preparo físico e da concentração. Em provas de resistência, manter a precisão durante períodos prolongados é parte do desafio. O piloto precisa administrar o desgaste e conservar a atenção enquanto responde às condições da pista, ao tráfego e às orientações da equipe.</p><p>Ao divulgar as imagens antes do fim de semana de corrida, Lancaster transforma um momento de preparação em uma oportunidade de comunicação com os fãs. O conteúdo cria expectativa para a etapa de Brasília sem antecipar resultados e destaca a combinação de técnica, planejamento e cooperação que caracteriza o Endurance Brasil.</p><p>Para a Autlog Racing, o compromisso na capital federal reúne a continuidade do trabalho do trio, a estreia visual da parceria com a ELF e a busca por uma atuação consistente. Para o público, o vídeo permite acompanhar parte dessa preparação por um ângulo pouco acessível: o lugar de onde Daniel Lancaster toma decisões a cada volta. A corrida exige disciplina em todas as etapas.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-23/daniel-lancaster-revela-cockpit-e-estrategia-para-etapa-em-brasilia-ja.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6adba5ac83ff03c93b5d2221</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:21:32 +0000</pubDate><title>Daniel Lancaster revela seu cockpit antes da etapa do Endurance Brasil</title><description>Piloto da Autlog Racing mostra o Ligier P320 e a nova parceria com ELF</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ae/tw/1e/aetw1e9da5u76prow8s384v33.jpg"><figcaption>Daniel Lancaster revela seu cockpit antes da etapa do Endurance Brasil<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>A poucos dias da etapa de Brasília do Endurance Brasil, Daniel Lancaster decidiu apresentar ao público um ângulo pouco visto das competições de longa duração: a visão de quem está ao volante. Em um vídeo gravado de dentro do Ligier P320 #22, o piloto da Autlog Racing mostra a perspectiva do cockpit e aproxima os espectadores da rotina de uma categoria em que cada decisão pode influenciar o resultado.</p><p>O registro permite observar a pista a partir do posto de trabalho do competidor, em vez das câmeras externas habitualmente usadas nas transmissões. A iniciativa também evidencia aspectos menos visíveis do automobilismo, como a atenção constante ao traçado, a leitura do comportamento do carro e a necessidade de manter a precisão mesmo sob pressão.</p><p>Daniel Lancaster divide o protótipo com Flávio Abrunhosa e André Moraes Jr. Os três chegam à capital federal para disputar mais uma etapa do campeonato, apoiados pelo trabalho conjunto de pilotos, engenheiros e mecânicos. No endurance, a velocidade é apenas parte do desafio: a regularidade, a gestão do desgaste e o planejamento das paradas também têm peso no desempenho da equipe.</p><p>A prova de Brasília representa ainda uma novidade para a Autlog Racing. O Ligier P320 #22 passa a exibir a marca ELF, anunciada como nova parceira do time. A presença da empresa na identidade visual do carro marca uma fase de colaboração e acrescenta um elemento ao projeto esportivo apresentado pela equipe nesta temporada.</p><p>Para Lancaster, a divulgação das imagens também faz parte de uma retomada pessoal. O piloto voltou oficialmente às pistas em 2025, depois de 18 anos afastado das competições. Desde então, tem compartilhado registros dos bastidores, dos preparativos e da convivência com os profissionais envolvidos nas corridas, oferecendo ao público um acompanhamento mais próximo dessa etapa da carreira.</p><p>A gravação a bordo ajuda a traduzir a complexidade de conduzir um protótipo de competição. Do cockpit, o campo de visão é diferente daquele oferecido pelas imagens de televisão. O piloto precisa interpretar referências de frenagem, posicionar o carro nas curvas e reagir ao movimento dos adversários, sem perder de vista as orientações e a estratégia estabelecidas com a equipe.</p><p>Nas provas de resistência, a atuação coletiva é determinante. Como o mesmo carro é compartilhado por diferentes pilotos, as trocas de condução exigem coordenação e uma leitura comum das condições da pista. Ajustes de ritmo, comunicação com os boxes e preservação dos componentes podem ser tão importantes quanto uma volta rápida em determinado momento da disputa.</p><p>A preparação para Brasília, portanto, não se resume à expectativa da largada. Envolve verificar o equipamento, alinhar procedimentos e buscar consistência ao longo da prova. A experiência de cada integrante contribui para decisões tomadas em situações que mudam rapidamente, seja por alterações na aderência, pelo tráfego ou pelo comportamento do protótipo.</p><p>Ao mostrar o interior do Ligier, Lancaster oferece uma referência concreta para quem acompanha o esporte à distância. O vídeo revela parte do ambiente no qual são executadas escolhas em frações de segundo, mas também chama a atenção para o trabalho que antecede a entrada na pista. O resultado é um conteúdo que combina proximidade com os fãs e informação sobre as exigências técnicas da modalidade.</p><p>O retorno de Daniel Lancaster ao automobilismo acrescenta outra dimensão à iniciativa. Após quase duas décadas fora das disputas oficiais, ele passou a documentar sua nova fase e a dividir com os seguidores experiências que normalmente ficam restritas aos integrantes das equipes. A publicação do vídeo segue essa linha, sem substituir a preparação necessária para o compromisso esportivo.</p><p>Com Flávio Abrunhosa e André Moraes Jr., o piloto terá pela frente mais uma oportunidade de colocar em prática a integração construída na Autlog Racing. A etapa de Brasília será também a primeira ocasião dessa nova fase em que o carro aparece com a identidade da ELF, associando a estreia visual da parceria ao próximo desafio do trio.</p><p>Para o público, as imagens antecipam o clima da competição por uma perspectiva incomum. Para a equipe, a atenção permanece voltada ao desempenho do Ligier P320 #22 e à execução da estratégia ao longo da corrida. Entre a exposição dos bastidores e o trabalho nos boxes, Lancaster chega a Brasília com o objetivo de transformar preparação e entrosamento em uma atuação consistente na pista. A expectativa é grande.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-23/daniel-lancaster-revela-seu-cockpit-antes-da-etapa-do-endurance-brasil.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6adba5a865d934346a489f18</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:21:28 +0000</pubDate><title>Daniel Lancaster mostra cockpit e estratégia para etapa em Brasília DF</title><description>Piloto da Autlog Racing exibe Ligier P320 #22 e nova parceria com ELF</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6h/w8/kz/6hw8kzlbdzweiqe24184of7j3.jpg"><figcaption>Daniel Lancaster mostra cockpit e estratégia para etapa em Brasília DF<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>A poucos dias da etapa de Brasília do Endurance Brasil, Daniel Lancaster decidiu apresentar ao público um ângulo pouco habitual das competições: a visão de quem está ao volante. Em um vídeo gravado de dentro do Ligier P320 #22, o piloto da Autlog Racing mostra a perspectiva do cockpit e aproxima os fãs de uma rotina na qual cada decisão precisa ser tomada em frações de segundo.</p><p>O registro vai além das imagens de velocidade. Permite observar o espaço de trabalho do competidor, a proximidade dos comandos e a atenção exigida durante a condução de um protótipo. Para quem acompanha as corridas pela transmissão, trata-se de uma oportunidade de conhecer detalhes que nem sempre aparecem nas câmeras externas.</p><p>Daniel Lancaster divide o carro com Flávio Abrunhosa e André Moraes Jr. Os três se preparam para um fim de semana em que o desempenho depende não apenas do ritmo individual, mas também da comunicação com os profissionais que atuam nos boxes. No endurance, a construção do resultado envolve planejamento, consistência e capacidade de adaptação ao longo da prova.</p><p>A etapa de Brasília também inaugura uma novidade visual e comercial para a equipe. O Ligier P320 #22 passa a exibir a marca ELF, anunciada como parceira para fortalecer a trajetória do time na competição. A presença da marca no carro evidencia como o automobilismo reúne desempenho esportivo e relações empresariais em um mesmo ambiente.</p><p>Para uma publicação voltada ao empreendedorismo, a dinâmica das pistas ajuda a ilustrar desafios conhecidos por gestores. A preparação antecede a execução, a confiança entre profissionais sustenta decisões e a manutenção do equipamento é tão importante quanto a busca por velocidade. Uma falha de comunicação ou uma escolha precipitada pode comprometer o trabalho coletivo.</p><p>No caso da Autlog Racing, a divisão do protótipo entre três pilotos torna essa coordenação ainda mais visível. Cada integrante precisa compreender o comportamento do carro e contribuir para uma condução equilibrada. A equipe técnica, por sua vez, atua para oferecer as condições necessárias à disputa, com atenção ao funcionamento do conjunto e às exigências de cada momento.</p><p>O vídeo divulgado por Daniel Lancaster também funciona como uma forma de comunicação direta com o público. Ao mostrar a experiência por dentro, o piloto transforma um ambiente de acesso restrito em conteúdo capaz de despertar curiosidade e ampliar a compreensão sobre a modalidade. A iniciativa aproxima o cotidiano dos competidores de quem acompanha o campeonato à distância.</p><p>Essa exposição dos bastidores ganha significado especial na trajetória do piloto. Daniel Lancaster retornou oficialmente às pistas em 2025, depois de 18 anos afastado das competições. Desde então, vem compartilhando momentos dessa nova fase, incluindo a preparação e os desafios de voltar a competir em alto nível.</p><p>O intervalo entre as duas etapas de sua carreira reforça a importância da atualização constante. Em um esporte que combina técnica, tecnologia e trabalho em equipe, a experiência acumulada precisa dialogar com as exigências do presente. O retorno representa, assim, não apenas a retomada de uma atividade, mas a adaptação a uma nova rotina de treinos e corridas.</p><p>A chegada da ELF como parceira acrescenta outra dimensão a esse momento. No ambiente competitivo, associações entre marcas e equipes podem ampliar a exposição de projetos esportivos e criar oportunidades de relacionamento com diferentes públicos. No caso anunciado pela Autlog Racing, a novidade estará visível no carro durante a etapa brasiliense.</p><p>Enquanto o público observa a velocidade, os bastidores revelam uma operação que depende de responsabilidades bem distribuídas. Pilotos, mecânicos e demais integrantes trabalham em torno de um objetivo comum. A organização desse esforço é parte essencial de uma prova longa, na qual manter o desempenho exige atenção contínua.</p><p>Com a divulgação das imagens a bordo, Daniel Lancaster antecipa o clima da etapa e convida os fãs a acompanhar a competição por uma visão mais próxima. Ao lado de Flávio Abrunhosa e André Moraes Jr., ele chega a Brasília para mais um desafio com o Ligier P320 #22, agora identificado também pela parceria com a ELF.</p><p>A expectativa agora é de mais um fim de semana de trabalho intenso para o trio e para a Autlog Racing. Antes da largada, o vídeo já cumpre um papel importante: mostrar que, por trás de cada volta rápida, existe uma combinação de preparo, precisão, cooperação e decisões tomadas em tempo real.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-23/daniel-lancaster-mostra-cockpit-e-estrategia-para-etapa-em-brasilia-df.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6adba38983ff03c93b5d221e</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:12:25 +0000</pubDate><title>Daniel Lancaster revela o cockpit do Ligier antes de prova em Brasília</title><description>Piloto da Autlog Racing mostra bastidores e estreia parceria com a ELF</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2v/tc/d3/2vtcd33l26z5rpvyk7ezjsi2h.jpg"><figcaption>Daniel Lancaster revela o cockpit do Ligier antes de prova em Brasília<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>A experiência de acompanhar uma corrida de dentro do carro ganhou espaço nas redes sociais de Daniel Lancaster. Antes da etapa de Brasília do Endurance Brasil, o piloto da Autlog Racing compartilhou imagens registradas no cockpit do Ligier P320 #22, protótipo que divide com Flávio Abrunhosa e André Moraes Jr. O vídeo apresenta ao público uma perspectiva pouco vista durante as transmissões e antecipa o ambiente de concentração que marca as provas de longa duração.</p><p>Nas imagens, a pista é observada a partir do lugar ocupado pelo competidor. O volante, os instrumentos de controle e a visão limitada pelo desenho do protótipo ajudam a revelar as condições em que decisões precisam ser tomadas em frações de segundo. Mais do que mostrar velocidade, o registro permite perceber a atenção exigida em cada curva, frenagem e aceleração, especialmente em disputas nas quais a regularidade tem peso decisivo.</p><p>A publicação faz parte da maneira como Daniel Lancaster vem apresentando os bastidores de seu retorno ao automobilismo. Depois de 18 anos afastado das competições, ele voltou oficialmente às pistas em 2025 e passou a dividir com os seguidores momentos da preparação, da rotina com a equipe e das experiências vividas nos circuitos. A aproximação com o público também ajuda a explicar aspectos técnicos de uma modalidade que reúne pilotos, mecânicos e profissionais de diferentes especialidades.</p><p>No endurance, a disputa não depende apenas de uma volta rápida. A estratégia envolve administração do ritmo, trocas de pilotos, acompanhamento das condições do carro e comunicação constante com os boxes. Cada integrante precisa compreender o comportamento do equipamento e respeitar o planejamento coletivo. Por isso, a sintonia entre Daniel Lancaster, Flávio Abrunhosa e André Moraes Jr. é parte importante do trabalho realizado pela Autlog Racing antes e durante as etapas.</p><p>O Ligier P320 #22 é o ponto de encontro dessas responsabilidades. Enquanto os pilotos se alternam na condução, a equipe acompanha informações que orientam ajustes e decisões ao longo da prova. O desafio é buscar desempenho sem perder de vista a conservação do protótipo, já que a exigência mecânica aumenta com o tempo de pista. Essa combinação de velocidade e resistência é uma das características centrais do Endurance Brasil.</p><p>A etapa de Brasília também representa uma novidade visual para o trio. O carro passa a exibir a marca ELF, anunciada como parceira da equipe nesta fase da competição. A presença da marca no protótipo integra um novo capítulo da trajetória esportiva dos pilotos e evidencia como o automobilismo também funciona como espaço de relacionamento entre equipes e empresas. A parceria chega em um momento de continuidade do projeto da Autlog Racing nas pistas.</p><p>Para Daniel Lancaster, mostrar o interior do carro é uma forma de aproximar quem acompanha as corridas da realidade enfrentada pelos competidores. O público costuma ver os protótipos passando em alta velocidade, mas nem sempre observa a quantidade de informações que o piloto precisa processar enquanto dirige. A câmera a bordo ajuda a preencher essa distância e transforma uma experiência individual em conteúdo acessível aos interessados no esporte.</p><p>O vídeo também chama atenção para o preparo necessário fora do circuito. Resistência física, capacidade de concentração e disciplina fazem parte da rotina de quem participa de provas prolongadas. Mesmo quando a imagem destaca o volante e a pista, o desempenho resulta de uma preparação que começa antes da largada e envolve decisões compartilhadas por todos os integrantes da equipe.</p><p>Com a chegada da etapa de Brasília, Daniel Lancaster e seus companheiros se preparam para mais um fim de semana de competição. O desafio será transformar o trabalho realizado nos bastidores em uma atuação consistente na pista, mantendo o equilíbrio entre desempenho e segurança. Para os fãs, as imagens do cockpit funcionam como uma prévia da intensidade que espera os pilotos e reforçam o interesse pelos detalhes de uma corrida de resistência.</p><p>Ao abrir essa janela para o interior do Ligier P320 #22, Daniel Lancaster valoriza uma dimensão do automobilismo que vai além do resultado final. O registro destaca a importância da técnica, da cooperação e da atenção contínua, elementos que ajudam a explicar por que cada etapa do Endurance Brasil exige tanto de quem está ao volante quanto de quem trabalha nos boxes. A iniciativa oferece ao público outra maneira de conhecer a rotina das competições.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-23/daniel-lancaster-revela-o-cockpit-do-ligier-antes-de-prova-em-brasilia.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6adba2de83ff03c93b5d221c</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:09:34 +0000</pubDate><title>Jeniffer Setti concorre a prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Los Angeles</title><description>Com mais de 20 filmes no currículo e passagens por novelas da Record e da Globo, a atriz e cantora disputa o reconhecimento no LABRFF por sua atuação como Olivia no longa &quot;Eu Sou a Lei&quot;, também indicado a Melhor Filme</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/73/qs/3f/73qs3f2dnt4tj9d9blprios1y.jpg"><figcaption>Jeniffer Setti concorre a prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Los Angeles<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>Atriz e cantora, com mais de 20 filmes no currículo e passagens por novelas da Record e da Globo, interpreta Olivia no longa "Eu Sou a Lei", que também concorre a Melhor Filme.</p><p>Com uma trajetória que transita entre a televisão, o cinema e a música, Jeniffer Setti vem construindo uma carreira marcada pela versatilidade artística e por escolhas que refletem sua identidade.</p><p>Formada em Artes Cênicas pelo SATED/RJ, com passagens por instituições tradicionais como Martins Pena, Tablado e Teatro de Arena, iniciou sua trajetória na televisão em 2013, na novela Dona Xepa, e conquistou espaço em produções de destaque.</p><p>Na TV, ganhou visibilidade com personagens como Safira, em Os Dez Mandamentos (Record); Taninha Torão, em A Segunda Dama; e Nalva, em A Dona do Pedaço (Globo).</p><p>Para a atriz, interpretar vai muito além de dar vida a um texto. "Eu sempre encarei cada personagem como um mergulho profundo, quase um confronto interno. Não é sobre decorar texto ou cumprir marcação, é sobre entender as dores, os desejos e as contradições daquela pessoa. Quando eu entro em cena, eu não quero parecer convincente, eu preciso acreditar de verdade no que estou vivendo, porque só assim o público também acredita", afirma.</p><p>No cinema, sua trajetória ganhou ainda mais espaço para a experimentação e a liberdade criativa. Com mais de 20 produções no currículo, incluindo títulos como Mãe Fora da Caixa, Os Emergentes e Juntos para Sempre, ela vive um dos momentos importantes de sua carreira.</p><p>Jeniffer concorre na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante no LABRFF (Los Angeles Brazilian Film Festival) por sua interpretação de Olivia no longa Eu Sou a Lei, dirigido por Miguel Rodrigues. A produção também concorre na categoria de Melhor Filme.</p><p>Paralelamente à carreira no audiovisual, desenvolve trabalhos na música, explorando diferentes possibilidades artísticas e ampliando sua atuação no cenário cultural.</p><p><strong>SOBRE JENIFFER SETTI</strong></p><p>Atriz e cantora, formada em Artes Cênicas pelo SATED/RJ, com passagens por Martins Pena, Tablado e Teatro de Arena. Na televisão, participou de produções como Dona Xepa, Os Dez Mandamentos, A Segunda Dama e A Dona do Pedaço. No cinema, reúne mais de 20 filmes no currículo e concorre na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante no LABRFF por Eu Sou a Lei.</p><p>Assessoria: VH Assessoria - TZ Produções</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-23/jeniffer-setti-concorre-a-premio-de-melhor-atriz-coadjuvante-em-los-angeles.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6adba22b65d934346a489f13</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 18:06:36 +0000</pubDate><title>Do burnout à Rede Triunfo, maior rede própria de lavanderias</title><description>Após superar burnout, empresário prepara a Rede Triunfo para franquias</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7v/dn/bj/7vdnbjs5ui3jnkyw5l09h23id.jpg"><figcaption>Do burnout à Rede Triunfo, maior rede própria de lavanderias<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>Aos 22 anos de carreira na Biomedicina, Fernando Henrique Caveiro já conhecia de perto a rotina de grandes laboratórios e hospitais de São Paulo. A pressão e o estresse acumulados no trabalho, porém, o levaram a enfrentar um quadro de burnout. Foi nesse período que decidiu mudar de profissão. O recomeço aconteceu longe da área da saúde, em uma lavanderia de apenas 24 metros quadrados. Treze anos depois, o pequeno empreendimento deu origem à Rede Triunfo, que reúne oito unidades e atende diferentes regiões da capital paulista.</p><p>A mudança não foi simples. Caveiro precisou aprender sobre um mercado novo, conquistar clientes e acompanhar pessoalmente as atividades da primeira loja. A experiência de quem havia construído uma carreira em hospitais e laboratórios não eliminava os desafios de administrar um negócio. Para ele, a decisão de empreender representou a possibilidade de reorganizar a vida e descobrir outras habilidades, sem apagar o caminho profissional percorrido anteriormente.</p><p>"Não desistir nem sempre é continuar no mesmo lugar. Às vezes, precisamos reconhecer que uma fase terminou e ter coragem de virar a chave. Eu precisei mudar para cuidar de mim e construir uma nova história", diz Fernando Henrique Caveiro.</p><p>A Rede Triunfo cresceu a partir de uma proposta baseada no atendimento próximo, na atenção ao cuidado com as roupas e na conveniência para os clientes. Segundo o empresário, o aprendizado adquirido na primeira unidade orientou a expansão: entender as necessidades de cada região, organizar os processos e buscar consistência na prestação dos serviços. A transformação de uma loja compacta em uma rede também exigiu formar equipes e manter a qualidade à medida que a operação aumentava.</p><p>Hoje a Rede Triunfo informa atender oito áreas de São Paulo: Campo Belo; Brooklin, Itaim e Ibirapuera; Cidade Monções, Vila Olímpia e Berrini; Vila Clementino e Vila Mariana; Saúde, Santa Cruz e Chácara Klabin; Moema, Mascote e Aeroporto; Vila Nova Conceição e Jardim das Acácias; e região da Avenida Paulista. A relação reúne bairros e áreas de atendimento da empresa, sem indicar que exista uma loja física em cada bairro mencionado.</p><p>A expansão também teve reflexos comerciais. De acordo com Caveiro, a estratégia aplicada à Rede Triunfo impulsionou o faturamento e despertou o interesse de grandes marcas do setor de lavanderias em adquirir o negócio. Ele considera esse interesse um sinal de reconhecimento do trabalho desenvolvido desde a abertura da primeira unidade.</p><p>A atuação da Rede Triunfo envolve a limpeza de roupas do cotidiano, peças sociais e itens domésticos, como edredons e cobertores. Serviços de coleta e entrega fazem parte da proposta de facilitar a rotina de quem trabalha, estuda ou cuida da família e dispõe de pouco tempo para tarefas domésticas. Para a empresa, praticidade não substitui o cuidado: cada peça recebida exige atenção às características do tecido e às orientações de conservação.</p><p>Na avaliação de Caveiro, uma rede de lavanderias depende de relações de confiança. O cliente entrega peças que fazem parte de sua rotina e espera recebê-las bem cuidadas, dentro do prazo combinado. Por isso, a gestão envolve tanto decisões de expansão quanto detalhes do atendimento diário. A Rede Triunfo procura combinar presença em diferentes bairros com uma experiência consistente para quem utiliza seus serviços. O objetivo é crescer sem perder a essência do próprio negócio.</p><p>A história do fundador também coloca em evidência um tema atual: os limites do estresse profissional. Depois do burnout, Caveiro não encontrou uma solução imediata, mas decidiu construir outro caminho. Sua experiência mostra que recomeçar pode exigir tempo, disciplina e disposição para lidar com erros e incertezas. Persistência, nesse contexto, não significa ignorar sinais de esgotamento, e sim buscar alternativas possíveis para seguir em frente.</p><p>Do primeiro ponto de 24 metros quadrados à rede atual, Fernando Henrique Caveiro atribui a evolução da Rede Triunfo à combinação de planejamento, trabalho e capacidade de adaptação. Aos 13 anos no ramo de lavanderias, ele vê na mudança de carreira uma escolha que abriu espaço para novos projetos. A mensagem que deseja transmitir é simples: reconhecer a hora de mudar não é desistir; pode ser o primeiro passo para começar de novo.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-23/do-burnout-a-rede-triunfo--maior-rede-propria-de-lavanderias.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6adb9f5079c53ec8635e8684</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 17:54:24 +0000</pubDate><title>cap&amp;care lança a goma Beauty e desperta expectativa feminina</title><description>Com uma goma ao dia, sabor iogurte de morango e zero açúcar, a marca brasileira aposta na nutrição de cabelos, unhas e pele para criar um novo hábito de autocuidado e já movimenta o público feminino antes mesmo de chegar às prateleiras</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/52/51/t7/5251t7d7n3n9ak7ixxgoqyg6g.jpg"><figcaption>cap<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>Durante décadas, a indústria da beleza vendeu a ideia de que cabelo forte, unhas firmes e pele luminosa se conquistam de fora para dentro: cremes, máscaras, tratamentos de salão. A cap&care, marca brasileira de suplementos, decidiu inverter a lógica. A empresa está lançando o Beauty Gomas da Beleza, que transforma a nutrição diária em um gesto simples: uma goma de iogurte de morango por dia e já nasce com um público definido: as mulheres.</p><p>O produto chega ao mercado com uma fórmula premium de vitaminas A, B6 e B12, biotina, niacina, ácido fólico, zinco e selênio, sem açúcar e com apenas 9 calorias por goma. Mais do que um suplemento, a proposta é um ritual de autocuidado e é exatamente essa ideia que vem gerando expectativa entre as consumidoras nas redes sociais e nas conversas entre amigas.</p><p><strong>A história: por que o Beauty nasceu</strong></p><p>A cap&care nasceu de uma inquietação simples: por que cuidar da saúde precisa ser chato? A marca observou que boa parte das brasileiras compra suplementos com a melhor das intenções e abandona o pote na gaveta em poucas semanas. Cápsulas grandes, gosto desagradável, esquecimento. A adesão, não a fórmula, era o problema a resolver.</p><p>A resposta foi tratar o suplemento como um verdadeiro produto de beleza. A equipe reuniu nutrientes com funções reconhecidas para cabelos, unhas e pele, apostou no formato de goma mais fácil de lembrar, de carregar e de gostar, e desenhou cada detalhe pensando na rotina feminina: um pote que fica bonito na penteadeira, uma goma rosa com sabor de iogurte de morango, uma dose única diária que cabe em qualquer agenda.</p><p>O nome diz tudo: Beauty, Gomas da Beleza. E o lema, estampado no rótulo, resume a tese da marca: beleza que começa de dentro.</p><p>A aposta já começou a dar sinais. Antes mesmo do lançamento, o Beauty vem despertando curiosidade nas redes sociais, onde a cap&care apresenta o conceito do produto e convida as consumidoras para uma lista de espera. A promessa que a marca faz é a do “ciclo de 30 dias”: um pote, uma goma por dia, um mês inteiro de constância para que a beleza comece de dentro.</p><p><strong>O produto: o que tem dentro de cada goma</strong></p><p>O Beauty é um suplemento alimentar em pastilha de goma, com 30 unidades por pote, exatamente um mês de uso com uma goma ao dia. A fórmula premium combina sete ativos, cada um com uma função específica:</p><p><strong>Ativo e Para que serve</strong></p><p>Vitaminas A, B6 e B12: auxiliam no funcionamento do sistema imune</p><p>Biotina: contribui para a manutenção do cabelo e da pele</p><p>Niacina: contribui para a manutenção da pele</p><p>Ácido fólico: auxilia no processo de divisão celular</p><p>Zinco e selênio: antioxidantes que ajudam na proteção contra os danos dos radicais livres</p><p>Os diferenciais que fizeram o produto se destacar entre as consumidoras:</p><p><strong>Zero açúcar e apenas 9 calorias por goma</strong> - cabe em qualquer dieta, sem culpa.</p><p><strong>Sabor iogurte de morango</strong> - a goma que a mulher quer tomar, não a que ela precisa lembrar.</p><p><strong>Uma goma ao dia</strong> - simplicidade que garante constância, o fator decisivo para resultados.</p><p><strong>Três frentes em um só produto</strong> - cabelos, unhas e pele nutridos pela mesma rotina.</p><p><strong>Design pensado para o dia a dia</strong> - um pote feito para sair da gaveta do banheiro e ir para a penteadeira.</p><p><strong>O contexto: a beleza migrou para dentro</strong></p><p>O lançamento do Beauty chega no momento de uma mudança de comportamento. A consumidora brasileira passou a entender beleza como consequência de saúde, e não como maquiagem do problema. O movimento beauty from within nutrição, sono e suplementação como parte do cuidado estético deixou de ser nicho e entrou na rotina de quem antes só investia em cosméticos.</p><p>Nesse cenário, o formato goma é o grande acelerador. Ele reduz a barreira de entrada para quem nunca tomou suplemento, aumenta a constância de quem já tomava e transforma uma obrigação em um pequeno prazer diário. A cap&care entendeu isso antes da maioria e posiciona o Beauty não como “mais um multivitamínico”, mas como o primeiro passo de uma rotina de beleza.</p><p>O resultado é um produto que dialoga com a mulher moderna: que trabalha, cuida da casa, da família e de si mesma, e que precisa de soluções que funcionem sem exigir mais tempo. Uma goma, um gesto, trinta dias e a beleza começa de dentro.</p><p><strong>Sobre a cap&care</strong></p><p>A cap&care é uma marca brasileira de suplementos alimentares que acredita que saúde e beleza caminham juntas e que cuidar de si deve ser simples e prazeroso. Com fórmulas premium e formatos pensados para a rotina real das pessoas, a marca desenvolve produtos que unem ciência nutricional e design de experiência. O Beauty Gomas da Beleza é o seu novo lançamento: um suplemento em goma, sem açúcar, para cabelos, unhas e pele, com uma goma ao dia e sabor iogurte de morango.</p><p><strong>Ficha rápida do produto</strong></p><p>Nome: Beauty - Gomas da Beleza</p><p>Formato: suplemento alimentar em pastilha de goma</p><p>Conteúdo: 30 gomas (1 ao dia)</p><p>Sabor: iogurte de morango</p><p>Zero açúcar · 9 calorias por goma</p><p>Preço sugerido: a partir de R$ 129 (pote avulso); kits de 2 e 3 potes a partir de R$ 169 e R$ 219</p><p>Lista de espera / pré-venda: <a target="_blank" rel="noopener" href="https://capcare.com.br">https://capcare.com.br</a></p><p>Suplemento alimentar. Este produto não é um medicamento. Não exceder a recomendação diária de consumo indicada na embalagem. Contém aromatizante sintético idêntico ao natural.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-23/cap-care-lanca-a-goma-beauty-e-desperta-expectativa-feminina.