
, /PRNewswire/ -- Ao navegar pelas redes sociais, é comum encontrar vídeos e fotos de crianças talentosas, espontâneas e cheias de alegria — conteúdos que divertem e aquecem o coração. Mas, para que essa exposição continue sendo positiva, cresce o alerta sobre os riscos no ambiente digital, especialmente com o avanço do bullying nas redes.
O que antes ficava mais restrito ao ambiente escolar ganhou novas proporções. Hoje, o chamado — agressões e constrangimentos feitos pela internet — atinge crianças e adolescentes em redes sociais e aplicativos de mensagens.
Diante desse cenário, o deputado federal Fábio Teruel (MDB-SP), com participação ativa nesse debate, apresentou um projeto de lei que estabelece regras para proteger crianças e adolescentes nas redes sociais, inclusive quando a exposição parte da própria família.
afirma o deputado.
Especialistas também alertam para riscos como danos emocionais da exposição excessiva. Nesse contexto, a propõe regras para evitar abusos e garantir mais proteção à infância no ambiente digital.
Pesquisas reforçam a preocupação: 34% dos casos de envolvendo menores estão relacionados a conteúdos compartilhados por familiares (SaferNet Brasil, 2022). Além disso, 56% dos jovens relatam terem se sentido constrangidos ou sofrido danos psicológicos por conteúdos publicados sobre eles na internet por seus próprios responsáveis. Esse dado é da UNICEF (Brasil, 2023), que também alerta que 12% das crianças até cinco anos já tiveram seus dados usados indevidamente para fraudes e roubo de identidade.
Considerando que os dados indicam que essa violência digital frequentemente começa no próprio ambiente doméstico, a chamada , cria regras claras para proteger crianças e adolescentes da exposição e exploração na internet, inclusive quando feita pelos próprios pais.
O que o PL 1665/2026 propõe na prática:
Para Teruel, a proposta busca estabelecer equilíbrio entre afeto, exposição e proteção. O projeto começa agora a tramitar na Câmara dos Deputados.
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FONTE Fábio Teruel