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6adb5368a50779001a0dc717</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 12:30:32 +0000</pubDate><title>Murilo Quintas aposta em estratégia para facilitar o crédito imobiliário</title><description>Com a MB Crédito Imobiliário, empresário aposta em análise financeira personalizada, comparação de condições e acompanhamento especializado para ajudar compradores a viabilizar a aquisição de imóveis</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bb/el/6l/bbel6l20khw5x0fhq4ztp8ugc.jpg"><figcaption>Murilo Quintas aposta em estratégia para facilitar o crédito imobiliário<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>A compra de um imóvel representa uma das decisões financeiras mais importantes na vida de muitas pessoas. No entanto, entre a escolha da propriedade e a assinatura do contrato, existe um caminho que envolve análises bancárias, documentação, condições de financiamento e decisões que podem impactar o orçamento por muitos anos.</p><p>É nesse cenário que atua a <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.instagram.com/mbcreditoimobiliario/">MB Crédito Imobiliário</a>, empresa sediada em Vitória, com filiais em Vila Velha, Serra e Linhares, no Espírito Santo, fundada pelo empresário Murilo Quintas.</p><p>Com uma proposta que vai além da intermediação de financiamentos, a MB trabalha para identificar as alternativas de crédito mais adequadas à realidade de cada cliente, oferecendo orientação especializada e acompanhamento durante as diferentes etapas da operação.</p><p>A empresa mantém relacionamento com os principais bancos do país, permitindo avaliar propostas e comparar condições de financiamento. Mais do que encontrar uma taxa atrativa, a proposta é estruturar uma operação que considere o perfil financeiro, os objetivos e o planejamento de quem deseja adquirir um imóvel.</p><p><strong>Uma empresa que nasceu para enxergar além da compra do imóvel</strong></p><p>A origem da MB Crédito Imobiliário está diretamente ligada à trajetória profissional de seu fundador, Murilo Quintas.</p><p>Antes de empreender, Murilo iniciou sua carreira no meio jurídico e migrou para o setor financeiro, onde adquiriu experiência com operações financeiras e passou a observar de perto as dificuldades enfrentadas por pessoas que desejavam financiar um imóvel.</p><p>Foi nesse ambiente que identificou uma oportunidade: muitos compradores tinham o objetivo de conquistar a casa própria, mas não possuíam o conhecimento necessário para avaliar as possibilidades de financiamento disponíveis ou compreender as exigências das instituições financeiras.</p><p>Essa percepção deu origem à MB Crédito Imobiliário, fundada com o propósito de oferecer um atendimento especializado, técnico e direcionado às necessidades reais de cada comprador.</p><p>“A conquista de um imóvel, na maioria dos casos, representa o sonho de alguém”, afirma Murilo Quintas.</p><p>A declaração resume a filosofia que orienta sua atuação. Para o empresário, o financiamento não deve ser tratado apenas como uma operação bancária, mas como parte de uma decisão que envolve planejamento, expectativas e, frequentemente, a realização de um projeto familiar.</p><p>Foi a partir dessa visão que Murilo estruturou um modelo de negócio no qual o crédito deixa de ser analisado exclusivamente pela taxa de juros e passa a ser tratado como uma ferramenta estratégica para a aquisição do imóvel.</p><p><strong>Uma equipe especializada para cada etapa do processo</strong></p><p>Um dos diferenciais da MB Crédito Imobiliário está na estrutura de atendimento formada por profissionais especializados, que atuam de maneira integrada para orientar os clientes durante o processo de financiamento.</p><p>A equipe reúne conhecimento técnico sobre operações de crédito, exigências bancárias, documentação e procedimentos relacionados à aquisição imobiliária. Essa atuação permite que as particularidades de cada negociação sejam avaliadas com atenção, proporcionando mais clareza e organização ao comprador.</p><p>Em vez de concentrar o atendimento apenas na apresentação de propostas financeiras, a MB busca oferecer uma estrutura capaz de atender às diferentes necessidades que surgem ao longo da operação.</p><p>Essa combinação entre especialização técnica e atendimento personalizado permite que a empresa acompanhe clientes com diferentes perfis e demandas, oferecendo suporte compatível com a complexidade de cada processo.</p><p><strong>Do primeiro atendimento à conclusão da compra</strong></p><p>Outro diferencial da MB é a proposta de acompanhar o cliente durante toda a jornada de financiamento, desde a análise inicial de crédito até as etapas finais necessárias à concretização da compra.</p><p>O trabalho começa com a compreensão do perfil financeiro do comprador e a identificação das possibilidades disponíveis no mercado. A partir disso, a equipe auxilia na organização documental, no relacionamento com as instituições financeiras e no acompanhamento das exigências envolvidas na operação.</p><p>A estrutura de atendimento também contempla assessoria jurídica, oferecendo suporte especializado para questões legais relacionadas ao processo de aquisição imobiliária.</p><p>Dessa forma, a MB busca centralizar o acompanhamento das diferentes etapas em uma mesma estrutura, reduzindo a necessidade de o cliente procurar orientações isoladas para cada demanda que surge durante a negociação.</p><p>O objetivo é proporcionar uma experiência mais completa, organizada, transparente e segura, na qual o comprador tenha acesso ao suporte necessário para compreender as decisões e avançar em cada fase do financiamento.</p><p><strong>Análise personalizada para identificar possibilidades reais</strong></p><p>A metodologia da MB Crédito Imobiliário tem como ponto de partida a compreensão da realidade de cada cliente.</p><p>Antes de apresentar uma proposta de financiamento, a empresa considera fatores como renda, capacidade de pagamento, disponibilidade de entrada, histórico financeiro e características do imóvel desejado.</p><p>Essa avaliação permite identificar alternativas compatíveis com as condições do comprador, considerando não apenas a possibilidade de aprovação bancária, mas também a sustentabilidade financeira da operação ao longo dos anos.</p><p>Para a MB, entender o que o cliente deseja é o primeiro passo para identificar o que ele realmente precisa.</p><p>Na prática, isso significa reconhecer que nem sempre o financiamento inicialmente imaginado pelo comprador representa a alternativa mais adequada ao seu momento financeiro.</p><p>Por meio da comparação entre diferentes instituições e modalidades de crédito, a empresa procura apresentar cenários que permitam decisões mais conscientes, considerando prazos, parcelas, custos e condições contratuais.</p><p>O serviço de assessoria de crédito é oferecido gratuitamente ao cliente, permitindo que ele tenha acesso à orientação especializada sem precisar percorrer individualmente diferentes instituições em busca de propostas.</p><p><strong>Mais de 5 mil clientes atendidos e taxa de aprovação superior a 95%</strong></p><p>A metodologia desenvolvida pela MB Crédito Imobiliário também se reflete nos indicadores apresentados pela empresa.</p><p>Segundo dados divulgados pela própria MB, são mais de 5 mil clientes atendidos e uma taxa de aprovação superior a 95% nos processos acompanhados pela assessoria.</p><p>Para Murilo Quintas, esses resultados representam a consolidação de um modelo de atendimento que combina análise técnica, conhecimento do mercado financeiro e acompanhamento próximo do cliente.</p><p>Os indicadores também evidenciam a importância de contar com profissionais preparados para avaliar as particularidades de cada operação e orientar os compradores diante das exigências do mercado imobiliário.</p><p>Mais do que números, a trajetória da empresa reúne histórias de pessoas que encontraram no planejamento financeiro um caminho para avançar na aquisição de seu imóvel.</p><p><strong>Um propósito que vai além do valor do imóvel</strong></p><p>Embora atue em um mercado diretamente relacionado a valores, taxas e condições financeiras, a MB Crédito Imobiliário mantém uma característica que Murilo considera essencial: compreender a importância individual de cada conquista.</p><p>A empresa atende diferentes perfis de compradores, desde famílias interessadas em adquirir o primeiro imóvel por meio do programa Minha Casa, Minha Vida até clientes que buscam propriedades de alto padrão.</p><p>Para o fundador, as diferenças de renda ou de valor do imóvel não alteram o compromisso com a qualidade do atendimento.</p><p>Sediada em Vitória, a MB também estende sua atuação a clientes de outras regiões do Brasil, levando seu modelo de assessoria a diferentes mercados.</p><p>Ao combinar planejamento financeiro, equipe especializada, suporte jurídico e acompanhamento em todas as etapas, a empresa busca consolidar uma atuação que vai além da obtenção de crédito.</p><p>É justamente nessa relação entre conhecimento técnico e compreensão das necessidades humanas que Murilo Quintas sustenta o posicionamento da MB Crédito Imobiliário: mais do que viabilizar financiamentos, contribuir para que decisões financeiras bem orientadas se transformem em conquistas concretas.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-23/murilo-quintas-aposta-em-estrategia-para-facilitar-o-credito-imobiliario.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada8fcf18a4ed0b75066d55</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 22:36:02 +0000</pubDate><title>Jogo de panelas 10 peças é achadinho por R$ 169 no Mercado Livre</title><description>Kit tem revestimento antiaderente, reúne panelas, frigideiras e utensílios e acumula mais de 10 mil vendas na plataforma</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ad/uz/51/aduz51g2wj6bjd1kx01t2xmcg.jpg"><figcaption>Jogo de panelas 10 peças está entre os mais vendidos do Mercado Livre<span class="copyright">Gerada por IA a partir da imagem real do produto - ChatGPT </span></figcaption></figure><p>Renovar as panelas da <strong>cozinha</strong> não significa ter que gastar centenas de reais. No <strong>Mercado Livre</strong>, um kit <strong>antiaderente</strong> <strong>de 10 peças</strong> na cor baunilha aparece como <strong>achadinho da semana</strong>. Nesta quinta-feira (22), está disponível por R$ 169,91. </p><p>A oferta no Mercado Livre traz um desconto de aproximadamente R$ 100, uma vez que o valor cobrado anterior era de R$ 269,90. O preço chama a atenção de quem precisa substituir utensílios antigos ou quer reunir diferentes peças em uma única compra. Afinal, se for dividir pela quantidade de itens, o valor médio é de R$ 16,99. </p><p>Mas além do preço em si, o conjunto também apresenta números expressivos na plataforma: <a href="https://meli.la/27YZQBE" target="_blank" rel="noopener nofollow">são mais de 10 mil vendas</a>, cerca de 3.400 avaliações e nota média de 4,8 estrelas. Além disso, ocupa a quarta posição entre os jogos de panelas mais vendidos do Mercado Livre, conforme as informações oficiais fornecidas no <a href="https://meli.la/27YZQBE" target="_blank" rel="noopener nofollow">anúncio (veja aqui)</a>.</p><h2>O que vem na caixa por esse preço? </h2><p>O <a href="https://meli.la/27YZQBE" target="_blank" rel="noopener nofollow">kit da linha é antiaderente</a> com acabamento bege, chamado de Baunilha, e é produzido em alumínio com revestimento antiaderente de cinco camadas Techflon. O jogo reúne panelas, caçarolas, frigideiras, um fervedor e três utensílios de cozinha.</p><p>Entre os itens estão duas panelas, duas caçarolas, um fervedor, duas frigideiras francesas, uma escumadeira, uma colher e uma espátula de nylon. A variedade permite usar as peças de diferentes tamanhos conforme a quantidade de alimento e o tipo de receita que será preparada:</p><ul><li>Panela nº 16: Diâmetro: 16 cm | Altura: 6,5 cm | Comprimento: 29 cm | Capacidade: 1,4 L</li><li>Panela nº 18: Diâmetro: 18 cm | Altura: 7,5 cm | Comprimento: 33 cm | Capacidade: 2,0 L</li><li>Caçarola nº 18: Diâmetro: 18 cm | Altura: 7,5 cm | Comprimento: 29 cm | Capacidade: 2,0 L</li><li>Caçarola nº 20: Diâmetro: 20 cm | Altura: 8 cm | Comprimento: 32 cm | Capacidade: 2,7 L</li><li>Fervedor nº 14: Diâmetro: 14 cm | Altura: 11,5 cm | Comprimento: 19 cm | Capacidade: 1,6 L</li><li>Frigideira francesa nº 18: Diâmetro: 18 cm | Altura: 3 cm | Comprimento: 33 cm | Capacidade: 600 ml</li><li>Frigideira francesa nº 20: Diâmetro: 20 cm | Altura: 3 cm | Comprimento: 34 cm | Capacidade: 700 ml</li><li>Escumadeira de nylon: Comprimento: 25 cm</li><li>Colher de nylon: Comprimento: 25 cm</li><li>Espátula de nylon: Comprimento: 25 cm</li></ul><p>As tampas são de vidro temperado, com bordas em aço inox e saída de vapor. O kit também tem cabos, alças e puxadores descritos como feitos de baquelite antitérmico. </p><p>Uma das características principais do kit é o revestimento antiaderente. A superfície facilita o preparo de alimentos com menos óleo, além de ajudar na limpeza depois do uso.</p><p>Ainda assim, antes de comprar, é importante observar que o jogo não é adequado para fogões de indução. A limitação precisa ser considerada por quem usa esse tipo de eletrodoméstico em casa.</p><h2>O que diz quem já comprou?</h2><p>Entre os comentários das avaliações no Mercado Livre, uma pessoa destacou a facilidade de limpeza, a embalagem e a aparência do conjunto.</p><p><em>“Material: leve mas resistente, ótima pegada, ótimo material. Limpeza: lavagem fácil, ótima secagem. Amei a minha compra, fazia tempo que queria esse kit, amei a cor. Veio todas muito bem embaladas, todas as tampas chegaram intactas, sem arranhões, ótimo material, fácil de limpar, de manusear. Muito satisfeita com a minha compra”.</em></p><p>O relato se junta com a nota média de 4,8 estrelas e cerca de 3.400 avaliações registradas na plataforma. Os números são uma referência para quem deseja observar a experiência de outros compradores antes de confirmar a <a href="https://meli.la/27YZQBE" target="_blank" rel="noopener nofollow">compra do jogo de panelas no Mercado Livre</a>.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7c/w9/is/7cw9isbv105jyz4dchlptr3qq.jpg"><figcaption>Jogo de panelas com 10 peças tem revestimento antiaderente e acumula mais de 10 mil vendas no Mercado Livre <span class="copyright">Reprodução/Mercado Livre </span></figcaption></figure><h2>Achadinho da semana</h2><p>O preço de apenas R$ 169,90 traz um desconto de aproximadamente R$ 100 em <a href="https://meli.la/27YZQBE" target="_blank" rel="noopener nofollow">um dos kits de panelas mais vendidos do Mercado Livre</a>. Para quem procura um conjunto com diferentes peças, revestimento antiaderente e utensílios incluídos, a oferta pode entrar na lista de opções para renovar a cozinha de casa. </p><p><a href="https://meli.la/27YZQBE" target="_blank" rel="noopener nofollow">Clique aqui e veja na íntegra a oferta no site do Mercado Livre!</a></p><div>

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<address>*A equipe do IG Mais produziu este conteúdo de forma independente. Compras realizadas através dos links da matéria podem gerar comissões e receitas ao IG, por meio de parcerias comerciais. O IG não se responsabiliza pela experiência de compra; qualquer dúvida ou reclamação deve ser direcionada ao lojista do produto.<br></address>
<div id="WhatsZapRooflab"><a target="blank" rel="noopener noreferrer" href="https://chat.whatsapp.com/F0s9EhP2cYALXnR8ntPkaz"><img loading="lazy" src="https://i0.statig.com.br/imgs/whatsappiconwhite.png" alt="WhatsZapRooflab">Fique por dentro de todas as promoções em nossa comunidade no WhatsApp.</a></div>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/2026-10-22/jogo-de-panelas-10-pecas-e-achadinho-por-r--169-no-mercado-livre.html</link><dc:creator>Rian Fernandes</dc:creator><media:credit>Gerada por IA a partir da imagem real do produto - ChatGPT </media:credit><author>Rian Fernandes</author><keywords>Achadinho da semana, achadinhos, cozinha  mercado, Mercado Livre, jogo de panelas antiaderente 10 peças, novidade</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5e15b984cfdcdae9506cb721</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada770c18a4ed0b75066d38</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 20:50:23 +0000</pubDate><title>Aspirador de pó e água faz o que o modelo comum não pode; entenda</title><description>Além de poeira, pelos e migalhas, o aparelho aspira líquidos e lama, podendo facilitar a limpeza da casa, do carro e da garagem</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9w/ml/ue/9wmluefg57m74i4pba5ua3ihg.jpg"><figcaption>Aspirador de pó e água da WAP vira achadinho do Mercado Livre em oferta imperdível da semana<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><p>Derrubar um copo de água no chão, encontrar lama na garagem ou tentar retirar areia acumulada no tapete do carro são situações que podem dar mais trabalho durante a <strong>limpeza</strong>. Um <strong>aspirador de pó</strong> convencional ajuda a remover resíduos secos, mas não foi feito para aspirar líquidos. É nessa diferença que entra o <strong>aspirador de pó e água</strong>, que pode lidar com os dois tipos de sujeira.</p><p>Além da poeira, dos pelos, das migalhas e da areia, o aparelho é indicado para aspirar água derramada e resíduos úmidos, desde que sejam respeitadas as orientações de uso do fabricante. A versatilidade pode ser interessante para quem costuma fazer faxinas mais pesadas ou precisa limpar diferentes ambientes com o mesmo equipamento.</p><p>E se engana quem acha que o equipamento é caro demais e vai impactar demais o orçamento de casa. Nesta quinta-feira (22), há uma oferta para quem procura esse tipo de produto. O <a href="https://meli.la/1A4SENo" target="_blank" rel="noopener nofollow">aspirador de pó e água WAP GTW Inox 12, de 1.400 W, apareceu por R$ 255</a>, abaixo do valor de R$ 696 cobrado anteriormente. </p><p>Além do desconto, a compra pode ser parcelada em até seis vezes sem juros, conforme as condições do anúncio no Mercado Livre <a href="https://meli.la/1A4SENo" target="_blank" rel="noopener nofollow">(clique aqui para ver).</a></p><h2>O que o aspirador de pó e água consegue limpar?</h2><p>A principal diferença em relação a um <a href="https://meli.la/1WUk5Wj" target="_blank" rel="noopener nofollow">aspirador comum</a> está na possibilidade de aspirar líquidos, além da sujeira seca. Isso aumenta as situações em que o equipamento pode ser usado, especialmente em locais que acumulam resíduos variados.</p><p>Dentro de casa, o aparelho pode ajudar a aspirar poeira, pelos e migalhas de pisos, tapetes e carpetes. Também pode ser útil depois de lavar áreas como a varanda, a garagem e a área de serviço, quando há água na superfície que precisa ser recolhida.</p><p>No carro, a versatilidade aparece na limpeza dos tapetes e carpetes, onde areia, terra e pequenas migalhas podem se acumular. Em determinadas situações, o equipamento também pode lidar com pequenos líquidos derramados. </p><p>A utilidade se estende a garagens, quintais e oficinas, onde pode haver lama, serragem e sujeiras mais pesadas. Para quem tem animais de estimação ou crianças em casa, a possibilidade de lidar com diferentes tipos de resíduos também pode facilitar algumas tarefas do dia a dia.</p><h2>Aspirador de pó e água vale a pena para todo mundo?</h2><p>Quem mora em um espaço pequeno, não tem carro nem costuma fazer faxinas pesadas pode não aproveitar tanto a função de aspirar líquidos. Nesse caso, um aspirador convencional pode atender melhor às necessidades de limpeza mais comuns.</p><p>Por outro lado, o <a href="https://meli.la/1A4SENo" target="_blank" rel="noopener nofollow">modelo que também aspira água</a> tende a fazer mais sentido para quem tem carro, animais de estimação, crianças, garagem, área externa ou tapetes grandes. Também pode ser uma alternativa para quem realiza limpezas frequentes e precisa lidar com sujeira seca e úmida.</p><iframe width="560" height="315" src="//www.youtube.com/embed/IXdJzvdAGtg" frameborder="0"></iframe><h2>Não é uma extratora</h2><p>Outro ponto importante é entender a diferença entre esse equipamento e uma <a href="https://meli.la/2RDbZVp" target="_blank" rel="noopener nofollow">extratora de estofados</a>. Embora os dois possam ser associados à limpeza, eles não têm a mesma função: a extratora aplica água ou produto de limpeza no tecido e depois extrai a sujeira, enquanto o aspirador de pó e água recolhe o que já está na superfície.</p><p>Por isso, quem procura uma <a href="https://meli.la/2RDbZVp" target="_blank" rel="noopener nofollow">extratora para lavar sofás, colchões ou bancos de carro</a> precisa observar qual tipo de equipamento atende na rotina. </p><h2>Quais cuidados são necessários?</h2><p>A possibilidade de aspirar líquidos não significa que o aparelho possa recolher qualquer substância. Líquidos inflamáveis, como gasolina, álcool e solventes, não devem ser aspirados. É fundamental respeitar as restrições e as instruções do fabricante.</p><p>Depois de aspirar líquidos, também é necessário esvaziar e secar adequadamente o reservatório. Esse cuidado ajuda a evitar o acúmulo de umidade, mau cheiro e mofo no equipamento.</p><h2>Oportunidade no Mercado Livre </h2><p>O <a href="https://meli.la/1A4SENo" target="_blank" rel="noopener nofollow">WAP GTW Inox 12 é o achadinho da semana</a>, como já mencionado. O modelo de 1.400 W está disponível por apenas R$ 255 no Mercado Livre. O equipamento acompanha uma mangueira de 1,5 metro e cabo elétrico de 2,5 metros, que ajudam a definir o alcance durante a limpeza. </p><p>Também vem com bicos variados para diferentes tipos de superfícies. Esses acessórios ajudam a usar o aspirador em mais de um ambiente. </p><p>A oferta do aspirador de pó e água da WAP está disponível por tempo limitado. <a href="https://meli.la/1A4SENo" target="_blank" rel="noopener nofollow">Clique aqui e confira</a>!</p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/2026-10-22/aspirador-de-po-e-agua-faz-o-que-o-modelo-comum-nao-pode--entenda.html</link><dc:creator>Rian Fernandes</dc:creator><media:credit>Divulgação </media:credit><author>Rian Fernandes</author><keywords>Achadinho da limpeza, eletroportáteis, aspirador de pó e água, WAP GTW INOX 12, achadinhos, novidade</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5e15b984cfdcdae9506cb721</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada71b7ea524207490c4621</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 20:27:35 +0000</pubDate><title>Hospital para cavalos no RS tem UTI, 17 cocheiras e entra em rede nacional</title><description>Clínica Guadalupe, em Nova Santa Rita, é a segunda unidade associada à Equarter Clinic, rede de medicina equina que mira 20 clínicas no país</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/08/zd/33/08zd336pvo1wx5bp5oquq8x4i.jpg"><figcaption>Hospital para cavalos no RS tem UTI, 17 cocheiras e entra em rede nacional<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>Quem cria ou compete com cavalos no Rio Grande do Sul tem na Clínica Guadalupe, em Nova Santa Rita, uma opção de atendimento especializado em equinos. O espaço reúne ambulatório, bloco cirúrgico, laboratório, farmácia e <strong>17 cocheiras</strong>, e oferece serviços que vão da clínica geral ao Tratamento Intensivo (UTI).</p><p>A clínica acaba de se tornar a segunda unidade associada à <a target="_blank" rel="noopener" href="https://equarter.com.br/"><u>Equarter Clinic</u></a>, projeto que reúne medicina equina, gestão e <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.instagram.com/equarteroficial/"><u>educação continuada</u></a>. Em sete meses, a rede chegou a duas unidades, em Campo Grande (MS) e Nova Santa Rita (RS), e tem como meta integrar 20 clínicas e hospitais associados no Brasil.</p><p><strong>Estrutura pensada para o cavalo</strong></p><p>Além das áreas de atendimento, a Guadalupe tem pistas externas para avaliação clínica e área de pastejo. A clínica também mantém um espaço para cursos, treinamentos e palestras técnicas.</p><p>Na lista de serviços estão <strong>Clínica Geral, Clínica Ortopédica, Cirurgia Geral, Cirurgia Ortopédica, Cirurgia Abdominal, Tratamento Intensivo (UTI), Reabilitação, Diagnóstico por Imagem e Exames Laboratoriais</strong>. Na prática, o tutor encontra no mesmo endereço o diagnóstico, a cirurgia e a reabilitação do animal.</p><p><strong>Quem está à frente da clínica</strong></p><p>Fundada em 2016, a Guadalupe é comandada pelo médico-veterinário <strong>Guilherme Alberto Machado</strong>, formado em 2008 pela ULBRA (Universidade Luterana do Brasil), em Canoas. Ele fez residência em Clínica de Grandes Animais e Reprodução e seguiu se especializando em diagnóstico, cirurgia e ortopedia equina.</p><p>No currículo também constam aperfeiçoamentos em cirurgia abdominal e no diagnóstico e tratamento integrado do aparelho locomotor dos equinos, com participação no curso intensivo <strong>Xeque-Mate</strong>.</p><p><strong>O que muda com a entrada na rede</strong></p><p>Em clínicas e hospitais veterinários, o dono costuma dividir o tempo entre os pacientes e a administração do negócio: equipe, compras, despesas, investimentos e resultados. A associação à Equarter Clinic oferece apoio financeiro, técnico e estratégico para essa rotina, e cada unidade continua sob a liderança local.</p><p>O apoio se organiza em três frentes. Em <strong>finanças</strong>, entram controladoria, acompanhamento de receitas e despesas, análise de custos e margens, planejamento do fluxo de caixa e avaliação da capacidade de investimento. Em <strong>gestão</strong>, a rede atua na organização de processos, na gestão de pessoas, no acompanhamento de indicadores e nas negociações com fornecedores. Na frente de marca, o foco é o desenvolvimento regional da <strong>marca </strong>e o valuation.</p><p><strong>Três sócios e foco em formação</strong></p><p>O projeto é conduzido por três sócios. Jairo Cárdenas cuida da formação e do aperfeiçoamento de médicos-veterinários. Gabriel Tarhun, CFO, responde pela estruturação financeira e pela estratégia de crescimento. Gabriela Cárdenas está à frente da gestão operacional, com atenção a governança interna, recursos humanos e gestão de desempenho.</p><p>Cursos, treinamentos e troca de experiências ligam as unidades à comunidade da medicina equina. De acordo com a empresa, a ideia é fortalecer hospitais e aproximar os profissionais da área, incluindo os veterinários de campo, para que atendimento de qualidade e saúde financeira caminhem juntos.</p><p><strong>A rede quer chegar a todo o país</strong></p><p>Depois das unidades <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.instagram.com/equinemed/"><u>Equinemed</u></a> no Centro-Oeste e da <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.instagram.com/clinvet_guadalupe/"><u>Guadalupe</u></a> no Sul, a Equarter Clinic planeja crescer em todas as regiões do Brasil, com clínicas e hospitais interessados em profissionalizar a gestão e desenvolver suas equipes.</p><p>Para quem procura atendimento especializado para cavalos no Rio Grande do Sul, a Guadalupe soma estrutura própria, um responsável técnico com formação em ortopedia e cirurgia equina e o suporte de uma rede nacional. <strong>Proprietários de clínicas e hospitais de medicina equina interessados no modelo de associação podem conhecer a proposta em </strong><a target="_blank" rel="noopener" href="http://equarterclinic.com.br"><strong><u>equarterclinic.com.br</u></strong></a><strong>.</strong></p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-22/hospital-para-cavalos-no-rs-tem-uti--17-cocheiras-e-entra-em-rede-nacional.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada67e3ea524207490c461d</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 19:45:39 +0000</pubDate><title>Marca brasileira VYTA entra na corrida global dos anéis inteligentes</title><description>Com preços acessíveis, entregas rápidas e uma nova versão de seu aplicativo, a empresa busca ampliar o acesso dos brasileiros ao monitoramento da saúde e do bem-estar</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/77/v8/xl/77v8xltcwu8rql00mo3dflh9n.jpg"><figcaption>Marca brasileira VYTA entra na corrida global dos anéis inteligentes<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>Empresa brasileira amplia o acesso aos smart rings com preços mais competitivos, estoque nacional, aplicativo gratuito e estratégia de expansão para outras categorias de tecnologia e bem-estar.</p><p>Os anéis inteligentes, conhecidos internacionalmente como smart rings, ganharam espaço no setor de wellness, ou bem-estar, ao oferecer uma maneira discreta e contínua de acompanhar indicadores de saúde.</p><p>Equipados com sensores capazes de monitorar a frequência cardíaca, o sono e outros parâmetros fisiológicos, esses dispositivos também fornecem estimativas sobre a recuperação física e os níveis de estresse. Dessa forma, ajudam os usuários a compreender melhor o funcionamento do próprio organismo e seus hábitos diários.</p><p>Apesar do avanço dessa tecnologia no mercado internacional, seu acesso ainda enfrenta obstáculos no Brasil. Os preços elevados dos modelos importados, os longos prazos de entrega e, em alguns casos, a cobrança de mensalidades para acesso a determinadas funcionalidades acabam limitando sua popularização no país.</p><p>É nesse cenário que a VYTA Devices, empresa brasileira de tecnologia, vem conquistando espaço. Com preços acessíveis, entregas rápidas, aplicativo sem cobrança de mensalidade e suporte 24 horas, a marca aposta em uma experiência de compra mais simples, eficiente e próxima do consumidor.</p><p>A estratégia acompanha o crescimento acelerado da empresa. Entre março e agosto de 2026, as vendas mensais na loja própria aumentaram mais de 18 vezes, enquanto o volume de envios já ultrapassa 860 anéis por mês.</p><p>Agora, a VYTA se prepara para uma nova etapa, marcada pelo lançamento de uma versão atualizada de seu aplicativo e pela expansão de seu portfólio tecnológico. Com isso, a empresa pretende ampliar sua atuação no setor e fortalecer sua posição em um mercado até então dominado por grandes marcas internacionais.</p><p><strong>Muito além do sono</strong></p><p>Dormir bem vai muito além de acordar disposto. O sono desempenha um papel fundamental na regulação hormonal, na consolidação da memória, no funcionamento do sistema imunológico e na recuperação física.</p><p>É justamente durante a noite que os anéis inteligentes demonstram uma de suas principais vantagens. Pequenos, leves e sem tela, podem permanecer no dedo durante o descanso, permitindo o acompanhamento contínuo, estimando a duração e as diferentes fases do sono e identificando padrões de recuperação do organismo.</p><p>No VYTA Ring, essas informações são reunidas no aplicativo e apresentadas de forma simples, permitindo ao usuário observar como seus hábitos influenciam a qualidade do descanso. Horários irregulares, consumo de álcool, estresse e mudanças na rotina podem se refletir nos indicadores registrados ao longo das noites.</p><p>A proposta é transformar essas informações em conhecimento sobre o próprio corpo. Ao acompanhar tendências ao longo do tempo, o usuário pode reconhecer hábitos que prejudicam seu descanso e fazer ajustes na rotina, contribuindo para escolhas mais conscientes e uma melhor qualidade de vida.</p><p><strong>Tecnologia que cabe no bolso</strong></p><p>Democratizar o uso dos anéis inteligentes é um dos principais objetivos da VYTA. Para isso, a empresa busca reduzir algumas das barreiras financeiras comuns aos produtos internacionais, apostando em preços mais acessíveis, possibilidade de parcelamento e acesso gratuito ao aplicativo.</p><p>A preocupação com a experiência do consumidor também se estende ao pós-venda. Com estoque no Brasil, a marca oferece prazos de entrega reduzidos, atendimento em português pelo WhatsApp e suporte para dúvidas, acompanhamento de pedidos e trocas de tamanho, buscando oferecer mais segurança e praticidade em todas as etapas da compra.</p><p>Esse compromisso também se reflete nos indicadores de atendimento. Entre abril e setembro de 2026, a VYTA registrou apenas cinco reclamações no Reclame Aqui, diante de mais de 1.500 pedidos realizados em sua loja própria e no Mercado Livre.</p><p>Mais do que competir em preço, a empresa se preocupa em garantir atenção em todas as etapas do relacionamento com o consumidor, desde a escolha do produto até o suporte após a entrega.</p><p><strong>Da inovação à integração: o futuro do ecossistema VYTA</strong></p><p>A VYTA se prepara para uma nova etapa de sua trajetória, com o lançamento de uma versão atualizada do aplicativo que acompanha o seu anel inteligente. A novidade pretende aprimorar suas funcionalidades e transformá-lo em uma plataforma capaz de conectar diferentes dispositivos da marca.</p><p>A estratégia já começa a ganhar forma com a ampliação do portfólio, que inclui o VYTA Clip, modelo de fone de ouvido desenvolvido pela empresa.</p><p>A proposta é avançar gradualmente para outras categorias relacionadas à saúde e ao bem-estar, criando um ecossistema no qual diferentes tecnologias possam compartilhar informações e oferecer uma experiência cada vez mais integrada.</p><p>O objetivo é fazer da VYTA muito mais do que uma marca de anéis inteligentes, construindo uma presença sólida no setor e mostrando que marcas brasileiras também podem participar da transformação de um mercado global historicamente liderado por gigantes internacionais.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-22/marca-brasileira-vyta-entra-na-corrida-global-dos-aneis-inteligentes.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada673a18a4ed0b75066d2a</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 19:42:53 +0000</pubDate><title>Notebook Acer Predator com NVIDIA RTX 5070 cai mais de R$ 4 mil</title><description>Notebook Acer Predator Helios Neo 16 IA tem placa de vídeo NVIDIA GeForce RTX 5070, processador Intel Core Ultra 7 e tela de 16 polegadas com 240 Hz</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/10/nc/ek/10ncekrjax8mv93h149m0a46i.jpg"><figcaption>Notebook Gamer Predator Helios Neo 16 AI é um dos mais desejados do segmento gamer<span class="copyright">Reprodução/Acer </span></figcaption></figure><p>Pagar quase R$ 4 mil a menos em um <strong>notebook gamer</strong> pode atrair a atenção de quem procura uma verdadeira máquina para rodar jogos exigentes ou trabalhar com programas pesados. E nesta quinta-feira (22), no <strong>Mercado Livre</strong>, o <strong>Acer Predator Helios Neo 16 IA</strong> entre os destaques do segmento em virtude de uma promoção anunciada na plataforma.</p><p>A máquina da Acer, que antes custava R$ 14.933,77, agora está disponível por R$ 10.969. Com o cupom informado no anúncio, o valor cai ainda mais, para R$ 10.369. Uma diferença de pouco mais de R$ 3.900. Já quem consegue aplicar o desconto extra chega a uma redução total de R$ 4.564,77 em relação ao preço anterior.</p><p>Além do desconto em si, a <a href="https://meli.la/2qwpa7T" target="_blank" rel="noopener nofollow">compra também pode ser parcelada em até 10 vezes sem juros (veja a oferta clicando aqui)</a>. Mas o preço não é o único ponto a considerar.</p><p>A máquina é robusta e oferece desempenho que impressiona, graças a combinação de placa de vídeo dedicada NVIDIA GeForce RTX 5070 com 8 GB, processador Intel Core Ultra 7 255HX, memória RAM DDR5 de 16 GB e SSD de 512 GB.</p><p>No entanto, para entender se tudo isso realmente faz sentido para você, é preciso compreender o que essas especificações entregam na prática e para quais situações o <a href="https://meli.la/2qwpa7T" target="_blank" rel="noopener nofollow">Predator </a>deve ser uma opção de compra. </p><h2>RTX 5070 e tela de 240 Hz como destaques</h2><p>A placa de vídeo dedicada é um dos principais componentes do <a href="https://meli.la/2qwpa7T" target="_blank" rel="noopener nofollow">Predator Helios Neo 16 IA</a>. A GeForce RTX 5070, com 8 GB de memória GDDR7, é direcionada a jogos atuais e também pode ser útil em atividades de criação de conteúdo que dependem de processamento gráfico.</p><p>Para quem joga, outro destaque está na tela de 16 polegadas com resolução WQXGA de 2560 x 1600 pixels e taxa de atualização de 240 Hz. A resolução oferece mais definição do que o Full HD, enquanto a frequência elevada permite exibir mais atualizações de imagem por segundo em conteúdos compatíveis.</p><p>Isso costuma interessar especialmente para quem joga títulos competitivos ou procura uma experiência visual mais fluida. Porém, o desempenho final depende do jogo, das configurações gráficas e das condições de uso.</p><p>O processador Intel Core Ultra 7 255HX também faz o notebook ser opção para tarefas exigentes. Além dos jogos, a configuração pode ser uma escolha por quem trabalha com programação, edição de fotos e vídeos ou outras atividades que exigem mais do computador.</p><h2>Notebook para trabalho e inteligência artificial</h2><p>O perfil do comprador não precisa ser exclusivamente gamer. Uma avaliação publicada por um comprador no Mercado Livre destaca justamente o uso profissional do equipamento, com foco em programação e execução de modelos locais de inteligência artificial.</p><p><em>“Gostei da performance. No meu caso eu não comprei para usar como gamer, mas sim para rodar IA locais e fazer programação. Me surpreendeu a velocidade em rodar IA de 7b de parâmetros. Só não foi melhor devido ao 16 GB RAM, que se fosse de 32 ficaria com performance geral melhor ainda”, </em>comentou uma pessoa nas avaliações do Mercado Livre após <a href="https://meli.la/2qwpa7T" target="_blank" rel="noopener nofollow">comprar o notebook Predator da Acer</a>.</p><iframe width="560" height="315" src="//www.youtube.com/embed/ycWBx3wsD9c" frameborder="0"></iframe><div class="menuEdicao ui-corner-all"> </div><div class="menuEdicao ui-corner-all"> </div><div class="menuEdicao ui-corner-all"> </div><div class="menuEdicao ui-corner-all"> </div><div class="menuEdicao ui-corner-all"> </div><div class="menuEdicao ui-corner-all"> </div><div class="menuEdicao ui-corner-all"> </div><h2>Tem pontos de atenção?</h2><p>O relato chama a atenção para dois aspectos da configuração: o desempenho percebido pelo comprador e a memória RAM. Embora os 16 GB DDR5 sejam um ponto de partida para jogos e atividades profissionais, tarefas mais pesadas e o uso simultâneo de vários programas podem precisar de mais memória, especialmente no futuro.</p><p>Por isso, quem pretende trabalhar com inteligência artificial local, edição de vídeo ou outras aplicações exigentes pode considerar a necessidade de 32 GB de RAM, conforme o tipo de projeto e o orçamento disponível. Um Predator nessa categoria também aparece <a href="https://meli.la/2kmL5Me" target="_blank" rel="noopener nofollow">em oferta no Mercado Livre: de R$ 15.999 por R$13.399 com cupom.</a></p><p>Outro detalhe é o armazenamento. O <a href="https://meli.la/2qwpa7T" target="_blank" rel="noopener nofollow">Predator Helios Neo 16 IA em oferta traz SSD de 512 GB</a>, capacidade que pode ser suficiente para começar, mas exige planejamento de quem pretende instalar muitos jogos grandes ou guardar arquivos pesados. Jogos, vídeos e projetos profissionais podem ocupar uma parcela significativa do espaço disponível.</p><p>Além disso, por ser um notebook gamer de 16 polegadas, é preciso ter consciência de que o Predator não tem a mesma proposta de portabilidade de máquinas menores e ultrafinas, como um MacBook. </p><h2>Compensa comprar?</h2><p>A <a href="https://meli.la/2qwpa7T" target="_blank" rel="noopener nofollow">promoção relâmpago no Mercado Livre coloca o Predator Helios Neo 16 IA</a> em destaque para quem já procura um notebook com placa de vídeo dedicada de categoria superior e tela de alta frequência.</p><p>Se você precisa de uma máquina para jogos ou trabalhos pesados, ele pode ser uma das melhores escolhas do segmento, desde que observados os pontos de atenção. </p><p class="  ">Quem pretende comprar deve conferir o preço final, a aplicação do cupom e as condições de parcelamento diretamente <a href="https://meli.la/2qwpa7T" target="_blank" rel="noopener nofollow">no anúncio do Mercado Livre clicando aqui.</a></p><div>

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<div id="WhatsZapRooflab"><a target="blank" rel="noopener noreferrer" href="https://chat.whatsapp.com/F0s9EhP2cYALXnR8ntPkaz"><img loading="lazy" src="https://i0.statig.com.br/imgs/whatsappiconwhite.png" alt="WhatsZapRooflab">Fique por dentro de todas as promoções em nossa comunidade no WhatsApp.</a></div>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/2026-10-22/notebook-acer-predator-com-rtx-5070-cai-quase-r--4-mil.html</link><dc:creator>Rian Fernandes</dc:creator><media:credit>Reprodução/Acer </media:credit><author>Rian Fernandes</author><keywords>Uma máquina, notebook gamer, Acer Predator Helios Neo 16 IA, Tecnologia, achadinhos, Mercado Livre, novidade, RTX NVIDIA GeForce 5070</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5e15b984cfdcdae9506cb721</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada6687ea524207490c461a</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 19:39:51 +0000</pubDate><title>Gestão Estratégica e Inovação: O Crescimento da RAASA Advogados para 2027</title><description>Com forte presença feminina, gestão orientada por dados e premiações nacionais, o escritório de advocacia imobiliária consolida sua trajetória de crescimento institucional</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7q/al/du/7qaldu37tu77nv8jqi248mjqp.jpg"><figcaption>Gestão Estratégica e Inovação: O Crescimento da RAASA Advogados para 2027<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>No ambiente corporativo atual, a segurança de um ativo imobiliário e a solidez da gestão jurídica caminham lado a lado com a cultura interna e o cuidado com as pessoas. Seja no atendimento a fundos de investimento, grandes grupos corporativos ou pequenas empresas que buscam regularizar seus endereços para operar e obter crédito, a <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.instagram.com/raasa.advogados/">RAASA Advogados</a> destaca-se por unir precisão técnica, modernização tecnológica e uma governança profundamente humanizada. Com uma operação composta por 45 profissionais e que atendeu 490 CNPJs de 76 grupos econômicos entre janeiro e setembro de 2026, o escritório projeta ampliar seu faturamento em 20% para 2027, sustentado por novas frentes como o Direito Urbanístico e a expansão de sua carteira.</p><p><strong>Gestão Integrada, Eficiência Tecnológica e Reconhecimento Nacional</strong></p><p>Para sustentar esse crescimento mantendo a proximidade com o cliente, o escritório investiu em automação e modernização de processos. A adoção de ferramentas integradas, como o CRM Salesforce conectado ao financeiro, reduziu em mais de 90% o tempo dedicado à conciliação bancária. Esse compromisso com a inovação rendeu à banca importantes reconhecimentos do mercado, como a indicação e conquista como finalista no <strong>Prêmio Análise DNA+Fenalaw 2026 na categoria Tecnologia</strong>, destacando o projeto de modernização de fluxos e gestão digital do escritório.</p><p>Segundo o<a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.instagram.com/rodrigoammar/"><strong>Dr. Rodrigo Ayuch Ammar</strong></a><strong>,</strong> fundador e advogado especialista em Mercado Imobiliário e Licenças Executivas, CEO da RAASA Advogados, essa eficiência operacional reflete diretamente na segurança dos negócios dos clientes: "Nossa expansão até 2027 será sustentada por novas frentes de atuação, entrada em mercados e ampliação dos serviços oferecidos à nossa carteira. Um problema registral ou imobiliário pode impactar o lançamento de um empreendimento, uma operação financeira ou a própria capacidade de uma empresa utilizar determinado ativo. É essa visão integrada que entregamos, combinando conhecimento técnico especializado, investigação minuciosa e atendimento próximo e personalizado."</p><p><strong>A Força da Liderança, Prêmios de Diversidade e o Cuidado com os Colaboradores</strong></p><p>Um dos maiores diferenciais competitivos da RAASA reside em sua estrutura de colaboradores, marcada por uma expressiva maioria feminina. O escritório adota práticas de acolhimento e desenvolvimento contínuo que vão muito além da técnica jurídica tradicional, o que lhe valeu importantes distinções institucionais, como o <strong>Selo Promove Mulheres Advogadas da OAB</strong> e o reconhecimento pelo <strong>Análise D&I (Diversidade e Inclusão)</strong>.</p><p>A <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.instagram.com/salomaohelen/"><strong>Dra. Helen Salomão</strong></a>, sócia e advogada especialista em Direito Notarial, Imobiliário e Registral da RAASA Advogados, enfatiza o impacto social e institucional desse trabalho: "O nosso papel é compreender que, por trás de cada matrícula imobiliária, existe uma história e um negócio em funcionamento. Uma pendência documental não resolvida pode impedir uma empresa de utilizar sua propriedade ou concluir uma venda vital. Além disso, acreditamos firmemente que fortalecer mulheres e cuidar do bem-estar da nossa equipe é fortalecer os próprios negócios que assessoramos e a sociedade como um todo."</p><p>A cultura do cuidado e da evolução contínua ganha forma concreta por meio da <strong>Academia RAASA</strong>, um projeto institucional criado para promover o desenvolvimento integral dos colaboradores. A iniciativa realiza palestras e treinamentos que abordam desde a inovação tecnológica no sistema registral até temas essenciais de saúde e qualidade de vida, incluindo saúde da mulher, inteligência emocional, fertilidade, maternidade, estafa mental e formação de lideranças.</p><p>Essa rede de apoio e valorização humana se estende para além dos muros do escritório através da participação ativa em iniciativas setoriais como a REME (Rede de Mulheres do Extrajudicial), da qual Helen Salomão é fundadora e Rodrigo Ayuch Ammar atua como conselheiro. Combinando governança rigorosa, inovação tecnológica reconhecida nacionalmente e um olhar atento ao desenvolvimento humano, a RAASA Advogados consolida um modelo de advocacia que transforma complexidades jurídicas em conquistas sustentáveis para o mercado.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-22/gestao-estrategica-e-inovacao--o-crescimento-da-raasa-advogados-para-2027.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada5edd18a4ed0b75066d1a</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 19:07:12 +0000</pubDate><title>Controle DualSense edição especial aparece por menos de R$ 400</title><description>Edição especial Remix Green do controle de PS5 tem desconto de cerca de 34% em oferta relâmpago prevista para terminar nesta quinta-feira (22)</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2h/lj/1u/2hlj1uage44l5f100ghviq3c9.jpg"><figcaption>Controle DualSense de PlayStation 5 versão Remix Green surge em oferta relâmpago no Mercado Livre<span class="copyright">Gerada por IA a partir de imagem real do produto - ChatGPT </span></figcaption></figure><p>Quem pensa em comprar um segundo <strong>controle</strong> para o <strong>PlayStation 5</strong> ou trocar o antigo pode encontrar uma <strong>oportunidade</strong> para fugir do visual tradicional. O controle sem fio <strong>DualSense</strong> <strong>Remix Green</strong>, edição especial com acabamento verde, está em oferta relâmpago no Mercado Livre nesta quinta-feira (22). </p><p>A oferta está prevista para terminar nas próximas horas. Para quem já pretendia comprar um controle adicional, o desconto deixa a edição especial mais interessante, principalmente para quem gosta de acessórios que fogem das cores mais comuns.</p><p>Conforme o anúncio no Mercado Livre, o preço da edição especial Remix Green caiu de R$ 599,90 para R$ 392,40. O desconto é de aproximadamente 34% em relação ao valor normal. A <a href="https://meli.la/3232Tr9" target="_blank" rel="noopener nofollow">oferta relâmpago é oferecida pela loja oficial da PlayStation na plataforma e pode ser vista clicando aqui</a>. </p><h2>Mesmos recursos do controle tradicional</h2><p class="       ">O <a href="https://meli.la/3232Tr9" target="_blank" rel="noopener nofollow">Remix Green faz parte da linha HYPERPOP e chama a atenção pelo acabamento verde</a>, uma opção para quem não quer ficar apenas entre os controles pretos ou brancos. Apesar da aparência diferente, ele mantém a proposta do DualSense convencional. Com isso, a edição especial muda o visual, mas preserva os principais recursos do controle.</p><p>Entre eles estão a resposta tátil e os gatilhos adaptativos, tecnologias que aumentam as possibilidades de interação durante os jogos compatíveis. O controle também conta com microfone embutido, entrada P2 para headset e botão para silenciar o microfone.</p><p>Esses recursos são parte importante da experiência no PS5. A resposta tátil permite perceber diferentes sensações durante a partida, enquanto os gatilhos adaptativos podem oferecer níveis variados de resistência conforme as ações previstas em jogos compatíveis.</p><p>No entanto, vale ressaltar que o <a href="https://meli.la/3232Tr9" target="_blank" rel="noopener nofollow">Remix Green </a>não é apenas uma opção para quem quer combinar acessórios ou mudar a aparência do console. Ele também pode ser considerado por quem precisa de outro controle para jogar com mais alguém ou quer substituir um DualSense antigo sem abrir mão das funções características do modelo.</p><h2>Vale a pena aproveitar o desconto?</h2><p><a href="https://meli.la/21rLQg9" target="_blank" rel="noopener nofollow">Quem joga no PS5</a> e precisa de um segundo controle pode aproveitar a oportunidade para adquirir uma versão especial. Já quem tem um DualSense em boas condições e não sente falta de outro acessório precisa considerar se a mudança de cor e o preço justificam uma nova compra.</p><p>A edição também pode interessar a quem prefere acessórios com identidade visual própria. O acabamento verde diferencia o Remix Green <a href="https://meli.la/1aSwusm" target="_blank" rel="noopener nofollow">dos modelos tradicionais</a> e faz parte da proposta da linha HYPERPOP.</p><h2>Controle também pode ser usado fora do PS5</h2><p>Embora seja do console da Sony, o DualSense também pode funcionar com PC, <a href="https://meli.la/3232Tr9" target="_blank" rel="noopener nofollow">Mac</a>, Android e iOS, por Bluetooth ou conexão USB-C, conforme a compatibilidade do dispositivo e do jogo utilizado.</p><p>É importante, porém, considerar que a experiência e a disponibilidade dos recursos podem variar de acordo com a plataforma e o jogo. Os recursos característicos do DualSense são aproveitados de maneiras diferentes conforme o sistema e o título.</p><h2>Oportunidade por tempo limitado </h2><p><a href="https://meli.la/3232Tr9" target="_blank" rel="noopener nofollow">Com o valor anunciado de R$ 392,40, o DualSense Remix Green</a> aparece como uma alternativa para quem procura um controle oficial de PS5 com acabamento diferente e mais acessível, abaixo dos R$ 400. </p><p>No entanto, a oferta relâmpago está prevista para terminar ao final desta quinta-feira (22). A disponibilidade deve ser confirmada <a href="https://meli.la/3232Tr9" target="_blank" rel="noopener nofollow">diretamente no site oficial do Mercado Livre, clicando aqui</a>.</p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/2026-10-22/controle-dualsense-edicao-especial-aparece-por-menos-de-r--400.html</link><dc:creator>Rian Fernandes</dc:creator><media:credit>Gerada por IA a partir de imagem real do produto - ChatGPT </media:credit><author>Rian Fernandes</author><keywords>Oportunidade, oferta relâmpago, Mercado Livre, achadinhos, presentes, controle dualsense Remix Green, PS5, PlayStation 5, novidade</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5e15b984cfdcdae9506cb721</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada591418a4ed0b75066d14</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 18:42:28 +0000</pubDate><title>Como calcular o custo real de uma compra com a CBS: preço da nota deixa de bastar em 2027</title><description>Com a nova contribuição em vigor a partir de janeiro, o que conta é o preço menos o crédito aproveitável. Um exemplo simples mostra a diferença</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/97/1y/i6/971yi640xpwdxzttmt2hqcm36.jpg"><figcaption>Como calcular o custo real de uma compra com a CBS: preço da nota deixa de bastar em 2027<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>Uma compra de R$ 104 pode custar mais que uma de R$ 109. Parece estranho, mas é o que pode acontecer a partir de 2027. O motivo é a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). E entender como calcular o custo real de uma compra com a CBS virou tarefa de quem cuida das compras da empresa.</p><p>O exemplo é hipotético, com alíquota ilustrativa de 9%. O fornecedor A está no regime regular. Ele cobra R$ 109, com R$ 9 de CBS destacada na nota. A empresa aproveita esse crédito. O custo líquido fica em R$ 100. O fornecedor B é do Simples Nacional e paga pelo DAS. Ele cobra R$ 104. Mas o crédito que transfere é de cerca de R$ 2. O custo líquido vai a R$ 102.</p><p>Por que o crédito do B é menor? Porque, nesse caso, o crédito do comprador fica limitado ao montante da CBS devido dentro do Simples. A regra está no artigo 47 da Lei Complementar 214/2025.</p><p>A virada acontece em 1º de janeiro de 2027. Nessa data, PIS e Cofins acabam. A CBS passa a ser cobrada integralmente, pelo calendário de transição da LC 214/2025. O tributo é não cumulativo e de crédito amplo. Quase toda compra usada na atividade gera crédito, desde que documentada e com o tributo destacado.</p><p>Isso vale também para o Lucro Presumido. Hoje essas empresas pagam PIS e Cofins sem direito a crédito. Com a CBS, entram no mesmo regime do Lucro Real.</p><p>E qual será a alíquota? Ainda não se sabe. O Tribunal de Contas da União (TCU) tem até 30 de outubro para homologar o cálculo. O Senado tem até 15 de dezembro para fixar o número. Projeções falam em perto de 9%.</p><p>“A pergunta de compras muda. Deixa de ser quanto custa e passa a ser quanto custa depois do crédito. Quem renovar contrato sem refazer essa conta vai descobrir a diferença no balanço de 2027”, resume Carlos Gago, CEO da <a target="_blank" rel="noopener" href="https://trinitytributario.com.br/"><u>Trinity Consultoria Tributária</u></a>.</p><p>A conta tem três partes. Primeiro, o preço sem o tributo, já que a CBS é calculada por fora. Depois, o crédito que realmente entra: nota sem destaque correto não gera crédito. Por fim, o pagamento. A lei liga o crédito à quitação do débito na etapa anterior. Então a regularidade do fornecedor também pesa.</p><p>Nem todo fornecedor do Simples transfere pouco crédito. Alguns podem optar por apurar IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS no regime regular a partir de janeiro, numa janela que vai até 30 de outubro de 2026. Dá para perguntar.</p><p>A Trinity faz essa conta fornecedor a fornecedor. A primeira fase é um <a target="_blank" rel="noopener" href="https://valor.globo.com/patrocinado/pulse-brand/noticia/2026/05/26/por-que-o-diagnostico-tributario-deixou-de-ser-proposta-comercial-e-virou-primeira-fase-tecnica-do-projeto-1.ghtml"><u>diagnóstico</u></a> sem custo, feito junto com o contador da empresa. Faz mais diferença para quem está no Presumido ou no Real e tem muitos fornecedores no Simples. Quem compra quase tudo de grandes fornecedores do regime regular, ou vai seguir no Simples, tende a ganhar pouco.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-22/como-calcular-o-custo-real-de-uma-compra-com-a-cbs--preco-da-nota-deixa-de-bastar-em-2027.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada57aa18a4ed0b75066d13</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 18:36:26 +0000</pubDate><title>Daniel Lancaster acompanha estreia do filho João no kart aos 7 anos SP</title><description>João Lancaster estreia com pódio e inicia aprendizado nas pistas kart</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0i/tn/kp/0itnkp5e8mkgit0zmpavnrob1.jpg"><figcaption>Daniel Lancaster acompanha estreia do filho João no kart aos 7 anos SP<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>A estreia de João Lancaster, de 7 anos, nas competições de kart marca um novo capítulo na relação de sua família com o automobilismo. Filho do piloto Daniel Lancaster, integrante da equipe Autlog Racing no Endurance Brasil, o menino conquistou o terceiro lugar na categoria Mirim em sua primeira corrida, realizada em Aldeia da Serra, na Grande São Paulo. O resultado trouxe um pódio logo na primeira experiência competitiva, mas o planejamento familiar prioriza a formação gradual do jovem atleta.</p><p>A trajetória de João também evidencia como o contato precoce com uma atividade profissional pode despertar interesses e habilidades. Acostumado a acompanhar o pai nos autódromos, ele cresceu observando a preparação das equipes, a rotina dos pilotos e a importância de cada detalhe antes de uma largada. Agora, passa da posição de espectador à de participante, com desafios próprios e metas compatíveis com a idade.</p><p>Daniel Lancaster é o atual campeão das Mil Milhas de São Paulo, conquista obtida ao volante do Ligier número 22, da Autlog Racing. Nas provas de endurance, disputadas ao longo de muitas horas, planejamento, trabalho coletivo e capacidade de adaptação são tão importantes quanto velocidade. São experiências que o piloto pode compartilhar com o filho, respeitando as diferenças entre as corridas de longa duração e as categorias de formação no kart.</p><p>Na primeira competição, João precisou lidar com situações novas: concentração antes da largada, convivência com adversários e decisões rápidas durante a prova. A terceira colocação na categoria Mirim foi um incentivo para continuar treinando, sem transformar o resultado inicial em obrigação de desempenho. Para a família, a prioridade é que ele aprenda a competir com segurança, disciplina e prazer pela modalidade.</p><p>O acompanhamento de Daniel Lancaster vai além das orientações técnicas. O pai procura transmitir valores associados ao esporte, como respeito às regras, responsabilidade, perseverança e controle emocional. Aprender a aceitar erros e reconhecer a evolução dos colegas faz parte de um processo que não se mede apenas pela posição de chegada. Em uma modalidade individual na pista, mas dependente de mecânicos, instrutores e familiares nos bastidores, o trabalho em equipe também ganha relevância.</p><p>A temporada de 2026 foi definida como um período de adaptação. A proposta é que João conheça diferentes situações de corrida, aprimore fundamentos e desenvolva familiaridade com treinos e competições. A expectativa da família é que essa base contribua para uma preparação mais consistente em 2027, quando poderão surgir novos desafios. Não há, neste momento, necessidade de antecipar etapas ou projetar uma carreira profissional.</p><p>O kart costuma ser uma porta de entrada para o automobilismo, por oferecer aos iniciantes contato direto com direção, traçados, frenagem e disputas de posição. Para crianças, porém, a experiência também envolve rotina, aprendizado e convivência. O papel dos responsáveis é fundamental para equilibrar incentivo e exigência, preservando o desenvolvimento do atleta e a relação saudável com o esporte.</p><p>A história da família Lancaster se insere em uma tradição conhecida das pistas brasileiras, na qual diferentes gerações compartilham a paixão pela velocidade. Chico Serra e seu filho Daniel Serra, assim como Nelson Piquet e Nelsinho Piquet, são exemplos de vínculos familiares ligados às competições. Cada trajetória, contudo, depende de escolhas, oportunidades e resultados próprios, e a estreia de João ainda representa apenas o início de um caminho.</p><p>Para Daniel Lancaster, acompanhar o filho no kart significa viver o automobilismo sob outra perspectiva. Em vez de buscar posições ao volante, ele observa da lateral da pista o desenvolvimento de João, celebra pequenas conquistas e participa da preparação para cada nova etapa. A experiência aproxima pai e filho em torno de um interesse comum, ao mesmo tempo que exige reconhecer o ritmo e a individualidade do menino.</p><p>O pódio em Aldeia da Serra será lembrado como o primeiro resultado de João Lancaster nas competições. Mais importante do que a medalha, porém, é a possibilidade de transformar a curiosidade pelas corridas em uma jornada de aprendizado contínuo. Entre treinos, orientações e novas provas, a família pretende construir essa história passo a passo, com espaço para descobertas, amadurecimento e diversão. O foco é criar uma base sólida, sem pressa e sem perder o entusiasmo que levou João à pista pela primeira vez.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-22/daniel-lancaster-acompanha-estreia-do-filho-joao-no-kart-aos-7-anos-sp.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada57a618a4ed0b75066d12</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 18:36:22 +0000</pubDate><title>Daniel Lancaster acompanha a estreia do filho João no kart aos 7 anos!</title><description>João Lancaster conquista terceiro lugar na categoria Mirim na estreia!</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cl/zk/b1/clzkb1naca1b4sqehekhwdtfh.jpg"><figcaption>Daniel Lancaster acompanha a estreia do filho João no kart aos 7 anos!<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>Aos 7 anos, João Lancaster iniciou sua trajetória no automobilismo com um resultado marcante em sua primeira corrida. O filho do piloto Daniel Lancaster terminou em terceiro lugar na categoria Mirim de uma prova de kart realizada em Aldeia da Serra, na Grande São Paulo. O pódio marcou a estreia do menino nas competições e marcou uma nova etapa para a família ligada às pistas.</p><p>João cresceu acompanhando o pai em eventos do automobilismo e observando a preparação necessária para competir. Daniel Lancaster é o atual campeão das Mil Milhas de São Paulo, conquista obtida ao volante do Ligier número 22, da equipe Autlog Racing. A experiência do piloto nas provas de longa duração agora se encontra com os primeiros passos do filho em uma modalidade de formação de pilotos.</p><p>A estreia de João reuniu elementos característicos das categorias de base: adaptação ao equipamento, atenção às orientações, contato com outros pilotos e necessidade de tomar decisões em poucos segundos. Na pista, o menino conseguiu alcançar a terceira colocação. Fora dela, o resultado passou a representar também uma oportunidade de aprendizado sobre a dinâmica das corridas.</p><p>A presença de pais e filhos no automobilismo não é novidade. No Brasil, histórias como as de Chico Serra e Daniel Serra, além de Nelson Piquet e Nelsinho Piquet, ilustram como o interesse pelo esporte pode atravessar gerações. Cada trajetória, entretanto, depende de circunstâncias próprias, de oportunidades e de um processo de desenvolvimento que vai além do sobrenome.</p><p>No caso dos Lancaster, a convivência com as competições antecede a estreia oficial de João. Ao acompanhar Daniel Lancaster, o garoto teve contato com a preparação de carros, os compromissos das equipes e o ambiente de provas de endurance. O kart, porém, apresenta desafios específicos e exige que o jovem piloto construa referências próprias ao longo dos treinos e das disputas.</p><p>A família considera 2026 um período de adaptação. A proposta é permitir que João acumule experiência, conheça melhor o comportamento do kart e desenvolva gradualmente sua técnica. O planejamento prevê que essa primeira fase sirva de base para novos desafios em 2027, sem fazer de uma corrida uma previsão sobre seu futuro.</p><p>Para Daniel Lancaster, o acompanhamento da estreia também envolve a transmissão de valores associados à prática esportiva. Disciplina, respeito aos adversários, dedicação, responsabilidade e controle emocional fazem parte desse processo. Esses valores aparecem no respeito às regras e na forma de lidar com resultados.</p><p>O terceiro lugar em Aldeia da Serra oferece um ponto de partida, mas não elimina a necessidade de continuidade. Nas categorias de formação, a evolução costuma envolver repetição de treinos, familiaridade com os circuitos, compreensão de estratégias e capacidade de aprender com erros. A participação em corridas permite transformar orientações recebidas fora da pista em decisões tomadas durante a competição.</p><p>Há também uma diferença importante entre observar o automobilismo e assumir o volante. Como espectador, João já conhecia parte da rotina do pai; como competidor, passa a experimentar diretamente a pressão da largada, a disputa por posições e a responsabilidade por suas escolhas. Esse contato inicial ajuda a compreender o esporte para além dos resultados e das celebrações no pódio.</p><p>O papel de Daniel Lancaster nessa fase é o de acompanhar o desenvolvimento do filho sem confundir a experiência acumulada no endurance com a trajetória que João começará a construir. Embora compartilhem a paixão pelas pistas, pai e filho estão em momentos distintos. Um já alcançou conquistas em provas de longa duração; o outro inicia o aprendizado em uma categoria voltada às crianças.</p><p>A estreia bem-sucedida não define os próximos resultados, mas registra um momento importante para a família. Ao subir ao pódio logo na primeira corrida, João Lancaster acrescentou sua própria experiência a uma história já ligada ao automobilismo. Os passos seguintes dependerão de treino, amadurecimento e oportunidades de competir, sempre respeitando sua idade e seu ritmo de evolução.</p><p>Entre a experiência de Daniel Lancaster nas Mil Milhas de São Paulo e a estreia de João no kart, surge uma conexão que vai além dos troféus. O esporte passa a ser também um bom espaço de convivência, orientação, aprendizado contínuo e descoberta. Em Aldeia da Serra, o primeiro pódio do menino simbolizou menos um ponto de chegada do que o começo de uma caminhada nas pistas.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-22/daniel-lancaster-acompanha-a-estreia-do-filho-joao-no-kart-aos-7-anos.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada571cea524207490c460c</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 18:34:38 +0000</pubDate><title>Qual cafeteira de cápsulas escolher: Nespresso ou Dolce Gusto?</title><description>Nespresso e Dolce Gusto têm propostas diferentes: enquanto uma prioriza o café puro, a outra permite preparar várias bebidas com cápsulas</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6z/j7/1j/6zj71jp7ubxzbemtr3u90gt2z.jpg"><figcaption>Cafeteira Mini ME está entre as principais opções de entrada do mercado<span class="copyright">Reprodução/ Nescafé Dolce Gusto </span></figcaption></figure><p>Na hora de comprar uma <strong>cafeteira de cápsulas</strong>, o preço não é o único detalhe que merece atenção. A escolha entre <strong>Nespresso</strong> e <strong>Dolce Gusto</strong> pode mudar o tipo de bebida que você prepara todos os dias, a variedade disponível em casa e até a forma de comparar os gastos com <strong>cápsulas</strong>. Por isso, antes de aproveitar uma oferta, vale entender qual das duas marcas combina melhor com a sua rotina.</p><p>Quem prefere café preto, ristretto ou espresso encontra na Nespresso uma opção direcionada a esse consumo. Já quem gosta de alternar entre café, cappuccino, latte, chocolate quente e chá pode aproveitar melhor a variedade oferecida pela Dolce Gusto.</p><h2>Nespresso ou Dolce Gusto: qual é a diferença?</h2><p>A Nespresso concentra sua proposta no café. As máquinas trabalham com pressão de até 19 bar e usam cápsulas de alumínio, com diferentes opções para quem gosta de variar o preparo sem abrir mão do espresso. Também há <a href="https://meli.la/2k7pqEM" target="_blank" rel="noopener nofollow">cápsulas </a>compatíveis de outras marcas, o que aumenta as alternativas para o consumidor.</p><p>É uma escolha que faz sentido para quem começa o dia com café preto, gosta de um espresso depois do almoço ou prefere bebidas com foco no sabor do próprio café. Para esse perfil, a <a href="https://meli.la/13LazLS" target="_blank" rel="noopener nofollow">Nespresso Essenza Mini</a> é uma opção compacta e direcionada ao preparo de espresso.</p><p>A Dolce Gusto segue outro caminho. Com pressão de até 15 bar, a marca oferece cápsulas para diferentes tipos de bebida, incluindo <a href="https://meli.la/2k7pqEM" target="_blank" rel="noopener nofollow">cappuccino, latte, chocolate quente e chá. Em algumas cápsulas</a>, o leite em pó já vem na própria cápsula, permitindo preparar bebidas com leite sem precisar de um vaporizador.</p><p>Essa variedade pode fazer diferença em casas onde cada pessoa tem uma preferência. Enquanto alguém pode querer café, outra pessoa pode preferir cappuccino ou chocolate quente em outro momento do dia. Nesse caso, a Dolce Gusto tende a oferecer mais possibilidades de preparo.</p><h2>Atenção antes de comprar </h2><p>Se você praticamente só toma café preto, pagar por uma máquina pensando em uma grande variedade de bebidas pode não fazer sentido para sua rotina. Da mesma forma, quem divide a cafeteira com pessoas que gostam de cappuccino e chocolate quente pode sentir falta dessas alternativas ao optar por um modelo mais focado em espresso.</p><p>Outro cuidado é não confundir compatibilidade entre cápsulas. Os sistemas são diferentes: uma cápsula Nespresso não é compatível com uma máquina Dolce Gusto, e o contrário também não funciona. Portanto, a decisão pela marca influencia quais cápsulas você poderá usar.</p><h2>Três opções do mercado</h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ai/yu/qr/aiyuqrgjcixklf4m89w53u1se.jpg"><figcaption>Essenza Mini é compatível com cápsulas das linhas Nespresso<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><p>Para quem prefere café puro e quer uma máquina compacta, a <a href="https://meli.la/13LazLS" target="_blank" rel="noopener nofollow">Nespresso Essenza Mini</a> aparece como uma alternativa. O preço está em oferta nesta semana: <a href="https://meli.la/13LazLS" target="_blank" rel="noopener nofollow">caiu de R$ 599 para R$ 539, com possibilidade de parcelamento em até 10 vezes sem juros</a>.</p><p>Já entre as opções da Dolce Gusto, <a href="https://meli.la/2nZNLFi" target="_blank" rel="noopener nofollow">a Mini Me tem preço em queda de R$ 599,90 por R$ 427,40</a>. O modelo já atende quem procura uma máquina para preparar diferentes tipos de bebida em casa.</p><p>Outra alternativa é a <a href="https://meli.la/2r5MB1d" target="_blank" rel="noopener nofollow">Dolce Gusto Genio S Plus, de R$ 550 por R$ 495 nesta quinta-feira (22)</a>. Assim como a Mini Me, ela pode ser considerada por quem valoriza a variedade de receitas oferecidas pela marca.</p><h2>Afinal, qual cafeteira escolher?</h2><p>A decisão fica mais simples quando você considera o que realmente vai colocar na xícara. Se o café preto é a bebida de todos os dias e o espresso é sua prioridade, a Nespresso é a escolha mais alinhada a esse perfil.</p><p>Se a ideia é ter mais variedade para diferentes momentos e preferências, a Dolce Gusto pode ser a alternativa mais adequada. Cappuccino, latte, chocolate quente e chá são as possibilidades para quem não quer ficar restrito ao café puro.</p><p>Antes de fechar a compra, compare o preço da máquina, o <a href="https://meli.la/2k7pqEM" target="_blank" rel="noopener nofollow">valor das cápsulas</a> que você pretende consumir e a variedade de bebidas disponível em cada sistema. <a href="https://meli.la/2k7pqEM" target="_blank" rel="noopener nofollow">Clique aqui e confira!</a></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/2026-10-22/qual-cafeteira-de-capsulas-escolher--nespresso-ou-dolce-gusto-.html</link><dc:creator>Rian Fernandes</dc:creator><media:credit>Reprodução/ Nescafé Dolce Gusto </media:credit><author>Rian Fernandes</author><keywords>Café em cápsulas, cozinha  mercado, Nespresso, Dolce Gusto, cafeteira de cápsulas, novidade</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5e15b984cfdcdae9506cb721</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada53ec18a4ed0b75066d0d</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 18:20:28 +0000</pubDate><title>Daniel Lancaster acompanha estreia do filho no kart e celebra 1º pódio</title><description>João Lancaster, de 7 anos, conquista terceiro lugar na categoria Mirim</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/45/0p/2m/450p2m3owqpvj0f4k5nph7pkz.jpg"><figcaption>Daniel Lancaster acompanha estreia do filho no kart e celebra 1º pódio<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>A estreia de João Lancaster, de 7 anos, nas competições de kart abriu um novo capítulo na relação da família com o automobilismo. Em prova disputada em Aldeia da Serra, na Grande São Paulo, o jovem terminou em terceiro lugar na categoria Mirim e conquistou um lugar no pódio logo em sua primeira corrida. O resultado marca o início de uma trajetória que terá 2026 como período de adaptação, com foco no desenvolvimento técnico e na experiência em pista.</p><p>O pai, Daniel Lancaster, acompanha de perto essa etapa. Piloto da Autlog Racing e atual campeão das Mil Milhas de São Paulo ao volante do Ligier número 22, ele conhece as exigências de um ambiente em que desempenho depende de preparação, regularidade e capacidade de tomar decisões sob pressão. Agora, passa a observar esses mesmos fundamentos sob outra perspectiva: a de quem orienta um filho que começa a competir.</p><p>A presença de João no kart reforça uma tradição do esporte a motor, no qual o contato familiar com os autódromos frequentemente antecede a formação dos pilotos. Entre os exemplos brasileiros estão Daniel Serra, filho de Chico Serra, e Nelsinho Piquet, filho de Nelson Piquet. A convivência com as corridas pode despertar o interesse de novas gerações.</p><p>No caso da família Lancaster, o contato começou antes da estreia oficial. João acompanha a rotina do pai nas provas de endurance, modalidade caracterizada por corridas de longa duração e pela importância do trabalho conjunto entre pilotos, equipe e estrutura técnica. Nesse ambiente, passou a observar os preparativos para as disputas e os cuidados necessários para entrar na pista.</p><p>O terceiro lugar obtido em Aldeia da Serra é um marco inicial, não uma projeção automática de carreira. A família trata a temporada de 2026 como uma fase de aprendizado, na qual a prioridade será ampliar a familiaridade do menino com os treinos, os procedimentos de corrida e a convivência com outros competidores. A expectativa é chegar a 2027 com uma base mais sólida e mais consistente, para enfrentar novos desafios.</p><p>Para Daniel Lancaster, a experiência também oferece a oportunidade de transmitir valores associados à prática esportiva. Disciplina, dedicação, respeito aos adversários, responsabilidade e controle emocional integram o conjunto de comportamentos que o piloto considera relevantes para a formação do filho. Esses valores vão além dos resultados.</p><p>O kart costuma representar uma das primeiras portas de entrada para o automobilismo. Em categorias de base, os jovens têm contato com regras, traçados, largadas e situações de disputa que exigem atenção constante. A evolução, porém, não se resume à velocidade: envolve aprender a reconhecer limites, ouvir orientações e lidar tanto com conquistas quanto com dificuldades.</p><p>A experiência acumulada por Daniel nas corridas de longa duração cria um ambiente familiar próximo desses desafios. No endurance, a gestão do ritmo, a concentração e a interação com a equipe têm peso decisivo. Embora as exigências do kart infantil sejam distintas, a convivência com esse universo permite que João compreenda, gradualmente, a importância de cada etapa da preparação.</p><p>A conquista do pódio na primeira participação trouxe entusiasmo à família, mas o planejamento segue voltado ao longo prazo. Em vez de antecipar metas de resultados, a proposta é permitir que o jovem piloto ganhe confiança e desenvolva suas habilidades ao longo das próximas competições. O desempenho respeitará sua idade e formação.</p><p>A trajetória de pais e filhos no automobilismo desperta interesse justamente porque combina legado e autonomia. A referência familiar pode abrir caminhos para o primeiro contato com as pistas, mas cada piloto precisa construir sua própria experiência. Para João Lancaster, a estreia representa esse ponto de partida: uma oportunidade de descobrir a modalidade na prática, com o apoio de quem já vive a rotina profissional das corridas.</p><p>Ao mesmo tempo em que Daniel Lancaster mantém sua atuação no Endurance Brasil pela Autlog Racing, a família passa a acompanhar uma nova agenda esportiva, agora nas categorias de base. O calendário de João acrescenta uma dimensão familiar à rotina do piloto.</p><p>O resultado de Aldeia da Serra será lembrado como o primeiro pódio de João Lancaster. O que virá depois dependerá de treino, experiência e evolução ao longo das temporadas. Por enquanto, a principal conquista é a entrada do menino nas competições, em uma história que une a experiência do pai à descoberta de novos desafios pelo filho.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-22/daniel-lancaster-acompanha-estreia-do-filho-no-kart-e-celebra-1-podio.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada4f3dea524207490c45f3</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 18:00:29 +0000</pubDate><title>Camicado e Pinterest Brasil se unem para proporcionar experiência exclusiva para creators e convidados</title><description>Parceria integra edição especial do Camicado Sessions, que reúne conteúdo, inspiração e celebração das festas de fim de ano</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2o/p0/55/2op055s2h4yi1ho0ciradvyxa.jpg"><figcaption>Camicado e Pinterest Brasil se unem para proporcionar experiência exclusiva para creators e convidados<span class="copyright">prnewswire.com </span></figcaption></figure><p></p><p><em>Parceria integra edição especial do Camicado Sessions, que reúne conteúdo, inspiração e celebração das festas de fim de ano</em></p><p>, /PRNewswire/ -- Muito antes de dezembro chegar, o Natal já começa a ganhar espaço nas casas, seja nos primeiros detalhes da decoração ou nos preparativos para reunir pessoas queridas. Foi com esse espírito que a Camicado e o Pinterest Brasil se uniram para uma edição especial do Camicado Sessions, plataforma que aproxima creators, parceiros e convidados em torno de experiências de troca e conexão. A edição propôs uma tarde especial, com atividades inspiradas nas tradições natalinas.</p><p>O encontro aconteceu no Pinterest Brasil e recebeu cerca de 30 criadores de conteúdo, que acompanharam quais são as buscas que estão em alta na plataforma e devem guiar as celebrações de fim de ano.</p><p>"O Pinterest nasceu para ser o lugar onde as pessoas encontram inspiração para transformar ideias em realidade, e o Natal é um desses momentos. Os dados mostram, mês a mês, como as buscas se transformam em decisões de compra e em momentos de convivência. Com a Camicado, conseguimos unir essa inteligência de tendências a uma marca que entende profundamente o universo da casa, criando uma experiência que aproxima criadores, consumidores e parceiros em torno do que realmente importa nessa época do ano: estar junto", afirma Agustin Jacobs, líder de Parcerias Estratégicas do Pinterest para América Latina.</p><p>"Na Camicado, o espírito de Natal chega antes. A cada ano, percebemos que os clientes iniciam mais cedo o planejamento de como vão decorar a casa e receber família e amigos para momentos especiais. Por isso, buscamos estar presentes desde o início dessa inspiração, oferecendo soluções que ajudem a transformar o lar em um cenário de encontro, afeto e celebração.", explica Renata Altenfelder, CMO da Lojas Renner S.A.</p><p>Para tornar a ocasião ainda mais especial, a Miolo Wine Group ofereceu rótulos selecionados que acompanharam a jornada dos convidados ao longo da programação. A parceria reforça a afinidade entre duas marcas que acreditam no poder dos encontros e na importância de transformar momentos simples em experiências memoráveis.</p><p><strong>Sobre o Camicado Sessions</strong></p><p>A iniciativa traduz o posicionamento da Camicado de inspirar momentos dentro e fora de casa. Em cada edição, o projeto combina conteúdo, experiências e convivência, apresentando produtos de forma natural em ambientes acolhedores e situações reais, que despertam ideias e aproximam as pessoas.</p><p>"O Camicado Sessions é uma extensão da nossa forma de enxergar o lar: um espaço vivo, que vai além da funcionalidade e se torna um cenário de relações reais. Queremos reforçar esse olhar para as ocasiões em que a casa ganha significado a partir das histórias que acontecem dentro dela", afirma Renata Altenfelder, CMO da Lojas Renner S.A.</p><p>A primeira edição do Camicado Sessions ocorreu em parceria com o Pinterest, com um workshop dedicado à decoração e mesa posta. O segundo, dedicado a mães, foi um workshop de (técnica de bordado russo). Já a terceira edição, especial Dia dos Namorados, reuniu casais convidados para um workshop de massa fresca com o chef Ravi Leite (ex-participante do Masterchef Profissionais) e a chef Giovanna Bichels.</p><p>"Nosso maior objetivo é manter um diálogo constante com o público, promovendo encontros que vão além do produto, fortalecendo vínculos de forma genuína", finaliza Renata.</p><p><strong>Sobre a Camicado</strong></p><p>Com mais de 100 lojas físicas pelo Brasil e estratégia omnichannel, a rede especializada em casa e decoração oferece um mix de produtos como utensílios de cozinha, mesa, cama, banho, organização e eletroportáteis. Com o objetivo de proporcionar total facilidade ao cliente, a Camicado oferece uma experiência personalizada que alia excelência no atendimento a um ambiente agradável e diferenciado. A marca é referência no mercado no serviço de listas de presentes, para noivas e noivos que procuram soluções completas para todos os ambientes da casa, com qualidade e estilo.</p><p><strong>Sobre a Lojas Renner S.A.</strong></p><p>Constituída em 1965, a Lojas Renner S.A. abriu capital em 1967 e se tornou, em 2005, a primeira corporação brasileira, com 100% das ações negociadas em bolsa. Também está listada no Novo Mercado, grau mais elevado dentre os níveis de governança corporativa da B3. Seu ecossistema de moda e lifestyle é formado pelas seguintes marcas: Renner, que tem roupas e acessórios para todos os estilos; Camicado, do segmento de casa e decoração; Youcom, especializada em moda jovem; Ashua Curve & Plus Size, que oferece roupas nos tamanhos 42 a 58; e Repassa, plataforma de revenda de roupas, calçados e acessórios.</p><p>Atualmente, são mais de 710 lojas em operação, considerando todos os negócios do ecossistema. Além de estar presente no Brasil com todas as suas marcas, a Companhia iniciou seu processo de internacionalização ao inaugurar unidades da Renner no Uruguai a partir de 2017 e na Argentina em 2019. A Lojas Renner S.A. é formada ainda pela Realize CFI, que apoia a atividade de varejo através da oferta e gestão de produtos financeiros; e pela Uello Tecnologia, uma logtech nativa digital focada em soluções para entregas urbanas.</p><p>View original content to download multimedia:</p><p>FONTE Lojas Renner S.A.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/prnewswire/2026-10-22/camicado-e-pinterest-brasil-se-unem-para-proporcionar-experiencia-exclusiva-para-creators-e-convidados.html</link><dc:creator>PR Newswire</dc:creator><media:credit>prnewswire.com </media:credit><author>PR Newswire</author><keywords>PR Newswire</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5fd75fea92b7d618455af830</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada4e5c18a4ed0b75066d03</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 17:56:44 +0000</pubDate><title>Daniel de Brites reúne jovens empreendedores da periferia ao mercado digital</title><description>BX1 Experience 2026, realizado no Rio de Janeiro, reuniu participantes de diferentes regiões do país, com relatos de crescimento financeiro, palestras e homenagens a alunos da comunidade</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2x/kb/we/2xkbwem6o9njrm9kh3po79wlc.jpg"><figcaption>Daniel de Brites reúne jovens empreendedores da periferia ao mercado digital<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>BX1 Experience 2026, realizado no Rio de Janeiro, reuniu participantes de diferentes regiões do país, com relatos de crescimento financeiro, palestras e homenagens a alunos da comunidade</p><p>O crescimento do mercado digital tem aberto novas possibilidades para jovens que buscam alternativas de renda e desenvolvimento profissional. Em diferentes regiões do Brasil, pessoas sem experiência prévia no setor encontram na internet caminhos para empreender, desenvolver habilidades e construir negócios próprios.</p><p>Esse movimento esteve em evidência no dia 3 de outubro, durante o BX1 Experience 2026, realizado no Rio de Janeiro. O encontro reuniu integrantes de uma comunidade de empreendedores digitais e teve entre seus destaques Daniel de Brites, idealizador da iniciativa, que atua como mentor de pessoas interessadas em ingressar nesse mercado.</p><p><strong>Da periferia à formação de novos empreendedores</strong></p><p>Criado na Zona Oeste do Rio de Janeiro, Daniel de Brites construiu sua trajetória no empreendedorismo digital e passou a compartilhar sua experiência com jovens de diferentes estados. A partir dessa atuação, surgiu a comunidade BX1, que reúne pessoas interessadas em desenvolver negócios pela internet e trocar conhecimentos sobre o setor.</p><p>A iniciativa também busca aproximar participantes que compartilham desafios semelhantes no início da vida profissional. Além das atividades de formação, a comunidade promove encontros presenciais para apresentar experiências, estabelecer conexões e reconhecer resultados alcançados pelos integrantes.</p><p>O BX1 Experience 2026 foi concebido como um desses espaços de integração. A programação contou com palestras de participantes da própria comunidade, que apresentaram relatos de suas trajetórias e dos resultados obtidos no mercado digital.</p><p><strong>Participantes compartilham resultados e experiências</strong></p><p>Entre os nomes que participaram da programação estavam Orlando Brito, da Bahia, que relatou ter alcançado R$ 250 mil em faturamento ao longo de sete meses, e Lucas Pacielo, de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, que compartilhou sua trajetória de crescimento e afirmou ter faturado mais de R$ 450 mil ao longo de dois anos.</p><p>Os números foram apresentados como resultados individuais, associados às experiências dos participantes no setor. O desempenho de cada empreendedor, no entanto, depende de fatores como modelo de negócio, estratégia, investimento e condições de mercado, não representando uma garantia de ganhos para quem pretende começar.</p><p>Além das palestras, o encontro contou com uma cerimônia de reconhecimento. Segundo as informações divulgadas pela organização, mais de 24 alunos foram homenageados, com a entrega presencial de mais de 60 placas relacionadas a marcos de faturamento que variaram de R$ 30 mil a R$ 1 milhão.</p><p>O papel das comunidades no empreendedorismo digital</p><p>Para além dos resultados financeiros, iniciativas como a BX1 refletem uma característica do ambiente digital: a possibilidade de estabelecer conexões profissionais sem depender exclusivamente dos caminhos tradicionais de formação e inserção no mercado.</p><p>Para jovens de regiões periféricas, o contato com pessoas que enfrentaram dificuldades semelhantes pode ampliar o acesso a informações, experiências e referências profissionais. Ao mesmo tempo, especialistas do setor costumam destacar a importância de avaliar modelos de negócio, custos e riscos antes de investir em uma atividade empreendedora.</p><p>No caso da BX1, os encontros presenciais também funcionam como uma extensão das relações construídas pela internet, reunindo participantes que, em muitos casos, se conheceram por meio da comunidade.</p><p><strong>Daniel de Brites amplia sua presença no ambiente digital</strong></p><p>À frente da iniciativa, Daniel de Brites mantém presença na internet por meio de conteúdos relacionados ao marketing e ao empreendedorismo digital. Seu canal no YouTube reúne materiais que podem ser acompanhados por quem deseja conhecer melhor sua atuação e os assuntos abordados em seu trabalho.</p><p>Canal de Daniel de Brites no YouTube: <a target="_blank" rel="noopener" href="https://youtube.com/@britesmkt?si=xiyP8GYhxoGZpkDz">https://youtube.com/@britesmkt?si=xiyP8GYhxoGZpkDz</a></p><p>O BX1 Experience 2026 reuniu histórias de participantes com diferentes origens e objetivos profissionais. Em comum, os relatos apresentados apontam para a busca de novas oportunidades por meio da internet e para a importância das redes de relacionamento na construção de trajetórias empreendedoras.</p><p>Para uma geração que nem sempre se reconhece nos ambientes empresariais tradicionais, ocupar espaços de apresentação e compartilhar experiências pode representar um passo importante na construção de novas perspectivas profissionais.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-22/daniel-de-brites-reune-jovens-empreendedores-da-periferia-ao-mercado-digital.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada460318a4ed0b75066cfc</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 17:21:07 +0000</pubDate><title>Chá Branco vira fenômeno na perfumação da casa e impulsiona busca por fragrâncias mais sofisticadas</title><description>Em meio ao crescimento do interesse por aromas associados à perfumaria fina, Glade® aposta na fragrância que ganhou força nas redes sociais e passou a representar uma nova forma de perfumar o lar</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9n/uh/fe/9nuhfefr00p1hrezhcee3wqli.jpg"><figcaption>Chá Branco vira fenômeno na perfumação da casa e impulsiona busca por fragrâncias mais sofisticadas<span class="copyright">prnewswire.com </span></figcaption></figure><p></p><p><em>Em meio ao crescimento do interesse por aromas associados à perfumaria fina, Glade® aposta na fragrância que ganhou força nas redes sociais e passou a representar uma nova forma de perfumar o lar</em></p><p>, /PRNewswire/ -- De fragrância associada a ambientes sofisticados a um dos perfumes mais comentados nas redes sociais, o Chá Branco ganhou protagonismo na perfumação da casa. Impulsionado por conversas sobre "cheiro de casa rica", "cheiro de loja chique", "cheiro de casa de novela" e "cheiro de luxo", o perfil olfativo passou a ocupar diferentes categorias de cuidados com o lar e a refletir uma transformação na relação dos consumidores com o perfume da casa.</p><p>É de olho nesse movimento que Glade®, especialista em fragrâncias para o lar, apresenta Glade® Chá Branco, desenvolvido em parceria com a IFF, uma das maiores casas de fragrâncias do mundo. A novidade chega em um momento em que o consumidor busca cada vez mais fragrâncias capazes de ir além da percepção tradicional de limpeza e contribuir para a atmosfera, a personalidade e a experiência dos ambientes.</p><p>O fenômeno acompanha uma busca mais ampla por experiências sensoriais premium no cotidiano. Segundo tendências mapeadas pela IFF, os consumidores vêm demonstrando maior interesse por fragrâncias associadas à sofisticação, exclusividade e prazer, levando códigos antes mais ligados à perfumaria fina para diferentes categorias de consumo, inclusive para dentro de casa.</p><p>Dados do IFF Consumer Tracker mostram que 65% dos consumidores globais estariam dispostos a pagar mais por um perfume percebido como exclusivo. Ao mesmo tempo, conteúdos relacionados à busca por aromas sofisticados também ganharam relevância nas plataformas digitais: segundo levantamento apresentado pela IFF, conteúdos relacionados a "how to smell expensively" ("como ter um cheiro sofisticado") alcançaram 28,3 milhões de visualizações no TikTok, refletindo o interesse por referências olfativas ligadas ao universo premium.</p><p>Segundo análise da IFF, a ascensão do Chá Branco ganhou força a partir de discussões nas redes sociais envolvendo fragrâncias comercializadas em diferentes faixas de preço. A repercussão ajudou a colocar esse perfil olfativo no centro das conversas e rapidamente ampliou sua presença para diferentes categorias de home care.</p><p>Nas redes sociais, o movimento ganhou uma tradução bastante brasileira. Conteúdos sobre "cheiro de casa de gente rica" se multiplicaram no TikTok e no Instagram, com usuários compartilhando produtos, misturas e truques para reproduzir em casa aromas associados a ambientes sofisticados. Mais do que uma busca literal por luxo, o fenômeno evidencia uma mudança de comportamento: o perfume da casa passa a ser visto como parte da identidade do ambiente, assim como a decoração, os materiais, as cores e os objetos.</p><p>A força do Chá Branco está justamente na percepção de que a fragrância oferece uma experiência diferente do tradicional "cheiro de produto de limpeza". Seu perfil mais delicado e sofisticado se aproxima dos códigos da perfumaria e acompanha um consumidor interessado em fragrâncias que tragam personalidade e sensorialidade para a rotina.</p><p>"O consumidor está cada vez mais atento à experiência olfativa dos espaços. Assim como um perfume pessoal ajuda a expressar identidade, as fragrâncias para o lar começam a exercer esse papel dentro da casa. Existe uma busca por composições mais elaboradas, que tragam sofisticação e sensorialidade para a rotina e ajudem a criar atmosferas distintas", afirma Especialista de Marketing da IFF.</p><p>E essa transformação vai além do Chá Branco. Se antes a fragrância para o lar estava fortemente associada à sensação de limpeza, cresce agora a procura por aromas capazes de conferir identidade, atmosfera e personalidade aos ambientes.</p><p>A tendência aparece também no interesse pelos cheiros característicos de hotéis, lojas e outros espaços reconhecidos pela experiência sensorial. De acordo com a IFF, consumidores passaram a buscar referências como o chamado "shopping mall scent" ("cheiro de shopping") fragrâncias associadas a marcas e estabelecimentos premium, com o desejo de reproduzir dentro de casa sensações semelhantes.</p><p>Para Glade®, esse comportamento reforça uma evolução importante da categoria. A marca parte da ideia de que o perfume pode ir além da função prática de aromatizar e atuar como um elemento da experiência da casa, ajudando a criar diferentes atmosferas e expressar a personalidade de quem vive naquele espaço.</p><p>É nesse contexto que Glade® Chá Branco amplia o portfólio da marca. A fragrância apresenta um perfil sofisticado, fresco e luminoso, com notas de bergamota, pera e abacaxi, coração de jasmim, acorde de chá branco, ylang-ylang e lavanda, além de uma base de sândalo cremoso, âmbar e musks. A novidade pode ser encontrada nos formatos de home spray, gotas perfumadas e difusor de aromas pelos preços sugeridos de R$ 23,90, R$ 13,90 e R$ 24,90 respectivamente nas maiores redes de supermercado e lojas online.</p><p><strong>Sobre Glade</strong></p><p>Glade é uma marca especialista em fragrâncias para o lar e líder de mercado de aromatizadores de ambiente* que acredita no poder do perfume para transformar a atmosfera dos ambientes e criar experiências mais acolhedoras, pessoais e memoráveis. Com um portfólio de diferentes formatos e fragrâncias, a marca busca acompanhar os hábitos e desejos dos consumidores, combinando inovação, sensorialidade e praticidade para tornar a perfumação parte da experiência de estar em casa.</p><p>*Fonte: Nielsen Retail Index - Total Brasil INA+C&C - Agosto 2025 a Julho 2026</p><p>View original content to download multimedia:</p><p>FONTE Glade</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/prnewswire/2026-10-22/cha-branco-vira-fenomeno-na-perfumacao-da-casa-e-impulsiona-busca-por-fragrancias-mais-sofisticadas.html</link><dc:creator>PR Newswire</dc:creator><media:credit>prnewswire.com </media:credit><author>PR Newswire</author><keywords>PR Newswire</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5fd75fea92b7d618455af830</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada4089ea524207490c45de</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 16:57:45 +0000</pubDate><title>BDM Digital articula parcerias na China e Macau</title><description>Sediada no Mato Grosso do Sul, a empresa leva a inovação da blockchain e dos ativos virtuais ao principal polo financeiro do Oriente e busca consolidar intercâmbio tecnológico e segurança jurídica em contratos internacionais, no embalo da Nova Rota Bioceânica</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/11/7f/yl/117fylz6rozrmkf5k613i92s9.jpg"><figcaption>BDM Digital articula parcerias na China e Macau<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p><strong>CAMPO GRANDE (MS) / MACAU — 22 de outubro de 2026.</strong> Em um movimento que reforça a projeção internacional da tecnologia brasileira, o BDM Digital cumpriu uma agenda oficial de alto nível no Centro de Arbitragem do Centro de Comércio Mundial de Macau (WTCMAC). A instituição foi representada em solo asiático pela Chief Legal Officer da empresa, a Dra. Kezia Miranda, com o objetivo de estreitar laços de cooperação, debater governança transnacional e abrir caminho para parcerias comerciais estratégicas com o mercado asiático. A reunião institucional foi conduzida diretamente pela Secretária-Geral do WTCMAC, a Dra. Vong Sok Hei Rosita.</p><p>O encontro insere a capital sul-mato-grossense em uma das rotas de negócios mais relevantes do mundo e sinaliza uma aposta clara do ecossistema BDM: conectar a pujança econômica do Centro-Oeste brasileiro à infraestrutura financeira e tecnológica da Ásia.</p><p><strong>A conexão entre o Centro-Oeste e a Grande Baía chinesa</strong></p><p>Com sede em Campo Grande (MS), o BDM Digital enxerga na articulação internacional um desdobramento natural do desenvolvimento econômico regional, hoje impulsionado pela consolidação da Nova Rota Bioceânica. O corredor logístico, com cerca de 2.396 quilômetros, ligará o Oceano Atlântico ao Oceano Pacífico, cruzando o Mato Grosso do Sul e seguindo por Paraguai, Argentina e Chile rumo aos portos do Pacífico. Para o comércio com o continente asiático, o ganho é estrutural: a rota deve encurtar em mais de 9,7 mil quilômetros o trajeto marítimo das exportações brasileiras, sobretudo das regiões Sudeste e Centro-Oeste, com destino à Ásia.</p><p>Esse novo eixo chega em um momento de força do Estado. Em 2025, Mato Grosso do Sul registrou mais de US$ 10,1 bilhões em exportações do agronegócio, tendo a China como principal destino de seus produtos. Quando essa capacidade produtiva se conecta a ecossistemas globais de inovação, a infraestrutura logística deixa de ser apenas estrada e ponte e passa a ser plataforma de negócios.</p><p>É nesse ponto que Macau assume papel nevrálgico. Localizada na Grande Baía Guangdong–Hong Kong–Macau (Greater Bay Area), a região reúne Hong Kong, Macau e nove cidades de Guangdong, com mais de 80 milhões de habitantes e produção econômica próxima de US$ 2 trilhões, figurando entre os polos tecnológicos, logísticos e financeiros mais dinâmicos do planeta. Macau tem, ainda, um atributo singular para o Brasil: é reconhecida como plataforma de cooperação comercial entre a China e os países de língua portuguesa, uma ponte cultural e institucional que reduz atritos para empresas brasileiras.</p><p>Pagamentos, bancos e ativos virtuais: a nova fronteira dos serviços financeiros</p><p>A agenda em Macau também evidencia a tese que move o ecossistema BDM como um todo (BDM Bank, na frente bancária, e BDM Digital, na frente de ativos virtuais e tecnologia). O comércio internacional moderno não se decide apenas na logística de cargas: decide-se, cada vez mais, na infraestrutura de pagamentos e liquidação que sustenta cada operação.</p><p>O Brasil é hoje uma referência global em modernização de meios de pagamento, com uma população habituada a transações instantâneas e digitais. Levar essa cultura de eficiência para o comércio exterior (com liquidação mais rápida, rastreável e de menor custo) é o elo que falta para que exportadores e importadores do Centro-Oeste operem com a mesma agilidade com que já operam no mercado doméstico. Não por acaso, a própria Grande Baía trata o setor financeiro como indústria-espinha dorsal, com iniciativas de integração bancária transfronteiriça e de liquidação em moeda chinesa voltadas aos países lusófonos.</p><p>Ao posicionar-se nesse cruzamento (entre o banco, o ativo digital e a liquidação transfronteiriça), o ecossistema BDM se propõe a oferecer ao exportador brasileiro algo além de uma conta: um trilho financeiro desenhado para a rota Brasil–Ásia.</p><p><strong>Blockchain, auditabilidade e segurança jurídica</strong></p><p>No Centro de Arbitragem, o foco recaiu sobre a mitigação de riscos e a modernização de contratos internacionais de importação e exportação. Em nome do BDM Digital, foram destacadas as formas como as plataformas de ativos virtuais e a tecnologia blockchain vêm transformando o comércio exterior.</p><p>Por meio de registros imutáveis e descentralizados, a blockchain assegura auditabilidade em tempo real e transparência na validação de documentações complexas: conhecimentos de embarque, cartas de crédito, certificados de origem. Essa camada tecnológica, somada à chancela de instituições de arbitragem de reputação internacional como o WTCMAC, reforça o compliance necessário para transações globais seguras, céleres e com menos barreiras burocráticas. Em um ambiente de comércio transfronteiriço, previsibilidade jurídica e prova digital confiável são tão decisivas quanto preço e prazo.</p><p><strong>Rumo ao futuro da economia digital</strong></p><p>A missão em Macau consolida o compromisso do ecossistema BDM de posicionar o Brasil na vanguarda da transformação digital e financeira. Ao unir o potencial logístico sul-mato-grossense, a segurança jurídica de padrão internacional e o poder transformador da tecnologia, a empresa busca abrir caminho para um intercâmbio de conhecimento duradouro e uma nova fase de prosperidade comercial entre o Brasil e a Ásia.</p><p>"Macau é a porta de entrada natural do Brasil para a Ásia, e o Centro-Oeste tem hoje produto, rota e maturidade digital para atravessá-la. Nosso papel é garantir que, do contrato à liquidação, cada operação seja segura, auditável e juridicamente sólida", afirma a Dra. Kezia Miranda, Chief Legal Officer do BDM Digital.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-22/bdm-digital-articula-parcerias-na-china-e-macau.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada4087ea524207490c45dd</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 16:57:43 +0000</pubDate><title>Daten leva soluções para automação comercial e modernização do varejo ao Fórum de Canais e Inovação AFRAC 2026</title><description>Empresa apresentará portfólio de computadores e soluções inovadoras para pontos de venda, com foco em agilizar o atendimento, otimizar operações e impulsionar a produtividade dos negócios</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/22/oy/qa/22oyqa1iuxs62qgks9hn84f9z.jpg"><figcaption>Daten leva soluções para automação comercial e modernização do varejo ao Fórum de Canais e Inovação AFRAC 2026<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>A <strong>Daten</strong>, uma das principais indústrias de computadores do Brasil, participa da <strong>5ª edição do Fórum de Canais e Inovação AFRAC 2026</strong>, que acontece no dia 22 de outubro, em São Paulo (SP). A companhia apresentará seu portfólio para automação comercial, incluindo o Pinpad DT60, desktops, mini PCs, All in Ones e notebooks. Os equipamentos atendem a diferentes demandas do varejo, desde a modernização dos pontos de venda (PDVs) até a gestão operacional, combinando desempenho, segurança e versatilidade para estabelecimentos de diferentes portes.</p><p>"O varejo está cada vez mais conectado e exige uma infraestrutura tecnológica capaz de acompanhar o ritmo das operações e oferecer uma experiência de compra mais ágil e eficiente. Na Daten, buscamos atender a essas demandas com um portfólio versátil, que contribui para a modernização dos pontos de venda e a produtividade das equipes", afirma Paulo Pacheco, Diretor Comercial da Daten. Segundo o executivo, a participação no Fórum da AFRAC também é uma oportunidade para ampliar o diálogo com o ecossistema de canais. "Queremos estar cada vez mais próximos dos parceiros que impulsionam a transformação digital do comércio brasileiro, oferecendo tecnologias confiáveis e adequadas às necessidades de cada negócio", diz.</p><p>Promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia para o Comércio e Serviços (AFRAC), o evento reunirá executivos e especialistas para discutir tendências do setor. A participação da Daten integra sua estratégia de ampliar a atuação em automação comercial e estreitar o relacionamento com canais e parceiros tecnológicos. Com soluções para processamento de pagamentos, integração com periféricos e execução de sistemas comerciais, a companhia busca reduzir gargalos operacionais, otimizar espaços e agilizar as rotinas do varejo, oferecendo equipamentos adaptáveis às diferentes necessidades dos negócios. Entre os destaques apresentados no evento estão:</p><p><strong>- Pinpad DT60:</strong> Reúne recursos de pagamento, identificação e autenticação em um único dispositivo, contribuindo para simplificar a jornada de compra e oferecer mais segurança nas transações. Possui tela IPS de 7 polegadas, duas câmeras que permitem aplicações de reconhecimento facial, autenticação biométrica e teclado físico, além de suporte a pagamentos por aproximação, chip e tarja magnética. Equipado com Android 14, conta ainda com conectividade USB-C, Wi-Fi e Bluetooth e certificações de segurança PCI e EMV, ampliando as possibilidades de integração aos sistemas de atendimento do varejo.</p><p><strong>- Mini PC DC6D-U:</strong> Com formato compacto e suporte à fixação VESA, pode ser instalado na parte traseira de monitores compatíveis, liberando espaço nos balcões e facilitando a organização dos pontos de venda. Suporta até três telas simultâneas, permitindo acompanhar diferentes sistemas e informações em uma mesma estação de trabalho. Possui gabinete <em>tool-less</em>, que simplifica a manutenção e reduz o tempo necessário para intervenções técnicas, além de sensor de intrusão e criptografia TPM 2.0 para proteção dos dados. Conta ainda com processador Intel de última geração, memória expansível até 64 GB e armazenamento SSD de até 2 TB.</p><p><strong>- All in One DC6D-A23:</strong> Integra monitor, CPU e alto-falantes em um único equipamento, simplificando a instalação e reduzindo a necessidade de componentes separados nos balcões de atendimento. Possui tela de 23,6 polegadas com borda infinita e ajustes de altura e inclinação, que favorecem a ergonomia dos profissionais durante o expediente, além de webcam FHD <em>pop-up</em>. Com opções de processadores Intel de última geração e oito portas USB, permite conectar diferentes periféricos e adaptar a estação de trabalho às necessidades de cada estabelecimento.</p><p><strong>- Desktop DC5A-S:</strong> Equipado com processador AMD Ryzen 5 PRO 5650GE, memória de 8 GB a 16 GB e armazenamento SSD de até 512 GB, oferece capacidade de processamento para executar sistemas de vendas, gestão de estoques e outras aplicações comerciais simultaneamente. Um de seus diferenciais é a conectividade, com até 12 portas USB, incluindo conexões USB-C e serial, que facilitam a integração com leitores de códigos de barras, impressoras e outros periféricos. Essa versatilidade permite atender diferentes configurações de PDVs e acompanhar as demandas operacionais dos estabelecimentos.</p><p><strong>- Notebook DCM4B-4:</strong> Voltado a gestores, supervisores e equipes que precisam acessar sistemas e informações em diferentes ambientes, oferece mobilidade para acompanhar indicadores, realizar auditorias e administrar operações em múltiplas unidades. Possui tela antirreflexo de 14,1 polegadas, opções de webcam HD ou FHD com cortina de privacidade, sensor biométrico e certificação militar MIL-STD 810, que agrega resistência para o uso em deslocamentos e diferentes condições de trabalho. Conta ainda com memória expansível até 64 GB e armazenamento de até 2 TB, oferecendo capacidade para atividades administrativas e análise de dados comerciais.</p><p>O time de especialistas da Daten estará presente em seu estande durante o Fórum de Canais e Inovação AFRAC 2026 para demonstrar as funcionalidades dos equipamentos e discutir aplicações específicas para o varejo e o setor de serviços. Para mais informações, acesse <a target="_blank" rel="noopener" href="http://www.daten.com.br">www.daten.com.br</a>.</p><p><strong>Daten no Fórum de Canais e Inovação AFRAC 2026</strong></p><p><strong>Data:</strong> 22 de outubro de 2026</p><p><strong>Horário:</strong> das 8h às 18h</p><p><strong>Local:</strong> Novotel - Avenida Zaki Narchi, 500 - Vila Guilherme - São Paulo (SP)</p><p><strong>Sobre a Daten</strong></p><p>Criada em 2001, a <a target="_blank" rel="noopener" href="http://www.daten.com.br/">Daten</a> é uma das companhias líderes na produção nacional de PCs e notebooks. A empresa é referência no mercado de equipamentos de informática e tem forte presença nos segmentos de governo e corporativo. Possui sólidas parcerias com líderes mundiais, como Microsoft, Intel, AMD, AOC e LG, e se destaca pela presença nacional, com ampla rede de suporte e assistências técnicas. Seu centro de tecnologia fica em Ilhéus (BA), e a companhia possui escritórios comerciais em São Paulo, Salvador e Recife. Visite: <a target="_blank" rel="noopener" href="http://www.daten.com.br">www.daten.com.br</a>.</p><p>A <strong>Daten</strong>, uma das principais indústrias de computadores do Brasil, participa da <strong>5ª edição do Fórum de Canais e Inovação AFRAC 2026</strong>, que acontece no dia 22 de outubro, em São Paulo (SP). A companhia apresentará seu portfólio para automação comercial, incluindo o Pinpad DT60, desktops, mini PCs, All in Ones e notebooks. Os equipamentos atendem a diferentes demandas do varejo, desde a modernização dos pontos de venda (PDVs) até a gestão operacional, combinando desempenho, segurança e versatilidade para estabelecimentos de diferentes portes.</p><p>"O varejo está cada vez mais conectado e exige uma infraestrutura tecnológica capaz de acompanhar o ritmo das operações e oferecer uma experiência de compra mais ágil e eficiente. Na Daten, buscamos atender a essas demandas com um portfólio versátil, que contribui para a modernização dos pontos de venda e a produtividade das equipes", afirma Paulo Pacheco, Diretor Comercial da Daten. Segundo o executivo, a participação no Fórum da AFRAC também é uma oportunidade para ampliar o diálogo com o ecossistema de canais. "Queremos estar cada vez mais próximos dos parceiros que impulsionam a transformação digital do comércio brasileiro, oferecendo tecnologias confiáveis e adequadas às necessidades de cada negócio", diz.</p><p>Promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia para o Comércio e Serviços (AFRAC), o evento reunirá executivos e especialistas para discutir tendências do setor. A participação da Daten integra sua estratégia de ampliar a atuação em automação comercial e estreitar o relacionamento com canais e parceiros tecnológicos. Com soluções para processamento de pagamentos, integração com periféricos e execução de sistemas comerciais, a companhia busca reduzir gargalos operacionais, otimizar espaços e agilizar as rotinas do varejo, oferecendo equipamentos adaptáveis às diferentes necessidades dos negócios. Entre os destaques apresentados no evento estão:</p><p><strong>- Pinpad DT60:</strong> Reúne recursos de pagamento, identificação e autenticação em um único dispositivo, contribuindo para simplificar a jornada de compra e oferecer mais segurança nas transações. Possui tela IPS de 7 polegadas, duas câmeras que permitem aplicações de reconhecimento facial, autenticação biométrica e teclado físico, além de suporte a pagamentos por aproximação, chip e tarja magnética. Equipado com Android 14, conta ainda com conectividade USB-C, Wi-Fi e Bluetooth e certificações de segurança PCI e EMV, ampliando as possibilidades de integração aos sistemas de atendimento do varejo.</p><p><strong>- Mini PC DC6D-U:</strong> Com formato compacto e suporte à fixação VESA, pode ser instalado na parte traseira de monitores compatíveis, liberando espaço nos balcões e facilitando a organização dos pontos de venda. Suporta até três telas simultâneas, permitindo acompanhar diferentes sistemas e informações em uma mesma estação de trabalho. Possui gabinete <em>tool-less</em>, que simplifica a manutenção e reduz o tempo necessário para intervenções técnicas, além de sensor de intrusão e criptografia TPM 2.0 para proteção dos dados. Conta ainda com processador Intel de última geração, memória expansível até 64 GB e armazenamento SSD de até 2 TB.</p><p><strong>- All in One DC6D-A23:</strong> Integra monitor, CPU e alto-falantes em um único equipamento, simplificando a instalação e reduzindo a necessidade de componentes separados nos balcões de atendimento. Possui tela de 23,6 polegadas com borda infinita e ajustes de altura e inclinação, que favorecem a ergonomia dos profissionais durante o expediente, além de webcam FHD <em>pop-up</em>. Com opções de processadores Intel de última geração e oito portas USB, permite conectar diferentes periféricos e adaptar a estação de trabalho às necessidades de cada estabelecimento.</p><p><strong>- Desktop DC5A-S:</strong> Equipado com processador AMD Ryzen 5 PRO 5650GE, memória de 8 GB a 16 GB e armazenamento SSD de até 512 GB, oferece capacidade de processamento para executar sistemas de vendas, gestão de estoques e outras aplicações comerciais simultaneamente. Um de seus diferenciais é a conectividade, com até 12 portas USB, incluindo conexões USB-C e serial, que facilitam a integração com leitores de códigos de barras, impressoras e outros periféricos. Essa versatilidade permite atender diferentes configurações de PDVs e acompanhar as demandas operacionais dos estabelecimentos.</p><p><strong>- Notebook DCM4B-4:</strong> Voltado a gestores, supervisores e equipes que precisam acessar sistemas e informações em diferentes ambientes, oferece mobilidade para acompanhar indicadores, realizar auditorias e administrar operações em múltiplas unidades. Possui tela antirreflexo de 14,1 polegadas, opções de webcam HD ou FHD com cortina de privacidade, sensor biométrico e certificação militar MIL-STD 810, que agrega resistência para o uso em deslocamentos e diferentes condições de trabalho. Conta ainda com memória expansível até 64 GB e armazenamento de até 2 TB, oferecendo capacidade para atividades administrativas e análise de dados comerciais.</p><p>O time de especialistas da Daten estará presente em seu estande durante o Fórum de Canais e Inovação AFRAC 2026 para demonstrar as funcionalidades dos equipamentos e discutir aplicações específicas para o varejo e o setor de serviços. Para mais informações, acesse <a target="_blank" rel="noopener" href="http://www.daten.com.br">www.daten.com.br</a>.</p><p><strong>Daten no Fórum de Canais e Inovação AFRAC 2026</strong></p><p><strong>Data:</strong> 22 de outubro de 2026</p><p><strong>Horário:</strong> das 8h às 18h</p><p><strong>Local:</strong> Novotel - Avenida Zaki Narchi, 500 - Vila Guilherme - São Paulo (SP)</p><p><strong>Sobre a Daten</strong></p><p>Criada em 2001, a <a target="_blank" rel="noopener" href="http://www.daten.com.br/">Daten</a> é uma das companhias líderes na produção nacional de PCs e notebooks. A empresa é referência no mercado de equipamentos de informática e tem forte presença nos segmentos de governo e corporativo. Possui sólidas parcerias com líderes mundiais, como Microsoft, Intel, AMD, AOC e LG, e se destaca pela presença nacional, com ampla rede de suporte e assistências técnicas. Seu centro de tecnologia fica em Ilhéus (BA), e a companhia possui escritórios comerciais em São Paulo, Salvador e Recife. Visite: <a target="_blank" rel="noopener" href="http://www.daten.com.br">www.daten.com.br</a>.</p><p><strong>Planin - Assessoria de Comunicação e de Imprensa da Daten</strong></p><p>Beatriz Imenes, Mariana Mirrha e equipe - <a target="_blank" rel="noopener" href="http://www.planin.com">www.planin.com</a></p><p><strong>Contato:</strong> Leticia Gregorio - cel.: (11) 99545-3946</p><p><strong>E-mail:</strong> <a target="_blank" rel="noopener" href="mailto:daten@planin.com">daten@planin.com</a></p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-22/daten-leva-solucoes-para-automacao-comercial-e-modernizacao-do-varejo-ao-forum-de-canais-e-inovacao-afrac-2026.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada3750ea524207490c45d2</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 16:18:24 +0000</pubDate><title>Margem bruta ou de contribuição: a escolha que muda a conta do cliente</title><description>Sócio da Nexus Growth explica por que usar a margem errada faz o cliente parecer se pagar antes do que realmente se paga</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/en/3v/en/en3ven7cf3dlt912wsa1s9tca.jpg"><figcaption>Margem bruta ou de contribuição: a escolha que muda a conta do cliente<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>Na hora de descobrir se um cliente vale o que custou, a margem escolhida para o cálculo muda o resultado. Quem usa a margem bruta deixa de fora os custos variáveis de atender esse cliente e chega a um prazo de retorno mais curto do que o real. A medida indicada é a margem de contribuição, que desconta esses custos.</p><p>A explicação é de Daniel Freitas, sócio da <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.nexusgrowth.com.br/"><u>Nexus Growth</u></a>, consultoria que já geriu mais de R$ 300 milhões em investimentos de mídia paga para empresas como Conta Simples, Ubec e Nuvia. Segundo ele, trocar uma margem pela outra é um dos quatro erros mais frequentes no cálculo do payback de CAC (custo de aquisição de clientes), o tempo que um cliente leva para devolver o que custou.</p><p><strong>Onde está a diferença</strong></p><p>A diferença está nos custos variáveis de servir o cliente. A margem de contribuição desconta esses gastos, e a margem bruta, quando usada no lugar dela, acaba deixando-os de fora. Como o payback é calculado dividindo o custo de aquisição pela margem mensal que o cliente gera, uma margem maior do que a real faz o prazo de retorno encolher no cálculo.</p><p><strong>A conta na prática</strong></p><p>Num exemplo hipotético, uma empresa que gasta R$ 30 mil no mês com mídia, ferramentas e horas do time comercial e fecha três contratos tem CAC real de R$ 10 mil por cliente. Com R$ 2.500 de margem de contribuição por contrato a cada mês, o cliente leva quatro meses para se pagar.</p><p>O mesmo tipo de distorção aparece quando a conta usa só os R$ 15 mil de mídia registrados no gerenciador de anúncios: o CAC cai para R$ 5 mil e o payback, para dois meses, metade do real. Completam a lista de erros a exclusão do custo com contatos que nunca comprariam e o esquecimento dos cancelamentos, já que o cliente que sai antes de se pagar é aquisição a fundo perdido. Outro cuidado é respeitar a safra: o gasto de cada mês deve ser comparado com os contratos que vieram dos contatos daquele mesmo mês, e não com tudo o que foi fechado no período.</p><p>“CAC é preço, payback é fôlego. Empresa não quebra por pagar caro pelo cliente, quebra por não ter caixa para esperar o cliente se pagar. Um CAC alto com payback curto pode ser um excelente negócio, e um CAC baixo com payback longo pode ser uma armadilha financiada todo mês pelo capital de giro”, afirma Freitas.</p><p><strong>O que muda no caixa</strong></p><p>Com a margem certa, a empresa sabe por quanto tempo o caixa precisa sustentar cada cliente novo antes de ele se pagar, e enquanto isso não acontece, cada venda nova prende capital do negócio. Essa informação pesa mais em 2026, ano em que conquistar clientes ficou mais caro com o repasse de tributos na fatura da Meta, que somou 12,15% ao custo dos anúncios desde janeiro, a alta global na casa de 12% no CPM (custo por mil impressões) e o reprecificamento do leilão.</p><p>Para encurtar o prazo, o consultor aponta a qualidade do lead, que reduz o custo real de aquisição e tende a trazer clientes que ficam mais tempo. O ajuste técnico é informar às plataformas, por meio de conversões offline, quais contatos viraram contrato.</p><p>“Quando a máquina de mídia passa a buscar o cliente certo, o payback encurta pelas duas pontas: custa menos adquirir e o cliente fica mais tempo. É a mesma correção técnica da qualificação, lida pela régua do caixa”, diz o consultor.</p><p>Na dúvida entre margem bruta ou de contribuição, a resposta para saber se um cliente se paga é a margem de contribuição, porque é ela que considera o custo de atender quem comprou.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-22/margem-bruta-ou-de-contribuicao--a-escolha-que-muda-a-conta-do-cliente.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada35fdea524207490c45d1</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 16:12:46 +0000</pubDate><title>A confiança que o Brasil precisa construir depois das urnas</title><description>Reação dos mercados ao resultado eleitoral é uma aposta sobre o futuro; para que se sustente, a expectativa precisa encontrar disciplina fiscal, regras claras e capacidade de execução</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b2/qp/b6/b2qpb6eud9vs7yltcresjzgul.jpg"><figcaption>A confiança que o Brasil precisa construir depois das urnas<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p><strong>U</strong>ma eleição pode mudar o preço dos ativos em uma manhã. Construir um país no qual empresas e famílias consigam planejar a próxima década exige muito mais. Entre essas duas velocidades está o desafio brasileiro: transformar a expectativa de mudança em confiança para investir, produzir e preservar patrimônio.</p><p>Quando investidores percebem maior compromisso com disciplina fiscal, controle de gastos e investimento privado, revisam suas expectativas. Bolsa, câmbio e juros podem reagir antes que qualquer medida seja implementada. O movimento importa, mas precisa ser interpretado pelo que representa: uma avaliação sobre o futuro, sujeita a revisão.</p><p>A valorização dos ativos não comprova que os problemas foram resolvidos. Ela pode indicar que o mercado já passou a atribuir maior probabilidade a um cenário favorável. Para sustentar esse avanço, a expectativa precisa encontrar decisões coerentes, capacidade de execução e resultados verificáveis.</p><p>É nessa passagem que a confiança será testada. A escolha de uma equipe econômica oferece sinais relevantes, mas nomes não substituem um programa consistente. Investidores precisam compreender quais medidas serão adotadas, como serão financiadas e que condições políticas permitirão executá-las.</p><p>A responsabilidade fiscal ocupa lugar central nessa discussão. O equilíbrio das contas públicas influencia a percepção sobre a capacidade do Estado de sustentar seus compromissos. Não se trata apenas de anunciar cortes. É necessário avaliar despesas, definir prioridades e demonstrar como os recursos públicos produzirão resultados.</p><p>Essa discussão também pertence a quem está distante do mercado financeiro. O empresário precisa calcular o custo de ampliar uma fábrica. O pequeno comerciante depende de capital de giro. A família organiza despesas com saúde, educação e aposentadoria. A imprevisibilidade chega a todos, embora cada um tenha uma capacidade diferente de absorvê-la.</p><p>Na empresa, a incerteza aparece como investimento adiado, contratação suspensa e caixa reservado para imprevistos. Quando o futuro se torna difícil de estimar, projetos que poderiam gerar emprego e produtividade deixam de avançar. O custo se espalha por fornecedores, trabalhadores e consumidores.</p><p>Previsibilidade não significa impedir mudanças. Significa permitir que as pessoas compreendam o que será alterado, por qual motivo e em qual prazo. Regras claras, transições bem desenhadas e respeito aos contratos ajudam a transformar uma intenção de investimento em uma decisão concreta.</p><p>Também cabe ao setor privado fazer sua parte. Uma melhora no ambiente econômico não corrige concentração de clientes, fragilidade de contratos ou falta de organização financeira. Empresas precisam testar cenários, conhecer suas obrigações e definir como reagirão se as hipóteses do planejamento não se confirmarem.</p><p>Para famílias empresárias, essa análise deve alcançar o patrimônio inteiro. Negócios, imóveis, renda e reservas podem depender do mesmo ambiente econômico. Possuir muitos bens não garante diversificação quando todos estão expostos aos mesmos fatores de risco.</p><p>A organização patrimonial começa pelos objetivos. Quais compromissos precisam ser atendidos? Em que moeda? Com qual prazo? Quem poderá tomar decisões diante da ausência do principal responsável? Essas perguntas aproximam o planejamento da vida real e evitam que ele se limite à busca pelo maior retorno.</p><p>A diversificação internacional pode integrar essa estratégia, desde que tenha propósito e considere custos, riscos e obrigações. O exterior também exige análise. Ter ativos em outro país não elimina oscilações, dificuldades operacionais ou a necessidade de acompanhamento.</p><p>O mesmo cuidado vale para a sucessão. A continuidade de um patrimônio depende de documentos coerentes, responsabilidades compreensíveis e acesso às informações. Uma estrutura sofisticada perde utilidade quando a família não entende como administrá-la.</p><p>O Brasil precisa oferecer condições para que projetos atravessem mandatos. Uma fábrica, uma empresa familiar ou a formação de uma nova geração não cabem no calendário eleitoral. Exigem instituições confiáveis e decisões que possam ser sustentadas ao longo do tempo.</p><p>Depois das urnas, a pergunta será o que mudou para quem precisa investir e planejar. O capital pode reagir depressa. A confiança se consolida quando a expectativa encontra condições para permanecer.</p><p> </p><p><strong>Tatiana Goes</strong> é economista e CEO da Silo Multi Family Office.</p><p><strong>Planejamento patrimonial começa com informação de qualidade.</strong></p><p>Conheça a Silo Multi Family Office e veja como a empresa apoia famílias empresárias na organização do patrimônio, na diversificação e na sucessão: <a target="_blank" rel="noopener" href="http://silomfo.com.br"><strong>silomfo.com.br</strong></a></p><p>Acompanhe as análises de Tatiana Goes sobre economia, mercado e patrimônio no Instagram: <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.instagram.com/tatigoesbr"><strong>@tatigoesbr</strong></a></p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-22/a-confianca-que-o-brasil-precisa-construir-depois-das-urnas.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada27b4ea524207490c45b3</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 15:11:48 +0000</pubDate><title>Advocacia ambiental preventiva reduz conflitos e facilita regularização</title><description>Especialista explica como a atuação institucional, o diálogo técnico e o cumprimento antecipado de exigências legais podem contribuir para a resolução de processos ambientais</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6j/0m/x9/6j0mx944nqj9bozh2kssp8gd7.jpg"><figcaption>Advocacia ambiental preventiva reduz conflitos e facilita regularização<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>Autos de infração, embargos e notificações de órgãos fiscalizadores estão entre as situações que levam empresas e produtores rurais a buscar assistência jurídica na área ambiental. No entanto, a atuação preventiva e a construção de uma relação institucional com o Poder Público podem contribuir para evitar conflitos, facilitar processos de regularização e dar mais segurança jurídica às atividades econômicas.</p><p>Segundo o advogado Fernando do Prado, do escritório MPPL, a advocacia ambiental não deve se limitar à defesa após a aplicação de penalidades. O trabalho também envolve orientação jurídica, organização documental, acompanhamento das exigências legais e diálogo técnico com instituições responsáveis pelo licenciamento e pela fiscalização ambiental.</p><p>“Não se trata de atalhos. Institucional é coisa concreta: responder no prazo, entregar a documentação completa e organizada, informar com transparência o que foi feito e o que ainda falta, e levar ao diálogo argumentos técnicos, com laudos, mapas e dados, em vez de adjetivos”, explica.</p><p>Essa atuação envolve órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), além de secretarias estaduais e municipais de meio ambiente e do Ministério Público.</p><p>De acordo com o especialista, a postura colaborativa pode contribuir para demonstrar a boa-fé de empresas e produtores durante procedimentos administrativos. A apresentação antecipada de documentos, o cumprimento de prazos e a fundamentação técnica das respostas ajudam a esclarecer situações e permitem que eventuais divergências sejam discutidas de maneira mais objetiva.</p><p><strong>Legislação prevê alternativas para resolução de conflitos</strong></p><p>A legislação ambiental brasileira também estabelece mecanismos que permitem buscar soluções consensuais em determinadas situações. Entre eles estão o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), previsto na Lei nº 7.347/1985, e a possibilidade de conversão de multas em serviços de preservação, melhoria e recuperação ambiental, conforme a Lei nº 9.605/1998.</p><p>No âmbito federal, o Decreto nº 6.514/2008 prevê alternativas como pagamento de multas com desconto, parcelamento e conversão de penalidades em serviços ambientais, observadas as condições legais aplicáveis.</p><p>Para Fernando do Prado, esses instrumentos reforçam a importância de uma atuação jurídica voltada não apenas à contestação de penalidades, mas também à construção de soluções que permitam corrigir irregularidades e prevenir novos problemas.</p><p>O advogado ressalta, porém, que o relacionamento institucional não substitui a defesa técnica nem afasta obrigações legais. Em situações de divergência, a discussão administrativa ou judicial continua sendo um instrumento legítimo de proteção dos direitos do cliente.</p><p>Além dos benefícios jurídicos, a resolução mais rápida dos conflitos pode favorecer a própria proteção ambiental, ao permitir que medidas de correção, recuperação e prevenção sejam implementadas sem a necessidade de aguardar o encerramento de disputas prolongadas.</p><p>“A advocacia ambiental não precisa escolher entre defender o cliente e respeitar o interesse público. Bem praticado, o institucional mostra que as duas coisas podem andar juntas”, conclui Fernando do Prado.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-22/advocacia-ambiental-preventiva-reduz-conflitos-e-facilita-regularizacao.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ada060618a4ed0b75066cb0</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 12:48:06 +0000</pubDate><title>Termômetro Middle Market do ABC Brasil: empresas preservam caixa e recalibram investimentos no atual cenário econômico</title><description>, /PRNewswire/ -- O Termômetro do Middle Market do ABC Brasil, elaborado a partir das informações e demandas identificadas no atendimento do banco a empresas, mostra uma mudança na forma como as comp...</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9k/ff/t2/9kfft2q5kahzu403rl8n5kd3y.jpg"><figcaption>Termômetro Middle Market do ABC Brasil: empresas preservam caixa e recalibram investimentos no atual cenário econômico<span class="copyright">prnewswire.com </span></figcaption></figure><p></p><p>, /PRNewswire/ -- O Termômetro do Middle Market do ABC Brasil, elaborado a partir das informações e demandas identificadas no atendimento do banco a empresas, mostra uma mudança na forma como as companhias do segmento estão conduzindo investimentos e decisões financeiras diante do atual cenário de econômico desafiador. O movimento não significa necessariamente uma interrupção dos investimentos, mas uma mudança de prioridades: projetos de manutenção e modernização seguem avançando, enquanto iniciativas de expansão de maior porte passam por uma análise mais criteriosa.</p><p>"O empresário não necessariamente deixou de investir. O que estamos percebendo é uma mudança de prioridade: investimentos necessários para manter e modernizar a operação continuam acontecendo, enquanto projetos de expansão mais robustos são avaliados com maior cautela", afirma José Alves Babinska, Diretor de Middle do Banco ABC Brasil.</p><p>Outro ponto identificado no relacionamento com as empresas é a busca por maior adequação da estrutura financeira ao momento de cada negócio. Entre as principais demandas estão operações com prazos mais compatíveis com o fluxo de caixa e o alongamento de dívidas, em um ambiente de custo financeiro ainda elevado.</p><p>"Mais do que simplesmente esperar uma melhora do cenário, as empresas estão procurando atravessar esse período de forma mais eficiente, ajustando sua estrutura de capital e priorizando investimentos que contribuam para a continuidade e a competitividade do negócio", afirma o executivo.</p><p>O termômetro também aponta para uma discussão mais ampla sobre as alternativas de financiamento disponíveis para companhias que estão em processo de crescimento. À medida que ganham escala, empresas passam a avaliar</p><p>estruturas além do crédito bancário tradicional, incluindo debêntures, operações sindicalizadas, FIDC e outras alternativas do mercado de capitais.</p><p>Nesse contexto, o relacionamento entre as empresas e as instituições financeiras também ganha uma dimensão mais estratégica. O acompanhamento próximo do negócio, de seus ciclos financeiros e dos planos de crescimento permite identificar, de forma mais precisa, quais estruturas podem fazer sentido para cada companhia, do crédito tradicional a alternativas de mercado de capitais e operações de Investment Banking.</p><p>O momento atual, portanto, não representa apenas uma postura de espera por juros menores. O Termômetro do Middle Market do ABC Brasil indica um movimento de adaptação: empresas preservam caixa, priorizam investimentos essenciais, ajustam o perfil de suas dívidas e, ao mesmo tempo, avançam na preparação para acessar novas fontes de capital quando as condições forem mais favoráveis.</p><p>View original content to download multimedia:</p><p>FONTE Banco ABC Brasil</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/prnewswire/2026-10-22/termometro-middle-market-do-abc-brasil--empresas-preservam-caixa-e-recalibram-investimentos-no-atual-cenario-economico.html</link><dc:creator>PR Newswire</dc:creator><media:credit>prnewswire.com </media:credit><author>PR Newswire</author><keywords>PR Newswire</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5fd75fea92b7d618455af830</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ad928030d248a5656e0dcab</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2026 21:00:51 +0000</pubDate><title>Do brete ao celular: PecFort aposta em tecnologia que automatiza a identificação animal e transforma o manejo no campo.</title><description>Com mais de 20 anos de atuação, empresa brasileira reúne soluções inovadoras de leitura eletrônica, aplicadores voltados ao bem-estar animal e identificadores com certificação internacional para tornar a pecuária mais eficiente, segura e produtiva.</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/an/70/dz/an70dz64flvabjf0e9tc68vsq.jpg"><figcaption>Do brete ao celular: PecFort aposta em tecnologia que automatiza a identificação animal e transforma o manejo no campo.<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>Imagine um bovino entrando no brete de contenção e sendo identificado automaticamente, sem que nenhum funcionário precise se aproximar para realizar a leitura de seu brinco eletrônico ou digitar sua numeração!</p><p>Em poucos instantes, a identificação do animal é transmitida diretamente para o celular, tablet ou notebook utilizado pela equipe no curral/manejo, permitindo que informações de pesagem, manejo nutricional e controle reprodutivo sejam registradas com maior agilidade e precisão.</p><p>Essa tecnologia, que representa um avanço na automação das atividades pecuárias, é uma das soluções oferecidas pela PecFort Soluções em Identificação Animal, empresa brasileira fundada em 2005 que vem apostando na combinação entre inovação, qualidade e eficiência operacional para atender às necessidades dos produtores rurais.</p><p>Em um setor onde tempo, mão de obra e confiabilidade das informações impactam diretamente os resultados econômicos das propriedades, a PecFort busca demonstrar que a identificação animal deixou de ser apenas uma necessidade de controle e passou a representar uma importante ferramenta de produtividade e gestão.</p><p>Leitura automática: mais tecnologia e menos trabalho manual no curral.</p><p>Entre os diferenciais tecnológicos da PecFort está seu sistema de leitura eletrônica autônoma, que permite a instalação de um bastão leitor próximo à janela do brete de contenção.</p><p>Quando o animal, devidamente identificado com um dispositivo eletrônico compatível, é contido na pescoceira, o equipamento realiza automaticamente a captação de sua identificação e transmite o número para o dispositivo utilizado pelo operador.</p><p>Com isso, uma atividade que tradicionalmente exigiria a participação direta de um funcionário pode acontecer sem intervenção manual na leitura, reduzindo a possibilidade de erros de anotação e permitindo que a equipe concentre seus esforços em outras atividades do manejo.</p><p>A tecnologia contribui para otimizar operações como pesagens, avaliações zootécnicas, procedimentos reprodutivos e acompanhamento nutricional, tornando o fluxo de trabalho mais organizado e eficiente.</p><p>Além dessa solução, a PecFort comercializa outros modelos de bastões leitores eletrônicos, desenvolvidos para oferecer rapidez, praticidade e estabilidade de comunicação.</p><p>Segundo a empresa, seus leitores apresentam compatibilidade com mais de 30 softwares de gestão pecuária utilizados no Brasil, permitindo integração com diferentes rotinas e sistemas de gerenciamento dos rebanhos.</p><p>Os equipamentos oferecem conectividade com dispositivos móveis e computadores, incluindo plataformas iOS e Android, conforme as interfaces disponíveis e os sistemas utilizados. As baterias de lítio de longa duração também favorecem operações prolongadas no campo.</p><p>O resultado é a possibilidade de transformar a identificação individual em informação disponível para a tomada de decisões, com menor dependência de processos manuais.</p><p>Aplicadores inovadores: tecnologia que protege o animal e reduz prejuízos</p><p>A preocupação da PecFort com a eficiência do manejo também está presente nos equipamentos utilizados para aplicar os identificadores nas orelhas dos animais.</p><p>Um dos destaques é o aplicador PEC 7, desenvolvido com dois mecanismos que atuam para reduzir o risco de lesões durante a aplicação dos brincos: o retorno automático das mandíbulas após o acionamento e a movimentação da agulha, que oferece maior flexibilidade diante de movimentos inesperados do animal.</p><p>Essas características ajudam a diminuir o risco de lesão nas orelha, problema que pode provocar ferimentos, favorecer o desenvolvimento de miíases, popularmente conhecidas como bicheiras, e exigir intervenções posteriores para tratamento.</p><p>Para o produtor rural, evitar essas ocorrências significa não apenas preservar o bem-estar dos animais, mas também reduzir possíveis gastos com medicamentos, retrabalho da equipe e consequências indesejadas para o desempenho produtivo do rebanho.</p><p>Outro destaque é o aplicador elétrico acionado por bateria, que substitui parte do esforço manual do operador por um mecanismo motorizado.</p><p>A solução proporciona maior praticidade e conforto durante a aplicação dos identificadores, especialmente em propriedades que realizam procedimentos em grandes quantidades de animais.</p><p>Com essas tecnologias, a PecFort reforça uma proposta: desenvolver equipamentos que atendam simultaneamente às necessidades de quem trabalha no curral e dos animais submetidos ao manejo.</p><p>Mais de duas décadas de experiência e qualidade reconhecida internacionalmente.</p><p>Fundada em 2005, a PecFort construiu sua trajetória no setor de identificação animal atendendo produtores e diferentes sistemas de criação em todo o território brasileiro.</p><p>A empresa possui credenciamento junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) para o fornecimento de identificadores destinados ao SISBOV e informa manter registro junto ao Conselho Regional de Medicina Veterinária de Goiás.</p><p>Outro importante diferencial é sua relação com o International Committee for Animal Recording (ICAR), uma das principais referências internacionais em padronização, avaliação e certificação de dispositivos de identificação animal.</p><p>A PecFort integra a entidade como membro associado e possui produto eletrônico registrado em sua relação oficial de dispositivos certificados.</p><p>Os protocolos de avaliação do ICAR abrangem, conforme a categoria do equipamento e o tipo de certificação, requisitos como conformidade técnica, resistência mecânica, retenção, legibilidade e durabilidade.</p><p>Para o produtor, esses critérios têm importância prática. Afinal, um identificador precisa permanecer fixado e legível durante o período de utilização, suportando as condições de exposição ao sol, à chuva, ao atrito e aos movimentos naturais dos animais.</p><p>A perda prematura de um identificador ou o desaparecimento de sua numeração pode comprometer registros, provocar retrabalho e dificultar a continuidade do histórico individual.</p><p>Identificar corretamente um animal não significa apenas atribuir um número, mas preservar sua identidade e permitir que seu histórico produtivo, sanitário e reprodutivo seja acompanhado ao longo do tempo.</p><p>É justamente essa continuidade das informações que permite ao produtor tomar decisões mais seguras sobre alimentação, reprodução, sanidade, desempenho e comercialização dos animais.</p><p>Rastreabilidade e exportação: preparada para as exigências do mercado</p><p>A crescente demanda por transparência, segurança sanitária e rastreabilidade também vem transformando a identificação animal em um elemento estratégico para a competitividade da pecuária brasileira.</p><p>A PecFort atua no fornecimento de identificadores destinados ao Sistema Brasileiro de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (SISBOV), utilizado no atendimento a exigências de rastreabilidade individual, incluindo requisitos aplicáveis à exportação de carne bovina para a União Europeia.</p><p>Nesse contexto, a qualidade dos identificadores é essencial para sustentar a identificação individual e a confiabilidade dos registros exigidos pelos sistemas de certificação e controle.</p><p>O tema ganha ainda mais importância com o avanço do Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (PNIB), iniciativa brasileira que prevê a ampliação gradual da identificação individual dos rebanhos e o fortalecimento das informações sanitárias e de rastreabilidade.</p><p>Com sua experiência e portfólio tecnológico, a PecFort busca acompanhar essa transformação, oferecendo soluções tanto para produtores que já trabalham com sistemas oficiais de rastreabilidade quanto para aqueles que desejam aprimorar a gestão interna de suas propriedades.</p><p>Identificação personalizada para cada propriedade e sistema de criação.</p><p>Embora a identificação eletrônica esteja ganhando espaço, os identificadores visuais tradicionais continuam exercendo papel fundamental na rotina das fazendas.</p><p>Por isso, a PecFort mantém uma linha diversificada de brincos de identificação, com diferentes tamanhos, formatos e cores, destinados a bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos e suínos.</p><p>Os produtos podem receber personalização com o nome da propriedade, marcas dos produtores, numerações e outras informações, utilizando tecnologia de gravação a laser para favorecer a legibilidade e a durabilidade das marcações.</p><p>A variedade de modelos permite atender animais de diferentes portes e idades, respeitando as particularidades de cada espécie e sistema de criação.</p><p>A utilização de cores e identificações personalizadas também facilita a organização visual dos rebanhos, a separação de categorias e a execução das atividades diárias.</p><p>Dessa maneira, a PecFort atende tanto produtores que buscam soluções simples e práticas quanto operações que demandam identificação eletrônica e integração com sistemas avançados de gestão.</p><p>De Goiânia para todo o Brasil: estoque e agilidade no atendimento.</p><p>Localizada em Goiânia, no coração do Centro-Oeste brasileiro, uma das principais regiões produtoras da pecuária nacional, a PecFort também aposta na disponibilidade de produtos e na agilidade de atendimento como diferenciais competitivos.</p><p>A empresa mantém estoques para atender às demandas de produtores e empresas do setor, aproveitando sua localização estratégica e a infraestrutura logística regional para realizar entregas em diferentes localidades do país.</p><p>A proposta é unir variedade de produtos, tecnologia, qualidade e disponibilidade comercial, permitindo que cada cliente encontre soluções adequadas às necessidades de sua operação.</p><p>O futuro da pecuária começa com uma identificação confiável.</p><p>Em um agronegócio cada vez mais orientado por dados, eficiência e exigências de mercado, a identificação individual assume um papel que vai muito além da simples numeração dos animais.</p><p>Ela representa o ponto de partida para construir históricos confiáveis, automatizar operações, melhorar decisões e agregar segurança aos processos produtivos.</p><p>Ao reunir identificadores visuais e eletrônicos, leitores inteligentes, aplicadores inovadores e produtos submetidos a padrões internacionais de qualidade, a PecFort reforça seu compromisso com uma pecuária mais moderna, organizada e competitiva.</p><p>Mais do que identificar animais, a PecFort desenvolve soluções para que o produtor ganhe tempo, preserve informações, cuide melhor de seu rebanho e produza com mais eficiência.</p><p>Para conhecer as tecnologias, os diferentes modelos de identificadores e as soluções disponíveis para cada sistema de produção, produtores rurais e empresas do setor podem acessar <a target="_blank" rel="noopener" href="http://www.pecfort.com.br">www.pecfort.com.br</a> e <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.instagram.com/pecfort.oficial/">@pecfort.oficial</a> no Instagram , entrando em contato com a equipe comercial da empresa.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-21/do-brete-ao-celular--pecfort-aposta-em-tecnologia-que-automatiza-a-identificacao-animal-e-transforma-o-manejo-no-campo.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ad925780d248a5656e0dca6</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2026 20:50:03 +0000</pubDate><title>Dá para achar um patinete elétrico por menos de R$ 1000?</title><description>Alternativa para trajetos curtos, patinete elétrico pode facilitar a rotina de quem busca praticidade nos deslocamentos diários sem depender do carro</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4e/vu/k8/4evuk8gkbpsq1hyu3h5oomp9h.jpg"><figcaption>Patinete elétrico aparece em oferta no Mercado Livre<span class="copyright">Gerada por IA a partir de imagem do produto - ChatGPT </span></figcaption></figure><p>O <strong>patinete elétrico</strong> vem ganhando espaço como alternativa para <strong>deslocamentos curtos</strong>, como ir ao trabalho, à faculdade ou resolver tarefas perto de casa. Compacto e fácil de guardar, o veículo permite percorrer pequenas distâncias sem depender do carro ou do <strong>transporte</strong> público.</p><p>Mas será que dá para encontrar um modelo por menos de R$ 1.000? No Mercado Livre, um patinete elétrico dobrável com motor de 400 W aparece nessa faixa de preço e oferece velocidade máxima de 30 km/h, conexão Bluetooth e autonomia anunciada de até 25 km.</p><p>O <a href="https://meli.la/1wucBz5" target="_blank" rel="noopener nofollow">preço caiu de R$ 1.499,99 para R$ 956,80</a>, um desconto de R$ 543,19. A bateria de íon de lítio tem tempo de carregamento informado de cinco horas, enquanto a estrutura suporta até 120 kg, segundo o anúncio. <a href="https://meli.la/1wucBz5" target="_blank" rel="noopener nofollow">É possível ver no site do Mercado Livre clicando aqui. </a></p><h2>O que o patinete elétrico oferece por menos de R$ 1.000?</h2><p class="    ">O <a href="https://meli.la/1wucBz5" target="_blank" rel="noopener nofollow">patinete em oferta</a> conta com motor de 400 W e velocidade máxima anunciada de 30 km/h. A estrutura suporta até 120 kg, enquanto os pneus de 8,5 polegadas ajudam nos deslocamentos urbanos.</p><p class="  ">A autonomia de até 25 km é um dos dados importantes para quem pretende utilizar o patinete em trajetos recorrentes, mas é necessário considerar a distância diária de ida e volta antes de decidir pela compra.</p><p>Por exemplo, quem pretende percorrer alguns quilômetros até o trabalho ou a faculdade precisa avaliar se a autonomia anunciada atende ao trajeto completo. Também é importante considerar a necessidade de recarregar a bateria antes de voltar para casa. A estrutura dobrável é outro ponto a mencionar, uma vez que facilita o armazenamento quando o veículo não estiver em uso.</p><h2>Bluetooth permite acompanhar dados pelo celular</h2><p>Além das características de motor e bateria, o patinete tem conexão Bluetooth e integração com aplicativo. É possível consultar informações como velocidade, nível da bateria e quilometragem percorrida.</p><p>O aplicativo também oferece ajuste dos modos de condução, além de bloqueio eletrônico e funções de segurança. O modelo conta ainda com iluminação LED e sistema de freio elétrico.</p><h2>Pode ajudar nos trajetos urbanos?</h2><p>O <a href="https://meli.la/1wucBz5" target="_blank" rel="noopener nofollow">patinete elétrico</a> serve para deslocamentos curtos e médios, como ir à academia, ao mercado, à farmácia ou a outros locais próximos. Em trajetos compatíveis com sua autonomia, o patinete pode diminuir a dependência de carros e aplicativos de transporte.</p><p>O uso, porém, depende das condições do trajeto. A existência de ciclovias, ruas adequadas e locais seguros para circulação deve ser considerada antes de adotar o patinete na rotina.</p><h2>Atenção antes de comprar</h2><p>O anúncio indica idade mínima recomendada de 14 anos e capacidade máxima de 120 kg, como mencionado. Também orienta usar equipamentos de proteção adequados e respeitar as normas locais de circulação.</p><p>A velocidade máxima de 30 km/h não significa que essa seja a velocidade indicada para qualquer ambiente. É importante adaptar a condução às condições da via e à presença de pedestres, além de verificar quais regras se aplicam ao uso de patinetes elétricos na região.</p><p>No entanto, mesmo assim, o patinete elétrico surge como opção para economizar nos <a href="https://meli.la/1wucBz5" target="_blank" rel="noopener nofollow">trajetos curtos pela cidade no dia a dia por apenas R$ 956,80.</a> O preço, porém, pode mudar a qualquer momento por ser uma promoção do Mercado Livre. </p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/2026-10-21/da-para-achar-um-patinete-eletrico-por-menos-de-r--1000-.html</link><dc:creator>Rian Fernandes</dc:creator><media:credit>Gerada por IA a partir de imagem do produto - ChatGPT </media:credit><author>Rian Fernandes</author><keywords>Para trajetos curtos, patinete elétrico, achadinhos, transporte, deslocamentos urbanos, novidade</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5e15b984cfdcdae9506cb721</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ad9204c0d248a5656e0dc9f</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2026 20:27:56 +0000</pubDate><title>Matheus Calil: do amor pela música sertaneja aos grandes negócios que conectam o agro e o entretenimento</title><description>Empresário transformou a paixão pelas raízes do interior em uma trajetória de mais de três décadas no mercado sertanejo, acompanhando a expansão dos rodeios e a profissionalização dos grandes eventos brasileiros</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7j/rm/gs/7jrmgswq3ovm4vpaxb6wr6a9j.jpg"><figcaption>Matheus Calil: do amor pela música sertaneja aos grandes negócios que conectam o agro e o entretenimento<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>A cultura sertaneja vai muito além da música. Presente na história, nos costumes e na identidade de milhões de brasileiros, ela também movimenta negócios, impulsiona eventos e cria oportunidades que conectam o campo às cidades. Nesse cenário, a trajetória de Matheus Calil ajuda a contar a história de um mercado que soube preservar suas raízes enquanto conquistava novos públicos.</p><p>Empresário do entretenimento e fundador da Viola Show, Calil construiu sua carreira a partir de uma relação com a música sertaneja que começou ainda na infância. A convivência com o ambiente rural e a influência familiar ajudaram a formar uma ligação com as tradições do interior que, anos depois, se transformaria em um caminho profissional.</p><p>Em 1994, nasceu o Clube da Viola, projeto que começou como uma iniciativa ligada à paixão pela música sertaneja e ganhou espaço em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. A proposta aproximava artistas, público jovem e novas experiências musicais, em uma época em que o gênero começava a encontrar outras formas de se conectar com diferentes gerações.</p><p>A aposta exigiu uma decisão importante. Durante o último ano do curso de Administração na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), Matheus optou por deixar a universidade para se dedicar ao empreendimento. A escolha representava mais do que uma mudança de carreira: era o início de uma trajetória construída em um segmento que exigia iniciativa, capacidade de adaptação e disposição para assumir riscos.</p><p><strong>Da música aos grandes rodeios</strong></p><p>Com o desenvolvimento de seus projetos, Matheus Calil ampliou sua atuação no setor e consolidou a Viola Show como uma empresa voltada à produção de shows, rodeios e grandes eventos. O trabalho passou a acompanhar a transformação do entretenimento sertanejo, que deixou de se concentrar apenas nas apresentações musicais e incorporou novas estruturas, experiências para o público e oportunidades comerciais.</p><p>Os rodeios se tornaram parte importante dessa evolução. Hoje, grandes eventos do segmento podem reunir competições esportivas, apresentações musicais, ativações de marcas, gastronomia e experiências que atraem públicos de diferentes idades. Essa combinação amplia o alcance da cultura sertaneja e cria conexões entre empresas, artistas, produtores, profissionais de serviços e consumidores.</p><p>Nesse contexto, organizar um evento de grande porte envolve muito mais do que contratar atrações. Planejamento, infraestrutura, segurança, logística, relacionamento com patrocinadores e compreensão do comportamento do público fazem parte de uma operação complexa, na qual decisões empresariais podem determinar o resultado de meses de trabalho.</p><p>A experiência acumulada por Calil acompanha justamente essa mudança de escala. Ao longo de sua trajetória, o empresário participou de diferentes fases do mercado sertanejo, desde os espaços dedicados à música até os grandes projetos que integram esporte, cultura e entretenimento.</p><p><strong>A conexão entre o campo e a economia</strong></p><p>A relação entre o agronegócio e os rodeios ajuda a explicar a relevância desse mercado. Embora o entretenimento tenha uma dinâmica própria, sua identidade está profundamente ligada ao universo rural, às tradições do interior e ao estilo de vida de quem mantém vínculos com o campo.</p><p>Quando grandes eventos movimentam uma cidade, os efeitos podem alcançar diferentes atividades econômicas, como hotelaria, alimentação, transporte, comércio e prestação de serviços. Também surgem oportunidades para marcas que desejam dialogar com consumidores ligados à cultura sertaneja e ao agronegócio.</p><p>Essa conexão torna o setor especialmente interessante em regiões onde a atividade agropecuária tem forte presença econômica e cultural. Os eventos passam a funcionar como pontos de encontro entre produtores, empresários, artistas e público, aproximando universos que compartilham referências, interesses e tradições.</p><p>Para empreendedores como Matheus Calil, compreender essa relação significa enxergar o rodeio não apenas como uma festa, mas como uma operação que combina entretenimento, negócios e identidade cultural.</p><p><strong>Tradição que acompanha as mudanças</strong></p><p>Uma das características da música sertaneja é sua capacidade de se reinventar sem abandonar completamente suas origens. Ao longo das últimas décadas, o gênero incorporou novas sonoridades, artistas, formatos de divulgação e formas de consumo, alcançando públicos que vão muito além do ambiente rural.</p><p>A trajetória do Clube da Viola está associada a esse movimento de renovação. Ao aproximar a música sertaneja de jovens universitários e abrir espaço para artistas em ascensão, o projeto participou de um período importante de transformação do gênero. A expansão posterior para outros formatos de entretenimento acompanhou mudanças no mercado e nas expectativas do público.</p><p>Essa evolução também trouxe novos desafios. Os consumidores passaram a buscar experiências mais completas, enquanto patrocinadores e organizadores precisaram ampliar o planejamento e a profissionalização das operações. Em um setor de investimentos elevados e riscos relevantes, a capacidade de inovar e compreender o mercado tornou-se cada vez mais importante.</p><p><strong>Um legado construído dentro do universo sertanejo</strong></p><p>A história de Matheus Calil revela como uma afinidade pessoal pode se transformar em uma trajetória empresarial duradoura quando encontra espaço para crescer, adaptar-se e gerar novas oportunidades. Do início do Clube da Viola à atuação da Viola Show, seu percurso acompanha mudanças importantes na maneira como o Brasil consome música sertaneja e vivencia os grandes rodeios.</p><p>Mais do que acompanhar a popularização do gênero, o empresário construiu sua atuação em um mercado no qual tradição e inovação caminham lado a lado. A música mantém viva a memória cultural do interior, enquanto os eventos criam novas formas de reunir pessoas, movimentar economias locais e aproximar o universo do agronegócio do entretenimento.</p><p>Em um Brasil em que o campo influencia não apenas a produção, mas também o comportamento, a moda, a música e o lazer, histórias como a de Matheus Calil ajudam a compreender a dimensão dessa conexão. Afinal, a cultura sertaneja não permanece relevante apenas por preservar suas raízes, mas também por encontrar novas maneiras de fazer parte do presente.</p><p>Instagram: <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.instagram.com/matheuscalilviola?obrf=MW9lYWkxOWxzZGU2bw==">@matheuscalilviola</a></p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-21/matheus-calil--do-amor-pela-musica-sertaneja-aos-grandes-negocios-que-conectam-o-agro-e-o-entretenimento.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ad91aa2cf6145550a11f977</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2026 20:03:46 +0000</pubDate><title>Daniel Lancaster encara 100 km nos Andes e reforça preparo nas pistas!</title><description>Piloto do Endurance Brasil enfrenta neve, rios e trilhas no El Cruce!!</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4s/px/6v/4spx6vc4dc1mxxtmagbxbeae6.jpg"><figcaption>Daniel Lancaster encara 100 km nos Andes e reforça preparo nas pistas!<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>A preparação para uma corrida de longa duração começa muito antes da largada e nem sempre acontece em um autódromo. Daniel Lancaster, piloto do Endurance Brasil pela equipe Autlog Racing, decidiu ampliar sua rotina de treinamento ao participar do El Cruce, competição de aproximadamente 100 quilômetros disputada em três etapas na Cordilheira dos Andes. Entre trilhas, subidas e mudanças de temperatura, o desafio colocou à prova a resistência física e a capacidade de administrar o esforço durante dias consecutivos.</p><p>Para chegar às montanhas, Daniel Lancaster passou três meses em preparação. A rotina incluiu subidas ao Pico do Jaraguá, na capital paulista, e percursos em trilhas de terra na região oeste da Grande São Paulo. O objetivo era adaptar o corpo a terrenos irregulares e ao esforço prolongado, diferente daquele realizado nas pistas. O piloto também contou com acompanhamento nutricional, voltado à alimentação durante os treinos e à recuperação necessária para enfrentar uma prova dividida em vários dias.</p><p>No El Cruce, as condições encontradas por Daniel Lancaster mudaram ao longo do percurso. O piloto enfrentou neve, períodos de sol, travessias de rios e aclives exigentes. A cada etapa, precisava avaliar o próprio ritmo e considerar a distância que ainda faltava percorrer. Em competições desse tipo, o desgaste não termina quando o atleta cruza a linha de chegada do dia: a recuperação entre uma etapa e outra faz parte do desafio.</p><p>Criado em 2002 com a proposta de conectar Argentina e Chile por uma travessia dos Andes, o El Cruce reúne participantes em percursos de montanha que variam conforme a edição. No formato de três dias, os atletas passam as noites em acampamentos antes de retomar a jornada. Para Daniel Lancaster, a experiência representou uma oportunidade de sair do ambiente habitual de preparação e lidar com fatores como clima, altitude, terreno e cansaço acumulado.</p><p>A relação com o automobilismo aparece sobretudo na disciplina necessária para manter o desempenho. Daniel Lancaster compete no Endurance Brasil, modalidade em que a velocidade precisa ser acompanhada de regularidade e concentração. Ao volante, decisões tomadas sob fadiga podem comprometer uma corrida. Nas trilhas, sair em ritmo acima do sustentável pode tornar os quilômetros seguintes mais difíceis. São esforços distintos, mas ambos exigem planejamento e atenção aos próprios limites.</p><p>Enquanto o treinamento específico de um piloto envolve domínio do carro, leitura de pista e trabalho com a equipe, a corrida de montanha acrescenta outra dimensão à preparação física. Daniel Lancaster precisou lidar com longos períodos de deslocamento a pé e com a alternância de superfícies ao longo dos cerca de 100 quilômetros. O percurso exigiu persistência, mas também prudência para distribuir a energia entre as três etapas.</p><p>A alimentação foi parte importante desse planejamento. Com orientação de nutricionista, Daniel Lancaster organizou sua preparação para sustentar a rotina de exercícios e enfrentar o desgaste de dias sucessivos de competição. O cuidado com a recuperação também ganhou relevância no contexto dos acampamentos, quando o intervalo entre as etapas era uma oportunidade de recompor as forças antes de voltar ao percurso.</p><p>A experiência nas montanhas não substitui as exigências técnicas de uma prova automobilística. Ainda assim, para Daniel Lancaster, ela integrou uma estratégia de preparação mais ampla, na qual condicionamento, constância e controle emocional caminham ao lado do treinamento nas pistas. Enfrentar condições que mudam rapidamente também reforça a importância de observar o ambiente e ajustar decisões sem perder de vista o objetivo.</p><p>A travessia mostrou a Daniel Lancaster que o planejamento precisa conviver com imprevistos. Em uma montanha, a mudança do tempo ou a dificuldade de um trecho pode exigir ajustes imediatos. O mesmo princípio de adaptação aparece no esporte a motor, embora em situações muito diferentes. Em ambos os casos, preservar a atenção até o final é parte essencial da estratégia.</p><p>Ao concluir o El Cruce, Daniel Lancaster levou para sua trajetória no Endurance Brasil a vivência de uma competição marcada pela distância e pela imprevisibilidade do terreno. Entre a neve, o sol e os rios dos Andes, o piloto encontrou um exercício de resistência que dialoga com a necessidade de manter a concentração por longos períodos. Das trilhas aos autódromos, a experiência destaca o valor da preparação contínua e do ritmo bem administrado.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-21/daniel-lancaster-encara-100-km-nos-andes-e-reforca-preparo-nas-pistas.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ad917060d248a5656e0dc98</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2026 19:48:23 +0000</pubDate><title>Nova NR-10 2027: o que muda na prática? Como as empresas devem se preparar desde agora</title><description>Publicada pela Portaria MTE nº 737/2026, a atualização da norma de segurança em instalações elétricas entra em vigor em 1º de junho de 2027 e coloca arco elétrico, gestão de riscos e capacitação no centro das exigências</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/85/b6/tp/85b6tp4tr2zh502d6susg6yu3.jpg"><figcaption>Nova NR-10 2027: o que muda na prática? Como as empresas devem se preparar desde agora<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>A nova NR-10 entra em vigor em <strong>1º de junho de 2027</strong> e muda a forma como as empresas gerenciam o trabalho com eletricidade. O texto, publicado pela <strong>Portaria MTE nº 737/2026</strong>, é a atualização mais relevante da norma desde a reformulação de 2004. Ele integra a segurança elétrica ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) da NR-1 e trata o arco elétrico como risco específico.</p><p>Os fundamentos permanecem. A desenergização segue como principal medida de proteção, a capacitação contínua obrigatória e o conceito de trabalho autorizado foram preservados. O que muda é como esses requisitos são estruturados, documentados e controlados.</p><p>Para empresas, gestores, eletricistas, engenheiros e profissionais de SST, a mudança é de foco: sai uma norma essencialmente prescritiva e entra uma norma baseada em riscos.</p><p><strong>Resumo rápido: o que muda na nova NR-10</strong></p><p><strong>Vigência:</strong> 1º de junho de 2027 (Portaria MTE nº 737/2026).</p><p><strong>Gestão de riscos:</strong> a eletricidade passa a ser tratada dentro do GRO da NR-1.</p><p><strong>Arco elétrico:</strong> vira risco específico, com estudo de energia incidente e anexo de EPIs.</p><p><strong>PIE:</strong> deixa de depender da carga de 75 kW e passa a valer para SEP e média/alta tensão.</p><p><strong>Trabalho:</strong> procedimento para rotina, permissão de trabalho para atividades não rotineiras.</p><p><strong>Capacitação:</strong> quatro novas modalidades de treinamento e plano de aprendizagem.</p><p><strong>GIR:</strong> situações de grave e iminente risco ficam definidas de forma objetiva.</p><p><strong>O que é a nova NR-10 e por que ela foi atualizada?</strong></p><p>A nova NR-10 é a versão revisada da Norma Regulamentadora que estabelece requisitos de segurança para quem trabalha com eletricidade no Brasil. Ela foi atualizada para incorporar o GRO da NR-1, a evolução tecnológica das instalações e riscos que ganharam peso, como o arco elétrico.</p><p><strong>De uma norma de requisitos para uma norma baseada em riscos</strong></p><p>Na versão vigente, a NR-10 define medidas de controle, proteção coletiva e individual, procedimentos e treinamentos. Na prática, muitas empresas a tratam como um conjunto de documentos obrigatórios: treinamento, prontuário, procedimentos e ordens de serviço.</p><p>A partir de 2027, a eletricidade passa a ser analisada em um processo contínuo de identificação de perigos, avaliação de riscos e definição de medidas preventivas. O novo texto determina que a organização considere:</p><p>risco de choque elétrico;</p><p>risco de arco elétrico;</p><p>métodos e processos de trabalho;</p><p>entrada em operação de novas instalações;</p><p>controles específicos para cada cenário.</p><p>Ou seja: possuir documentação não bastará. Será preciso demonstrar que os riscos foram identificados, avaliados e controlados de forma consistente.</p><p><strong>Principais mudanças da nova NR-10</strong></p><p><strong>Arco elétrico deixa de ser tema secundário</strong></p><p>A mudança mais significativa da NR-10 2027 é o tratamento do arco elétrico como risco específico, com medidas próprias de proteção. Na versão atual, o tema aparece de forma indireta em requisitos de treinamento e análise de risco.</p><p>A norma passa a prever explicitamente:</p><p>estudos de energia incidente;</p><p>determinação de distância segura para trabalho;</p><p>painéis resistentes ao arco elétrico;</p><p>sistemas de intertravamento;</p><p>dispositivos limitadores de corrente;</p><p>seleção de EPIs conforme categorias específicas de proteção.</p><p>A mudança reflete o que profissionais da área já conhecem: em muitos cenários, o efeito térmico de um arco elétrico é mais severo que o próprio choque. A norma também cria um anexo exclusivo com a especificação mínima de EPIs contra arco elétrico, baseado em referências internacionais adotadas no setor.</p><p><strong>Prontuário das Instalações Elétricas (PIE): novo critério de obrigatoriedade</strong></p><p>O PIE continua existindo, mas a obrigatoriedade deixa de depender da carga instalada. Hoje, ele é exigido de estabelecimentos com carga acima de 75 kW e de organizações que atuam no Sistema Elétrico de Potência (SEP).</p><p>Na nova versão, o PIE é obrigatório para organizações que:</p><p>integram o SEP; ou</p><p>realizam atividades em instalações elétricas de média ou alta tensão.</p><p>A norma também reconhece formalmente a documentação digital, com emissão, armazenamento e gestão eletrônica dos registros. É uma oportunidade de modernizar a gestão documental e reduzir controles físicos.</p><p><strong>Procedimentos e permissões de trabalho ganham protagonismo</strong></p><p>A nova NR-10 define de forma objetiva quando usar cada documento:</p><p><strong>Atividades rotineiras:</strong> executadas com procedimentos de trabalho elaborados a partir da análise de risco.</p><p><strong>Atividades não rotineiras:</strong> exigem permissão de trabalho específica, precedida de análise de risco e aprovada por trabalhador autorizado.</p><p>A permissão de trabalho passa a ter requisitos mínimos, validade limitada ao turno e rastreabilidade documental. Isso aproxima a NR-10 de modelos já usados em trabalho em altura, espaço confinado e áreas classificadas.</p><p><strong>Treinamento NR-10: a maior mudança na capacitação</strong></p><p>Hoje a NR-10 trabalha basicamente com curso básico de 40 horas, curso SEP de 40 horas e reciclagem bienal. A nova norma mantém esses treinamentos e cria novas modalidades:</p><p>Complementar de Média e Alta Tensão para SEC (Sistema Elétrico de Consumo);</p><p>Complementar de Área Classificada;</p><p>Treinamento Específico e Pontual;</p><p>Treinamento de Compartilhamento de Infraestrutura do SEP.</p><p>O texto formaliza o plano de aprendizagem para trabalhadores capacitados e exige que a capacitação considere a realidade operacional da organização. A tendência é reduzir treinamentos genéricos, desconectados dos riscos reais das atividades.</p><p><strong>Média tensão entra de vez no radar das indústrias</strong></p><p>Muitas indústrias têm subestações próprias, centros de controle de motores e sistemas de média tensão. Exigências antes espalhadas em normas técnicas e boas práticas corporativas passam ao texto normativo:</p><p>treinamento complementar para média e alta tensão no SEC;</p><p>ensaios dielétricos em equipamentos isolantes;</p><p>critérios para equipamentos de medição;</p><p>estudo de energia incidente em determinadas aplicações;</p><p>especificação mínima de EPIs contra arco elétrico.</p><p><strong>O que muda na desenergização?</strong></p><p>A sequência contínua é baseada em bloqueio, teste, aterramento e sinalização. A novidade é que, além da proteção contra reenergização, a norma exige medidas contra os efeitos do arco elétrico e a delimitação formal da área de trabalho.</p><p>Fica mais clara também a responsabilidade da organização em impedir que outras equipes ou empresas energizem a instalação durante as atividades. O bloqueio passa a ser tratado de forma mais robusta e integrada.</p><p><strong>Grave e Iminente Risco (GIR) com critérios objetivos</strong></p><p>A nova NR-10 lista condições consideradas automaticamente como Grave e Iminente Risco:</p><p>ausência de proteção coletiva em áreas classificadas;</p><p>falhas nos procedimentos de desenergização;</p><p>execução de trabalhos por profissionais não autorizados;</p><p>ausência dos ensaios exigidos para equipamentos isolantes.</p><p>São pontos que historicamente aparecem entre as principais causas de acidentes graves com eletricidade.</p><p><strong>NR-10 atual x nova NR-10: comparativo</strong></p><p>Resumo das diferenças entre a versão vigente e o texto que entra em vigor em junho de 2027.</p><p>Aqui está o comparativo entre a NR-10 atual (2004) e a nova NR-10 (2027) organizado em tópicos por tema:</p><p><strong>1 - Abordagem</strong></p><p><strong>NR-10 atual (2004):</strong> Baseada em requisitos prescritivos.</p><p><strong>Nova NR-10 (2027):</strong> Integrada ao GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) da NR-1.</p><p><strong>2 - Arco Elétrico</strong></p><p><strong>NR-10 atual (2004):</strong> Tratado de forma indireta.</p><p><strong>Nova NR-10 (2027):</strong> Tratado como risco específico, exigindo estudo de energia incidente e anexo de EPIs.</p><p><strong>3 - PIE (Prontuário das Instalações Elétricas)</strong></p><p><strong>NR-10 atual (2004):</strong> Aplicável para carga instalada acima de 75 kW ou atuação no SEP (Sistema Elétrico de Potência).</p><p><strong>Nova NR-10 (2027):</strong> Voltado para atuação no SEP ou em média/alta tensão.</p><p><strong>4 - Documentação</strong></p><p><strong>NR-10 atual (2004):</strong> Sem previsão formal para uso de meio digital.</p><p><strong>Nova NR-10 (2027):</strong> Documentação digital reconhecida formalmente.</p><p><strong>5 - Atividades Não Rotineiras</strong></p><p><strong>NR-10 atual (2004):</strong> Utilização de procedimentos de trabalho gerais.</p><p><strong>Nova NR-10 (2027):</strong> Exigência de Permissão de Trabalho válida por turno, com rastreabilidade.</p><p><strong>6 - Treinamentos</strong></p><p><strong>NR-10 atual (2004):</strong> Básico (40h), SEP (40h) e reciclagem bienal.</p><p><strong>Nova NR-10 (2027):</strong> Formatos anteriores mantidos, acrescidos de 4 modalidades novas e inclusão de plano de aprendizagem.</p><p><strong>7 - Desenergização</strong></p><p><strong>NR-10 atual (2004):</strong> Foco centrado na proteção contra reenergização.</p><p><strong>Nova NR-10 (2027):</strong> Abrange também a proteção contra arco e a delimitação rigorosa da área.</p><p><strong>8 - Grave e Iminente Risco</strong></p><p><strong>NR-10 atual (2004):</strong> Sem lista objetiva de condições. (O texto original não traz o contraponto da nova norma para este item).</p><p><strong>O que as empresas devem fazer antes de junho de 2027?</strong></p><p>A vigência começa em junho de 2027, mas o momento ideal para iniciar a adequação é agora. Use a lista abaixo como checklist:</p><p>Revisar o Prontuário das Instalações Elétricas (PIE).</p><p>Integrar a gestão elétrica ao GRO da NR-1.</p><p>Revisar as análises de risco.</p><p>Avaliar os riscos de arco elétrico.</p><p>Avaliar a necessidade de estudos de energia incidente.</p><p>Adequar os treinamentos às novas modalidades.</p><p>Revisar os procedimentos e permissões de trabalho.</p><p>Atualizar os critérios de autorização.</p><p>Revisar os EPIs usados nas atividades elétricas.</p><p>Adequar a documentação para formato digital e rastreável.</p><p><strong>Onde fazer o curso NR-10 atualizado, presencial ou online?</strong></p><p>Para empresas e profissionais que precisam adequar a capacitação antes de 2027, a <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.google.com/url?q=https://www.maconsultoria.com/&sa=D&source=editors&ust=1792614499513305&usg=AOvVaw2YIC4Cvt-AMiYUsSJfQGYf"><u>MA Consultoria e Treinamentos</u></a> é uma das referências em <strong>cursos NR-10</strong> presenciais e online no Brasil. Com sede em Belo Horizonte (MG), o centro de treinamento atende alunos de todo o país e empresas no formato in-company.</p><p>Segundo a empresa, mais de 60 mil profissionais já foram formados em NR-10 e NR-35, com certificados aceitos por indústrias como Vale, Petrobras e FIAT. A MA Consultoria também foi destaque em portais como Estado de Minas, R7, UOL e Terra, e mantém o canal Fechado com a Segurança, com mais de 100 mil inscritos no YouTube.</p><p><strong>Cursos alinhados às exigências da nova NR-10</strong></p><p>O portfólio cobre as principais etapas de capacitação previstas na norma:</p><p><strong>NR-10 Básico</strong></p><p><strong>Modalidade:</strong> Online</p><p><strong>Carga horária:</strong> 40 h</p><p><strong>NR-10 Básico com prática de primeiros socorros e incêndio</strong></p><p><strong>Modalidade:</strong> Semipresencial (Belo Horizonte)</p><p><strong>Carga horária:</strong> 40 h</p><p><strong>NR-10 Reciclagem</strong></p><p><strong>Modalidade:</strong> Online</p><p><strong>Carga horária:</strong> 8 h</p><p><strong>NR-10 Multiplicador (formação de instrutores)</strong></p><p><strong>Modalidade:</strong> Online</p><p><strong>Carga horária:</strong> 40 h</p><p><strong>NR-1: estudo e interpretação (GRO)</strong></p><p><strong>Modalidade:</strong> Online</p><p><strong>Carga horária:</strong> <em>4h</em></p><p>O curso de NR-1 é especialmente relevante para a transição: como a nova NR-10 integra a segurança elétrica ao GRO, as equipes de SST precisam dominar os dois textos.</p><p><strong>Certificação com validade nacional e rastreabilidade</strong></p><p>Os certificados da MA Consultoria têm validade em todo o território nacional e contam com sistema de rastreabilidade: empresas e contratantes podem validar a formação dos colaboradores pelo portal oficial. O ponto conversa diretamente com a exigência de documentação digital e rastreável da nova NR-10.</p><p>Os instrutores são graduados e pós-graduados em instituições reconhecidas pelo MEC, e os responsáveis técnicos têm registro ativo no CREA ou CFT. Os centros de treinamento próprios, em Belo Horizonte, São Paulo e Lagoa da Prata, garantem a parte prática exigida em cada formação.</p><p>A nova NR-10 não rompe com a norma atual. Seus pilares seguem os mesmos: planejamento, qualificação, desenergização e controle dos riscos. A diferença está no grau de maturidade exigido.</p><p>O texto de 2027 desloca o foco do cumprimento documental para a demonstração efetiva de que os perigos elétricos foram identificados, avaliados e controlados. Para quem já trabalha com gestão estruturada de riscos, a transição tende a ser natural.</p><p>Para quem ainda vê a NR-10 apenas como um treinamento de 40 horas e uma pasta de documentos, a atualização é um convite à mudança de cultura: transformar a segurança elétrica em um processo vivo, conectado à realidade das instalações. Começar agora, com treinamentos atualizados e certificação rastreável, é o caminho mais seguro até junho de 2027.</p><p><strong>Perguntas frequentes sobre a nova NR-10</strong></p><p><strong>Quando a nova NR-10 entra em vigor?</strong></p><p>A nova NR-10 entra em vigor em 1º de junho de 2027, conforme a Portaria MTE nº 737/2026.</p><p><strong>O curso NR-10 de 40 horas continua valendo?</strong></p><p>Sim. O curso básico de 40 horas, o curso SEP de 40 horas e a reciclagem bienal são mantidos. A norma acrescenta quatro modalidades complementares e o plano de aprendizagem.</p><p><strong>Quem é obrigado a ter o Prontuário das Instalações Elétricas (PIE)?</strong></p><p>Pela nova NR-10, o PIE é obrigatório para organizações que integram o SEP ou realizam atividades em instalações de média ou alta tensão. O critério de carga instalada acima de 75 kW deixa de ser a referência.</p><p><strong>O que muda em relação ao arco elétrico?</strong></p><p>O arco elétrico passa a ser risco específico. A norma prevê estudo de energia incidente, distância segura de trabalho, painéis resistentes ao arco e um anexo com especificação mínima de EPIs.</p><p><strong>Qual a relação entre a NR-10 e o GRO da NR-1?</strong></p><p>A nova NR-10 incorpora o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Os riscos elétricos passam a ser identificados, avaliados e controlados dentro do processo contínuo do GRO.</p><p><strong>Quando é preciso emitir permissão de trabalho?</strong></p><p>Em atividades não rotineiras. A permissão deve ser precedida de análise de risco, aprovada por trabalhador autorizado e vale apenas para o turno.</p><p><strong>O PIE pode ser digital?</strong></p><p>Sim. A nova NR-10 reconhece formalmente a emissão, o armazenamento e a gestão eletrônica dos registros.</p><p><strong>Onde fazer curso NR-10 online ou presencial com certificado válido?</strong></p><p>A MA Consultoria e Treinamentos oferece cursos NR-10 Básico (40 h), Reciclagem (8 h) e Multiplicador nas modalidades online e semipresencial, com certificado de validade nacional e rastreável. A sede fica em Belo Horizonte (MG), com atendimento para todo o Brasil.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-21/nova-nr-10-2027--o-que-muda-na-pratica--como-as-empresas-devem-se-preparar-desde-agora.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ad912dd0d248a5656e0dc96</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2026 19:30:40 +0000</pubDate><title>Bike de spinning mais vendida do Mercado Livre cai para R$ 424</title><description>Modelo da Sevenfit tem mais de 27 mil avaliações, nota média de 4,7 estrelas e painel LCD para acompanhar os dados do treino</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6q/e2/9g/6qe29g6bf323siv6y1s9hrjjj.jpg"><figcaption>Bicicleta ergométrica da Sevenfit tem oferta no Mercado Livre<span class="copyright">Reprodução/Mercado Livre </span></figcaption></figure><p>Quem quer começar a <strong>treinar em casa</strong> sem depender dos horários de uma <strong>academia</strong> pode encontrar na <strong>bicicleta ergométrica</strong> uma alternativa para incluir exercícios na rotina. A <strong>bike spinning Sevenfit</strong>, modelo preto e vermelho com volante de inércia de 6 kg, é a mais vendida do Mercado Livre e aparece em <strong>oferta antecipada de Black Friday</strong> nesta quarta-feira (21).</p><p>O equipamento permite pedalar em casa e ajustar a resistência para variar a intensidade do exercício. O painel LCD também ajuda a acompanhar informações durante o treino, como tempo, velocidade, distância e calorias.</p><p>O <a href="https://meli.la/22KuRrb" target="_blank" rel="noopener nofollow">preço caiu de R$ 1.094,99 para R$ 424 no Mercado Livre</a>. A bicicleta acumula mais de 27 mil avaliações, com nota média de 4,7 estrelas na plataforma.</p><h2>O que a bicicleta de spinning oferece?</h2><p class="    ">A <a href="https://meli.la/22KuRrb" target="_blank" rel="noopener nofollow">bicicleta ergométrica Sevenfit</a> foi desenvolvida para treinos cardiovasculares em casa. Em vez de depender de deslocamentos ou horários de aulas, a pessoa pode organizar as pedaladas de acordo com a própria rotina.</p><p class="   ">A resistência é ajustada por um sistema de feltro de lã, que permite variar o esforço durante o exercício. Assim, é possível alternar pedaladas mais leves com períodos de maior intensidade, de acordo com o condicionamento físico e os objetivos de cada pessoa.</p><p>O equipamento tem volante de inércia de 6 kg e estrutura vertical. Segundo o anunciante, suporta até 100 kg e é indicado para pessoas com altura de até 1,75 m. </p><h2>Painel LCD mostra dados do treino</h2><p>Outro recurso é o painel LCD, que apresenta informações para acompanhar a atividade. Entre as funções listadas estão tempo, calorias, velocidade e distância, além do modo de varredura, que alterna os dados exibidos.</p><p>Essas informações ajudam a observar a evolução entre os treinos e acompanhar a duração das pedaladas. O equipamento também é anunciado para programas voltados à perda de peso e ao condicionamento físico.</p><h2>Pedalar em casa ajuda a manter uma rotina de exercícios</h2><p>O spinning é uma atividade cardiovascular que pode contribuir para melhorar o condicionamento físico e a resistência. A intensidade pode ser adaptada ao nível de cada pessoa, começando com sessões leves e aumentando o esforço gradualmente, conforme a evolução.</p><p>O exercício também trabalha principalmente os músculos das pernas e dos glúteos. Como acontece com outras atividades físicas, os resultados dependem da regularidade, da intensidade e das condições individuais de quem treina.</p><p>Ter uma bicicleta em casa pode facilitar a organização da rotina, mas é importante ajustar corretamente o equipamento e respeitar os próprios limites. Quem está começando pode optar por sessões mais curtas e leves antes de aumentar a duração ou a intensidade.</p><h2>Oportunidade no Mercado Livre</h2><p>Para quem procura uma opção de spinning para treinar em casa, acompanhar dados básicos do exercício e ajustar a resistência, a bicicleta em <a href="https://meli.la/22KuRrb" target="_blank" rel="noopener nofollow">oferta no Mercado Livre</a> reúne esses recursos em uma estrutura vertical. </p><p>O preço promocional deixa a compra mais acessível, de fato, mas pode mudar a qualquer momento. <a href="https://meli.la/22KuRrb" target="_blank" rel="noopener nofollow">Clique aqui e veja a oferta na íntegra agora mesmo!</a></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/2026-10-21/bike-de-spinning-mais-vendida-do-mercado-livre-cai-para-r--424.html</link><dc:creator>Rian Fernandes</dc:creator><media:credit>Reprodução/Mercado Livre </media:credit><author>Rian Fernandes</author><keywords>Black Friday antecipada, oferta antecipada, achadinhos, bicicleta de spinning, bicicleta ergométrica, academia, treinar em casa, bike spinning Sevenfit, novidade</keywords><internationalize>false</internationalize><section>5e15b984cfdcdae9506cb721</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ad90e9e0d248a5656e0dc94</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2026 19:12:31 +0000</pubDate><title>Mãe homenageia médico e dá seu nome ao filho após tratamento de fertilidade</title><description>Após realizar o sonho da maternidade independente por meio da adoção de embrião, paciente escolheu o nome Emílio para o bebê em reconhecimento ao médico da Gerar in Vitro, Dr. Emílio Garavini</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ac/o8/10/aco810uuebxmuxuc5s5wuxjow.jpg"><figcaption>Mãe homenageia médico e dá seu nome ao filho após tratamento de fertilidade<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>A chegada de um filho pode transformar uma história de espera em uma nova perspectiva de vida. Para uma mulher que desejava realizar o sonho da maternidade de forma independente, o nascimento do pequeno Emílio marcou também o início de uma homenagem especial: o bebê recebeu o nome do médico que a acompanhou durante o tratamento de reprodução humana assistida.</p><p>A paciente, que prefere preservar sua identidade, encontrou na adoção de embrião um caminho para concretizar o desejo de ser mãe. Durante o processo, contou com o acompanhamento do Dr. Emílio Garavini, especialista em reprodução humana e responsável pela transferência do embrião doado.</p><p>Com a evolução bem-sucedida da gestação e o nascimento da criança, a escolha do nome se tornou uma forma de expressar gratidão pela trajetória compartilhada.</p><p>Para o médico, a homenagem teve um significado especial. “Foi uma surpresa muito especial receber essa homenagem. A gente trabalha todos os dias para ajudar pessoas a realizarem o sonho de ter um filho, mas nunca imagina que poderá fazer parte de uma história de maneira tão marcante. Saber que essa mãe escolheu dar meu nome ao filho é uma demonstração de carinho e confiança que me emociona muito. São momentos como esse que dão ainda mais sentido à nossa profissão”, afirma Garavini.</p><p><strong>A adoção de embriões como caminho para a maternidade</strong></p><p>A história também chama a atenção para uma possibilidade da medicina reprodutiva que nem sempre é conhecida por quem deseja ter filhos. Na adoção de embriões, aqueles disponibilizados para doação podem ser transferidos para o útero de outra mulher, seguindo critérios médicos e éticos aplicáveis ao procedimento.</p><p>A técnica pode representar uma alternativa para diferentes projetos familiares, inclusive para mulheres que desejam viver a maternidade de forma independente. A indicação depende da avaliação individual de cada paciente, considerando seu histórico e as condições clínicas para a gestação.</p><p>Nesse contexto, o acompanhamento médico envolve não apenas as etapas técnicas do tratamento, mas também a orientação sobre as possibilidades disponíveis, os critérios de indicação e as particularidades de cada caso.</p><p><strong>Mais de 20 anos dedicados à reprodução humana</strong></p><p>À frente da rede Gerar in Vitro, o Dr. Emílio Garavini atua há mais de duas décadas na área de reprodução humana assistida. Fundada em 2008 pelo ginecologista, a rede está presente em 15 municípios de Minas Gerais e da Bahia, com unidades próprias e laboratórios de alta complexidade.</p><p>De acordo com informações institucionais da empresa, a estrutura inclui seis unidades com laboratórios próprios e cinco unidades exclusivas para consultas médicas. A rede também informa que mais de 5 mil bebês nasceram com o auxílio de técnicas de reprodução humana assistida ao longo de sua trajetória.</p><p>A Gerar in Vitro destaca como princípios de atuação a ética, o respeito, o conforto e a atenção individualizada aos pacientes, em uma área da medicina que envolve decisões pessoais e diferentes expectativas em relação à formação de uma família.</p><p>No caso da mãe do pequeno Emílio, o tratamento chegou ao resultado desejado com o nascimento do filho. A escolha do nome acrescentou à história um significado particular: além de celebrar a maternidade, tornou-se uma lembrança da relação de confiança construída ao longo do acompanhamento médico.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-21/mae-homenageia-medico-e-da-seu-nome-ao-filho-apos-tratamento-de-fertilidade.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ad90e020d248a5656e0dc93</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2026 19:09:54 +0000</pubDate><title>O que acontece com o FGTS e o INSS de quem vai trabalhar fora pela empresa</title><description>Advogada Giovana Atarasi Jurca explica quando os recolhimentos continuam e quando são interrompidos na ida ao exterior</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3l/qa/gl/3lqagl05a6qtyih3hljeor02m.jpg"><figcaption>O que acontece com o FGTS e o INSS de quem vai trabalhar fora pela empresa<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>Recebeu um convite para trabalhar no exterior pela empresa? Antes de comemorar, vale descobrir o que vai acontecer com o FGTS e com a contribuição para a Previdência. A resposta depende do formato da ida, e em alguns casos os recolhimentos no Brasil param de vez.</p><p>Quem explica é <a target="_blank" rel="noopener" href="https://br.linkedin.com/in/giovanaatarasi"><u>Giovana Atarasi Jurca</u></a>, especialista em carreira, reputação e patrimônio de executivos e sócia-fundadora do escritório <a target="_blank" rel="noopener" href="https://atarasijurca.com.br/"><u>Atarasi Jurca</u></a> Advocacia. Segundo ela, existem três caminhos possíveis, e cada um muda os direitos do profissional.</p><p><strong>Transferência: FGTS e Previdência continuam</strong></p><p>Na transferência, o profissional segue empregado da empresa brasileira e vai trabalhar fora, na própria empresa ou numa unidade do grupo em outro país. Nesse caso vale a Lei 7.064/1982, que garante a lei trabalhista brasileira quando ela for mais favorável que a local, mantém os depósitos de FGTS e os recolhimentos da Previdência e obriga a empresa a pagar a volta. O contrato de trabalho continua valendo no Brasil.</p><p><strong>Contrato no outro país: recolhimentos param</strong></p><p>Na contratação local, o vínculo no Brasil costuma ser encerrado, com rescisão e pagamento das verbas, e o trabalhador passa a seguir a lei do país de destino. Os recolhimentos brasileiros são interrompidos, a não ser que exista acordo previdenciário entre os países. Pode compensar em lugares com salários e proteções maiores, mas significa abrir mão da rede de segurança brasileira.</p><p><strong>Viagem curta tem prazo</strong></p><p>Já a missão temporária vale para viagens de até 90 dias, em que a pessoa sabe que a estada é passageira e recebe passagens e diárias. Se a missão passar desse prazo ou for renovada várias vezes, tende a ser tratada como transferência, com todos os direitos. A advogada resume a diferença entre os três modelos.</p><p>“Em resumo, na transferência e na missão temporária, o vínculo com o Brasil continua, assim como o FGTS e a contribuição previdenciária, e a volta é uma retomada do contrato, com a empresa arcando com o retorno. Na contratação local, o vínculo em regra se encerra, passa a valer a lei do país de destino, os recolhimentos brasileiros são interrompidos, salvo quando há acordo previdenciário, e a volta depende de uma nova contratação. A escolha do formato não é um detalhe administrativo, na verdade, ela define, desde o primeiro dia, o que o executivo terá direito a cobrar”, explica.</p><p><strong>De olho na aposentadoria</strong></p><p>Nos países que têm acordo previdenciário com o Brasil, dá para continuar contribuindo aqui e não pagar duas vezes. Onde não há acordo, a lacuna precisa ser compensada. De acordo com a especialista, muitos executivos que já vivem fora preferem manter a contribuição no Brasil porque planejam se aposentar no país.</p><p><strong>Por que tanta gente assina sem perguntar</strong></p><p>A pressa faz parte do problema, segundo a advogada.</p><p>“Quando estamos diante de casos de transferências para o exterior, o que o mercado chama de expatriação, verificamos algo comum: a proposta para uma missão internacional costuma chegar como reconhecimento; os convites possuem prazo curtíssimo, em pouco tempo o executivo já deve estar em outro país; e, com frequência, esses processos são marcados pela improvisação, da empresa e do profissional, tanto no convite quanto na volta”, afirma.</p><p>Na hora do convite, a conversa costuma girar em torno do salário lá fora e do pacote de mudança. Ficam de fora o que acontece com o vínculo no Brasil, com as ações da empresa, com a carreira do cônjuge e com o cargo que estará à espera, ou não, quando a missão acabar.</p><p>A recomendação é colocar tudo em um contrato de expatriação próprio, separado do contrato de trabalho e da carta-proposta, e negociar antes de dizer sim. Depois da assinatura, o poder de barganha muda.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-21/o-que-acontece-com-o-fgts-e-o-inss-de-quem-vai-trabalhar-fora-pela-empresa.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ad90d41cf6145550a11f969</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2026 19:06:41 +0000</pubDate><title>Luiz Felipe do Valle Silva do Quental de Menezes integra campo e redes</title><description>Infraestrutura de energia e logística conecta estradas ao agronegócio</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/eu/50/cr/eu50crul62i5igzmzkpjwjjtj.jpg"><figcaption>Luiz Felipe do Valle Silva do Quental de Menezes integra campo e redes<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>O abastecimento nas estradas é parte da infraestrutura que mantém a produção rural em movimento. Caminhões transportam grãos, insumos e alimentos; veículos de apoio conectam propriedades a centros urbanos; e redes de serviços atendem quem percorre longas distâncias. Nesse contexto, a experiência de Luiz Felipe do Valle Silva do Quental de Menezes na Rede Paz permite observar como o varejo de combustíveis acompanha mudanças na logística e na mobilidade.</p><p>Com mais de 80 unidades, concentradas principalmente em São Paulo, a Rede Paz atua em um estado que reúne produção agropecuária, indústria e importantes corredores de circulação. A empresa mantém relações comerciais com distribuidoras como Ipiranga e Vibra. Sua operação está inserida em uma cadeia que depende de fornecimento regular, manutenção e capacidade de atendimento.</p><p>Ao mesmo tempo, a rede informou um plano para alcançar 300 carregadores ultrarrápidos na capital paulista até o fim de 2027. A iniciativa é voltada à expansão da infraestrutura urbana de recarga; não equivale à instalação desses equipamentos em propriedades rurais ou rodovias. Ainda assim, o projeto oferece um ponto de partida para discutir como diferentes formas de energia poderão conviver nos sistemas de transporte.</p><p>No agronegócio, a logística é decisiva para custos e prazos. O transporte de uma colheita envolve planejamento de rotas, disponibilidade de veículos e pontos de apoio. Mudanças no mercado de energia interessam ao setor, mas sua adoção precisa considerar as particularidades das operações, especialmente distâncias percorridas, capacidade de carga e tempo de parada.</p><p>Luiz Felipe do Valle Silva do Quental de Menezes construiu parte de sua trajetória profissional na Shell Brasil antes de sua atuação na Rede Paz. A experiência no mercado de combustíveis oferece um repertório relacionado à distribuição, à gestão de unidades e ao atendimento de diferentes perfis de consumidores. São conhecimentos úteis em um segmento que precisa manter a operação atual enquanto avalia alternativas tecnológicas.</p><p>A eletrificação do transporte não avança da mesma forma em todos os ambientes. Em áreas urbanas, a disponibilidade de pontos de recarga pode atender deslocamentos previsíveis. Nas atividades rurais e nas viagens de carga, as necessidades são diferentes. Por isso, a ampliação de uma rede de carregadores na cidade não deve ser confundida com uma solução imediata para toda a logística agrícola.</p><p>Outro fator é a infraestrutura de energia. Equipamentos ultrarrápidos demandam capacidade elétrica e condições técnicas adequadas. A decisão sobre onde instalar cada ponto precisa considerar custos, fluxo de usuários e viabilidade de operação. Esse raciocínio também vale para qualquer investimento em serviços destinados a quem trabalha com transporte e abastecimento.</p><p>A presença de postos em regiões de circulação ajuda a explicar o interesse empresarial por novos formatos. Além do combustível, esses espaços podem oferecer conveniência e apoio ao motorista. A combinação de serviços, contudo, depende de demanda comprovada e de planejamento, e não apenas da expectativa de transformação do mercado.</p><p>Para o agronegócio, acompanhar essas iniciativas significa observar a evolução de uma infraestrutura que participa indiretamente do escoamento da produção. O desenvolvimento de alternativas energéticas poderá abrir possibilidades no futuro, mas a eficiência logística continuará exigindo soluções compatíveis com a realidade de cada atividade.</p><p>O caso da Rede Paz mostra como empresas estabelecidas procuram planejar a próxima etapa do setor sem abandonar as necessidades do presente. Até 2027, a execução do projeto urbano de recarga permitirá avaliar resultados concretos, enquanto o transporte rural seguirá demandando confiabilidade, previsibilidade e acesso a serviços ao longo das rotas.</p><p>O avanço tecnológico também exige cuidado com comparações apressadas. Uma solução adequada a deslocamentos curtos em centros urbanos não necessariamente atende máquinas agrícolas ou caminhões de longa distância. Autonomia, carga transportada, disponibilidade de energia e tempo de operação são variáveis que precisam ser analisadas separadamente.</p><p>Nesse cenário, a experiência dos operadores de postos pode contribuir para entender hábitos de parada e necessidades dos motoristas. O desafio é transformar esse conhecimento em serviços úteis, sem atribuir a projetos urbanos efeitos sobre o campo que ainda não foram demonstrados. É uma nova etapa.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-21/luiz-felipe-do-valle-silva-do-quental-de-menezes-integra-campo-e-redes.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ad90bcecf6145550a11f95e</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2026 19:00:30 +0000</pubDate><title>Reposição hormonal na menopausa exige avaliação médica e cuidados individuais</title><description>Dr. Madier Corrêa explica os benefícios da terapia hormonal para aliviar sintomas, preservar a saúde óssea e melhorar a qualidade de vida, destacando a importância da avaliação individualizada e do acompanhamento médico</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/by/ej/75/byej75dnl1r37r5c2tsqqil6h.jpg"><figcaption>Reposição hormonal na menopausa exige avaliação médica e cuidados individuais<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>A menopausa representa uma transformação natural na vida da mulher, mas seus efeitos podem ultrapassar as alterações hormonais e comprometer o bem-estar físico e emocional. Ondas de calor, suores noturnos, dificuldades para dormir e desconfortos íntimos estão entre as manifestações mais frequentes dessa fase. Para o médico Madier Saldanha Corrêa, responsável pela clínica MC Medicina Avançada, compreender essas mudanças é fundamental para oferecer tratamentos seguros e individualizados.</p><p>“Falar sobre reposição hormonal é falar sobre qualidade de vida, mas também sobre responsabilidade médica. Essa é uma fase natural da vida, mas isso não significa que a mulher precise enfrentar sozinha sintomas que comprometem seu bem-estar”, afirma o médico.</p><p>A terapia de reposição hormonal consiste na utilização de hormônios para compensar parte da redução da produção ovariana, especialmente do estrogênio. Entre seus principais benefícios estão o controle das ondas de calor e dos suores noturnos, manifestações que podem prejudicar o descanso e as atividades cotidianas. Em determinadas situações, o tratamento também pode ser considerado durante a perimenopausa, período que antecede a última menstruação.</p><p>Segundo Corrêa, a indicação deve considerar as particularidades de cada paciente, incluindo sintomas, histórico clínico e possíveis fatores de risco. “Quando avalio a possibilidade de uma terapia de reposição hormonal, meu ponto de partida é compreender a mulher que está diante de mim. A decisão não deve partir de uma receita pronta ou da experiência de outra pessoa. O que funciona para uma paciente pode não ser adequado para outra”, explica.</p><p>O especialista ressalta que manifestações como cansaço, irritabilidade e dificuldade de concentração não devem ser automaticamente atribuídas à redução hormonal. Alterações do sono, condições clínicas e fatores relacionados à rotina também precisam ser investigados. Nesse contexto, a avaliação médica permite identificar outras causas e estabelecer estratégias adequadas às necessidades individuais.</p><p>A saúde íntima constitui outro aspecto importante do acompanhamento. A diminuição do estrogênio pode provocar ressecamento vaginal, ardor e dor durante as relações sexuais. Embora frequentes, essas queixas ainda são pouco discutidas por muitas mulheres. “Existem tratamentos para aliviar esses sintomas, incluindo opções locais. A escolha depende da avaliação médica, pois nem toda paciente com desconforto íntimo precisa de uma terapia que atue no organismo inteiro”, esclarece.</p><p>Além do controle dos sintomas, a terapia hormonal sistêmica pode contribuir para preservar a massa óssea, reduzindo a perda de densidade mineral e o risco de fraturas durante sua utilização. Entretanto, Corrêa destaca que a proteção dos ossos também depende de hábitos saudáveis, como exercícios de força, alimentação equilibrada e acompanhamento preventivo.</p><p>A relação entre benefícios e riscos costuma ser mais favorável para mulheres saudáveis, com sintomas, abaixo dos 60 anos ou com menos de dez anos desde o início da menopausa, desde que não apresentem contraindicações. A avaliação deve considerar antecedentes pessoais e familiares, presença de útero e condições que possam interferir na segurança do tratamento.</p><p>“Histórico pessoal de determinados tumores, trombose, doença hepática ou sangramento vaginal sem causa esclarecida exige atenção e pode contraindicar a terapia sistêmica. Informar com clareza permite decidir com consciência, sem promessas e sem medo generalizado”, pontua o médico.</p><p>Nas mulheres que possuem útero, o uso sistêmico de estrogênio geralmente precisa ser associado a um progestagênio para proteger o endométrio. A dose, a via de administração e a duração do tratamento devem ser definidas individualmente, com reavaliações periódicas para acompanhar os resultados e identificar possíveis efeitos adversos.</p><p>Para Corrêa, a reposição hormonal não deve ser apresentada como solução universal para o envelhecimento feminino. “Não apresento reposição hormonal como fórmula de rejuvenescimento, tratamento para emagrecer ou garantia de prevenção cardiovascular. Seu valor está na indicação correta. Quando ela não é indicada ou não é a escolha da paciente, existem alternativas para aliviar os sintomas”, destaca.</p><p>Formado em Medicina pela Faculdade Héctor Alejandro Barceló, na Argentina, com diploma revalidado em 2014, Madier Saldanha Corrêa, CRM 207051, possui pós-graduações em Saúde da Família pela Universidade Federal de Santa Catarina, Endocrinologia pelo IPEMED e Nutrologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein. À frente da MC Medicina Avançada, atua com foco em tratamentos de emagrecimento e reposição hormonal.</p><p>Para o médico, o principal objetivo é proporcionar uma experiência de cuidado fundamentada em conhecimento científico, segurança e respeito às escolhas individuais. “Acredito em um cuidado que una ciência, escuta e acompanhamento, para que cada mulher atravesse essa fase com mais conforto, informação e autonomia”, conclui.</p><p>Instagram: <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.instagram.com/drmadiercorrea/">@drmadiercorrea</a></p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-21/reposicao-hormonal-na-menopausa-exige-avaliacao-medica-e-cuidados-individuais.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ad90b20cf6145550a11f95c</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2026 18:57:36 +0000</pubDate><title>Canetas emagrecedoras e lipedema exigem atenção médica e cuidado individualizado</title><description>Com 32 anos de experiência, a médica Vanessa Magalhães alerta para os riscos da automedicação e destaca a importância do diagnóstico e do acompanhamento no tratamento da obesidade e do lipedema</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/a5/27/zm/a527zmq7jpv1lfv5nlm6xs8wu.jpg"><figcaption>Canetas emagrecedoras e lipedema exigem atenção médica e cuidado individualizado<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>O crescimento do uso de canetas emagrecedoras e a busca por tratamentos para reduzir medidas têm ampliado as discussões sobre os cuidados necessários durante o processo de emagrecimento. Embora os avanços da medicina ofereçam novas possibilidades terapêuticas, a utilização de medicamentos sem orientação profissional pode comprometer a saúde e provocar complicações. Paralelamente, condições como o lipedema, frequentemente confundidas com o excesso de peso, reforçam a importância de uma avaliação individualizada, capaz de considerar não apenas a aparência física, mas também o funcionamento do organismo e a qualidade de vida.</p><p>Formada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), a médica Vanessa Afonso Magalhães acumula 32 anos de experiência profissional, incluindo atuação no Corpo de Bombeiros. Atualmente, dedica-se às áreas de emagrecimento e longevidade, com atenção à saúde metabólica e ao acompanhamento de homens e mulheres que buscam resultados sustentáveis. Em sua prática clínica, recebe pacientes que utilizaram medicamentos para emagrecer por conta própria e posteriormente enfrentaram efeitos adversos, dificuldades para manter o peso ou recuperação dos quilos perdidos.</p><p>Entre os riscos associados ao uso inadequado das canetas emagrecedoras estão náuseas, vômitos, diarreia, desidratação e perda excessiva de massa muscular. Em determinadas situações, podem ocorrer complicações mais graves, que exigem atendimento médico. A redução acelerada do peso também pode contribuir para deficiências nutricionais, queda de cabelo e enfraquecimento das unhas, especialmente quando não existe acompanhamento alimentar adequado.</p><p>“Quando entendemos que a obesidade é uma doença crônica, precisamos mudar a forma como enxergamos o emagrecimento. Não se trata simplesmente de utilizar uma caneta emagrecedora, mas de compreender o organismo, identificar possíveis fatores associados ao ganho de peso e construir um tratamento seguro e individualizado”, explica a Dra. Vanessa.</p><p>Segundo a médica, o planejamento terapêutico deve considerar idade, histórico clínico, exames laboratoriais e necessidades específicas de cada paciente. A avaliação da composição corporal por bioimpedância, associada ao suporte nutricional e aos ajustes terapêuticos quando indicados, permite acompanhar a evolução do tratamento. O objetivo não é apenas reduzir os números apresentados na balança, mas preservar a massa muscular, melhorar a saúde metabólica e estabelecer hábitos que favoreçam a manutenção dos resultados.</p><p>Outro desafio observado no atendimento feminino envolve o lipedema, doença crônica caracterizada pelo acúmulo desproporcional de tecido adiposo, principalmente nas pernas e, em alguns casos, nos braços. A condição pode provocar dor, sensibilidade ao toque, sensação de peso e facilidade para desenvolver hematomas. Apesar de poder coexistir com a obesidade, apresenta características próprias e não deve ser interpretada simplesmente como consequência do ganho de peso.</p><p>Para muitas mulheres, os efeitos ultrapassam as manifestações físicas. A dificuldade para encontrar roupas confortáveis, o desconforto durante atividades cotidianas e as alterações na imagem corporal podem comprometer a autoestima e o bem-estar emocional. Algumas pacientes passam anos tentando modificar a aparência das pernas por meio de dietas e exercícios, sem compreender que os sintomas podem estar relacionados a uma condição que necessita de investigação específica.</p><p>Na avaliação de Vanessa Magalhães, reconhecer essas particularidades é fundamental para evitar julgamentos e oferecer assistência adequada. O diagnóstico do lipedema é essencialmente clínico e considera a distribuição do tecido adiposo, os sintomas apresentados, o histórico da paciente e a exclusão de outras condições. A abordagem pode envolver atividade física adaptada, acompanhamento nutricional, controle dos sintomas e atuação conjunta de diferentes profissionais de saúde.</p><p>“Não estamos olhando apenas para as pernas de uma mulher. Estamos cuidando de alguém que pode ter passado anos convivendo com dor, limitações e culpa, sem compreender o que estava acontecendo com o próprio corpo. Nosso objetivo é promover saúde, melhorar a qualidade de vida e oferecer um cuidado individualizado, respeitando a história e as necessidades de cada paciente”, destaca a Dra. Vanessa Magalhães.</p><p>A especialista ressalta que o cuidado com o lipedema não deve ser limitado à redução de medidas ou à expectativa de eliminar definitivamente uma doença crônica. O tratamento busca aliviar sintomas, preservar a mobilidade e favorecer maior autonomia. Da mesma forma, no emagrecimento, a indicação de medicamentos precisa respeitar critérios clínicos, contraindicações e a resposta individual de cada organismo.</p><p>Para Vanessa, a medicina deve contribuir para uma relação mais saudável com o próprio corpo, sem transformar a perda de peso em uma corrida por resultados imediatos. Tanto no tratamento da obesidade quanto no acompanhamento do lipedema, o diagnóstico correto, a orientação profissional e o cuidado contínuo são fundamentais para decisões mais seguras, com foco na saúde, na funcionalidade e na qualidade de vida.</p><p>Redes e contato profissional:</p><p>Instagram: @dra.vanessamagalhaes_</p><p><a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.instagram.com/dra.vanessamagalhaes_">https://www.instagram.com/dra.vanessamagalhaes_</a></p><p>WhatsApp: (21) 99174-1469</p><p><a target="_blank" rel="noopener" href="https://wa.me/5521991741469">https://wa.me/5521991741469</a></p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-21/canetas-emagrecedoras-e-lipedema-exigem-atencao-medica-e-cuidado-individualizado.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ad90b1d0d248a5656e0dc8d</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2026 18:57:33 +0000</pubDate><title>Neurogenética e terapias gênicas: avanços científicos com dignidade humana</title><description>Especialistas discutem os avanços da genética no tratamento de doenças neurológicas e destacam a importância de integrar inovação tecnológica, excelência clínica e responsabilidade médica, sem perder de vista a dignidade humana</description><content:encoded><![CDATA[<p></p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bu/ni/p1/bunip1tv3gje9jeiqc72uuv5r.jpg"><figcaption>Neurogenética e terapias gênicas: avanços científicos com dignidade humana<span class="copyright">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure><p></p><p>Para Acary S. B. Oliveira, a jornada que conecta os experimentos com ervilhas no século XIX à neurogenética atual representa um dos saltos científicos mais impressionantes da humanidade. “O que começou com regras matemáticas sobre a cor de sementes transformou-se em uma ciência capaz de ler, editar e tratar os mecanismos moleculares mais complexos do sistema nervoso.”</p><p>Responsável pelos jardins do Mosteiro da Ordem de Santo Agostinho (atual Mosteiro de Brno, na República Tcheca), em 1843, Gregor Johann Mendel (1822–1884) estabeleceu os fundamentos da hereditariedade ao cruzar plantas de Pisum sativum. Mesmo sem conhecer os cromossomos ou o DNA, Mendel deduziu que as características eram transmitidas por unidades discretas (hoje chamadas de genes), que se segregavam independentemente. Suas leis definiram os fundamentos do que conhecemos por herança autossômica dominante e recessiva, os pilares iniciais para entender como doenças genéticas passam de geração em geração, aponta Acary S. B. Oliveira.</p><p>Para Wladimir Bocca, a engenharia genética se transformou ao longo do século passado ao decifrar a estrutura física por trás dos “fatores” mendelianos. Watson, Crick, Franklin e Wilkins (1953) contribuíram para a descoberta da estrutura do DNA, abrindo caminho para entender como o código da vida é copiado. Compreendeu-se que a informação do DNA é transcrita em RNA e traduzida em proteínas, componentes fundamentais para a biologia celular, incluindo a dos neurônios. O Projeto Genoma Humano, concluído em 2003, mapeou o genoma da nossa espécie, que contém cerca de 20 mil genes. Descobriu-se que mais de um terço dos genes humanos apresenta expressão no sistema nervoso, revelando a imensa complexidade necessária para construir a mente e as conexões cerebrais.</p><p>Segundo Marco Orsini, a neurogenética contemporânea está abrindo caminhos antes inimagináveis para o diagnóstico e o tratamento de doenças neurológicas. Os oligonucleotídeos antissenso, as estratégias de silenciamento gênico e outras tecnologias moleculares permitem, em determinadas doenças, interferir diretamente em mecanismos biológicos responsáveis pelo processo patológico. Para muitos pacientes e familiares, essas descobertas representam a possibilidade concreta de modificar a evolução de enfermidades que, até recentemente, dispunham de opções terapêuticas muito limitadas.</p><p>Miguel Mitne ressalta, entretanto, que é fundamental compreender uma distinção: identificar uma alteração genética não significa, automaticamente, explicar integralmente a doença de uma pessoa; tampouco significa que exista uma terapia eficaz, segura e indicada para aquele caso. Entre a identificação de uma variante no DNA e a decisão de tratar, existe um percurso científico complexo, que envolve demonstrar sua relevância clínica, compreender seu mecanismo de ação, estabelecer a correspondência com as manifestações do paciente e avaliar criticamente as evidências de benefício terapêutico.</p><p>Para Acary e Orsini, é justamente nesse ponto que a medicina precisa preservar um de seus fundamentos mais importantes: a capacidade de ouvir, examinar e interpretar o paciente. A história clínica e o exame neurológico não são etapas antigas de uma medicina que será substituída pela genética. São instrumentos essenciais para compreender se o resultado molecular realmente corresponde à doença investigada, identificar características que eventualmente não sejam explicadas por ele e determinar quais exames e intervenções fazem sentido em cada situação.</p><p>“O avanço tecnológico não diminui a necessidade de um médico bem formado; aumenta sua responsabilidade. Um resultado laboratorial pode oferecer informações extraordinariamente precisas sobre uma alteração molecular, mas não interpreta sozinho a totalidade de uma história clínica. Da mesma forma, a existência de uma terapia direcionada a determinado gene não dispensa a avaliação de sua indicação, de seus riscos, de seus benefícios comprovados e do momento apropriado para sua utilização”, afirmam Bocca e Orsini.</p><p>Segundo Acary, para os pacientes e seus familiares, essa compreensão é particularmente importante. O acesso à informação genética deve ampliar a capacidade de participar das decisões médicas, não criar a falsa expectativa de que todo diagnóstico molecular conduz a uma solução terapêutica. A medicina de precisão exige precisão também na comunicação: explicar o que já sabemos, o que ainda não conseguimos demonstrar e quais são as possibilidades reais para cada indivíduo.</p><p>Miguel Mitne e Wladimir Bocca destacam que o grande desafio das próximas décadas será integrar a extraordinária capacidade da biologia molecular à profundidade do raciocínio clínico. “A excelência médica não será definida apenas pela capacidade de identificar variantes ou reconhecer terapias potencialmente correspondentes, mas pela competência de estabelecer relações causais, interpretar evidências, reconhecer incertezas e tomar decisões individualizadas”, afirmam os pesquisadores, em consenso.</p><p>Segundo Orsini e Acary, a tecnologia poderá revelar mecanismos antes inacessíveis e oferecer instrumentos para modificar a história natural de determinadas doenças. Mas transformar uma descoberta molecular em benefício real para o paciente continuará exigindo ciência, julgamento clínico e responsabilidade médica.</p><p>“O futuro da medicina não está na escolha entre genética e clínica. Está na integração das duas. Quanto mais sofisticados forem os recursos tecnológicos, mais indispensável será o médico capaz de compreender não apenas o resultado de um exame, mas a pessoa, a doença e o contexto biológico aos quais esse resultado se refere”, afirma Marco Orsini.</p><p>Mendel decifrou o “alfabeto” da hereditariedade. A neurogenética atual utiliza esse alfabeto para ler, interpretar e editar as “frases” que ditam o funcionamento da nossa mente e do nosso comportamento. E, no futuro, a medicina deverá estar atrelada à tecnologia, à ciência e à excelência clínica, com ética, dignidade e honra, qualidades ainda não decifradas pela genética, finaliza Acary Bulle.</p><p></p><p></p>]]></content:encoded><link>https://igmais.ig.com.br/pulsebrand/2026-10-21/neurogenetica-e-terapias-genicas--avancos-cientificos-com-dignidade-humana.html</link><dc:creator>PulseBrand</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução </media:credit><author>PulseBrand</author><keywords>PulseBrand</keywords><internationalize>false</internationalize><section>6aa01b1d588ac6b554d17bf7</section></item></channel></rss>